O colunista Juca Kfouri reflete sobre a perda da essência do futebol brasileiro, remontando à derrota para a Itália na Copa de 1982. Ele argumenta que a profissionalização e a mudança no tratamento do futebol como negócio, juntamente com a falta de gestão moderna nos clubes e na CBF, levaram à perda do 'futebol-arte' e da identidade brasileira.
José Trajano afirma no Canal UOL que o torcedor brasileiro só se reconcilia com a seleção nacional se o país conquistar uma Copa do Mundo. A declaração surge em meio a debates sobre a identidade do futebol brasileiro e o peso das derrotas em finais. Comentaristas como Mauro Cezar Pereira e Danilo Lavieri também participaram da discussão, abordando o impacto de resultados e modelos de jogo.
Flaco López se tornou o primeiro jogador estrangeiro do Palmeiras a alcançar a final da Copa do Mundo, após a vitória da Argentina sobre a Inglaterra. Ele se junta a outros 11 jogadores do clube que já haviam disputado a final, todos com a seleção brasileira, destacando o feito inédito para um não-brasileiro.
Colunistas do UOL debatem a possibilidade de Neymar e Cristiano Ronaldo disputarem a Copa do Mundo de 2030. A discussão gira em torno do peso esportivo de cada jogador em suas seleções e a influência de fatores extracampo nas decisões. Arnaldo Ribeiro e Juca Kfouri analisam o cenário brasileiro, enquanto Mauro Cezar Pereira aborda a situação de CR7 em Portugal.
O artigo analisa a renovação da seleção brasileira de futebol para o ciclo da Copa do Mundo de 2030, destacando sete novos jogadores que podem surgir como opções. A reportagem considera a performance em clubes europeus e o potencial de desenvolvimento desses atletas para o futuro do time nacional.
A crônica compara a postura racional de Jorge Jesus sobre a convocação de jogadores com a situação envolvendo Neymar na seleção brasileira e a possível chegada de Ancelotti. Discute o drama das escolhas e o debate entre planejamento e acaso no futebol.
O Barcelona manifestou o desejo de que Raphinha não retorne a jogar pela seleção brasileira nesta Copa do Mundo, devido a uma lesão na coxa direita. O clube espanhol estaria preocupado com a recorrência de lesões do jogador. A seleção brasileira se prepara para as oitavas de final contra a Noruega.
Uma voluntária brasileira, Mila Aquino, descreve a emoção de carregar a bandeira do país na fila de entrada dos jogadores da Seleção Brasileira em um jogo da Copa do Mundo. Ela relata o momento como o melhor de sua vida, destacando o orgulho de representar o Brasil e a saudade de casa.
O artigo reconta a história de Preguinho, um ídolo do Fluminense e autor do primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo. Destaca sua versatilidade como atleta, campeão em oito modalidades, e seu amor genuíno pelo clube, mesmo optando pelo amadorismo em sua carreira.
O artigo detalha as mudanças táticas e de escalação de Carlo Ancelotti na seleção brasileira para o jogo contra o Japão na Copa do Mundo. Após ouvir líderes e lidar com lesões, Ancelotti abandona convicções iniciais e repetirá a escalação pela primeira vez em 16 partidas, buscando um equilíbrio para enfrentar o time nipônico.
A lesão do jogador Raphinha na Copa do Mundo de 2026 acabou sendo um ponto positivo para a Seleção Brasileira, segundo o jornalista Arnaldo Ribeiro. A ausência do atleta abriu espaço para Rayan ganhar protagonismo, mudando o equilíbrio da equipe e trazendo mais força e versatilidade ao time antes do mata-mata.
A Seleção Brasileira vê Neymar em bom nível físico e técnico para a Copa do Mundo, mas a principal preocupação é como o jogador reagirá a pancadas e faltas em campo. O atacante, que não atua desde maio, deve ter participação limitada, começando no banco e com previsão de 20 minutos de jogo, dependendo de sua resposta física.
O técnico Carlo Ancelotti confirmou a disponibilidade de Neymar para o próximo jogo contra a Escócia, elogiando o atacante por seu trabalho de recuperação de lesão e sua contribuição à equipe. Ancelotti destacou a seriedade e o bom comportamento de Neymar nos treinos, além de sua experiência e ajuda aos jogadores mais jovens.
O atacante Gabriel Martinelli, em coletiva de imprensa, expressou sua preferência por atuar na ponta esquerda, mas demonstrou flexibilidade para jogar em outras posições, inclusive na direita, como já fez no Arsenal e na seleção. Ele também comparou a intensidade da Premier League com a Copa do Mundo, afirmando que a liga inglesa é mais intensa devido ao calor e às condições de campo.
Durante a comemoração do terceiro gol da seleção brasileira contra o Haiti, o atacante Endrick deu um leve puxão no cabelo de Vini Jr. A cena, registrada em vídeo, ocorreu em meio a abraços e festa, e os dois jogadores são conhecidos por brincarem um com o outro nos treinos.
José Trajano criticou o trabalho do técnico Carlo Ancelotti na seleção brasileira, classificando-o como 'decepcionante' até o momento. O comentarista aponta que a equipe joga em ritmo abaixo de seleções europeias fortes e que a vitória sobre o Haiti gerou uma euforia desproporcional, mascarando a lentidão do time.
O artigo discute a importância de Vinicius Junior como a principal estrela da seleção brasileira. A análise destaca seu papel decisivo em vitórias recentes e sua capacidade de resolver jogos contra adversários que se fecham, como previsto para futuros confrontos na Copa do Mundo de 2026. A opinião geral é que o jogador é o diferencial da equipe.
O colunista Paulo Vinicius Coelho analisa as dificuldades de Carlo Ancelotti em encontrar um lateral-direito titular para a seleção brasileira. Desde o início do trabalho do técnico italiano, seis jogadores foram perdidos por lesão ou outros problemas físicos, impactando a escalação e a busca por um jogador que amplie o campo pela direita.
O artigo narra a emoção da família de Matheus Cunha após a performance do jogador na Copa do Mundo, com dois gols contra o Haiti. A matéria destaca a superação do atacante após ter ficado fora da Copa de 2022, transformando a decepção em motivação para alcançar o sucesso atual.
Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção brasileira, segue internado na UTI de um hospital no Rio de Janeiro com inflamação pulmonar. Seu quadro estável, mas ainda respira com auxílio de aparelhos e permanece sedado, com a redução da sedação sendo gradualmente aplicada. Não há previsão de alta médica.