A FIFA divulgou a seleção ideal da Copa do Mundo de 2026, eleita por votação popular, que conta com Vozinha (Cabo Verde) e Haaland (Noruega). A seleção não incluiu nenhum jogador brasileiro, apesar de nomes como Bruno Guimarães e Vinicius Júnior terem se destacado. França e Espanha foram as seleções com mais representantes.
A FIFA divulgou a seleção ideal da Copa do Mundo 2026, definida por votação popular. A grande surpresa é a inclusão do goleiro Vozinha, de Cabo Verde, que recebeu a maioria dos votos. A seleção conta com jogadores de Espanha, Argentina, Inglaterra, França e Noruega, mas sem representantes brasileiros.
O artigo destaca Luis de la Fuente, técnico da seleção espanhola de futebol, como um contraponto positivo às figuras controversas de Donald Trump e Gianni Infantino durante a Copa do Mundo. De la Fuente é elogiado por seu discurso discreto, mas poderoso, focado em coletivismo, humanismo e bom senso.
O colunista Juca Kfouri reflete sobre a perda da essência do futebol brasileiro, remontando à derrota para a Itália na Copa de 1982. Ele argumenta que a profissionalização e a mudança no tratamento do futebol como negócio, juntamente com a falta de gestão moderna nos clubes e na CBF, levaram à perda do 'futebol-arte' e da identidade brasileira.
A próxima Copa do Mundo em 2030 será realizada em seis países distribuídos por três continentes: Argentina, Paraguai e Uruguai na América do Sul; Portugal e Espanha na Europa; e Marrocos na África. Esta edição marca o centenário do torneio e apresentará um formato inédito com jogos de abertura nos três países sul-americanos. A FIFA debate a possibilidade de expandir o número de seleções participantes de 48 para 64.
O artigo discute como a Copa do Mundo de 2026 consolidou mudanças que alteraram a essência do torneio, com a política, interesses comerciais e entretenimento ganhando espaço. Donald Trump é destacado como um símbolo dessa transformação, evidenciando a aproximação inédita entre esporte e esfera política/comercial.
O artigo lista sete jogadores que se destacaram e se valorizaram durante a Copa do Mundo de 2026. A performance desses atletas no torneio rendeu a eles transferências ou contratos mais vantajosos financeiramente, mudando a percepção sobre seus desempenhos e futuros.
O colunista Mauro Cezar Pereira expressa saudade da Copa do Mundo de 2022 no Catar, criticando a edição de 2026 realizada em múltiplos países da América do Norte. O artigo detalha diversas mudanças de regras implementadas, com foco nas que visavam combater a perda de tempo, mas aponta falhas na organização, elitização do evento e decisões comerciais questionáveis. O autor considera a Copa do Catar superior em vários aspectos.
A Copa do Mundo de 2030, sediada por Espanha, Portugal e Marrocos, está com uma disputa acirrada para sediar a final do torneio. Marrocos apresenta o futuro Estádio Hassan II, com capacidade para 115 mil pessoas, enquanto a Espanha conta com o reformado Santiago Bernabéu, do Real Madrid. Nos bastidores, cogita-se a possibilidade de o Bernabéu sediar a final e o Hassan II uma semifinal, com Marrocos compensado com a Copa de Clubes de 2029.
A FIFA abriu uma investigação contra a seleção argentina após uma briga generalizada ocorrida logo após o apito final da final da Copa do Mundo, onde a Espanha sagrou-se campeã. Incidentes de agressão contra jogadores e comissão técnica espanhóis foram registrados, resultando na nomeação de um Procurador de Disciplina e Ética para apurar as possíveis violações ao Código Disciplinar da FIFA.
Jürgen Klopp é o novo técnico da Alemanha, após ser liberado pela Red Bull de seu contrato que ia até 2029. A seleção alemã buscava um comandante após a eliminação frustrante na Copa do Mundo e a demissão de Julian Nagelsmann. Klopp, com passagens por Mainz, Borussia Dortmund e Liverpool, assumiu um cargo na Red Bull no início de 2025.
Kylian Mbappé alcançou um feito inédito na história da Copa do Mundo ao se tornar o primeiro jogador a ser artilheiro em duas edições distintas do torneio. Ele foi o goleador máximo em 2022 e repetiu a dose em 2026, com 10 gols. A matéria também lista outros artilheiros históricos da competição e destaca outros jogadores que se sobressaíram no Mundial de 2026.
Dois jovens jogadores espanhóis, Lamine Yamal e Pau Cubarsí, fizeram história ao se tornarem os terceiros e quartos atletas mais jovens a disputar uma final de Copa do Mundo. Eles superaram Kylian Mbappé em idade, mas ainda ficam atrás de Giuseppe Bergomi e Pelé, respectivamente, em termos de recordes de juventude em finais.
O artigo critica a decisão de terceiro lugar na Copa do Mundo, descrevendo-a como "broxante" e desinteressante. O autor argumenta que a partida só atrai seleções menores, pois as grandes equipes focam no título e sentem o peso da eliminação nas semifinais.
A disputa pelo terceiro lugar na Copa do Mundo, embora vista por muitos como um evento menor, possui grande importância para jogadores como Mbappé, que buscam isolar-se na artilharia e superar recordes. A FIFA mantém o jogo no calendário por razões comerciais, mas sua origem remonta ao espírito olímpico, com precedentes históricos no futebol desde 1908.
O ranking de zagueiros do Cartola da Copa do Mundo FIFA™ destaca a performance de jogadores de Espanha e Argentina, com quatro dos cinco melhores pertencentes a estas seleções. A análise detalha a pontuação acumulada e a média por partida desses defensores, ressaltando sua importância para as decisões no fantasy game e na própria final do torneio.
Jogadores de França e Inglaterra protagonizaram um abraço coletivo em roda de oração após a disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo de 2026. A cena inusitada, onde atletas de ambas as seleções se uniram em um momento de fé, contrastou com o habitual comportamento pós-jogo de celebração ou lamentação separada.
A matéria discute a final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, notando que será a segunda vez na história que a decisão ocorrerá com os dois times falando o mesmo idioma, o espanhol. O texto também aborda a decisão de Donald Trump de tornar o inglês idioma oficial dos Estados Unidos, contrastando com a realidade multicultural do país e a prevalência do espanhol em diversas regiões.
Jude Bellingham se pronunciou dois dias após a eliminação da Inglaterra na Copa do Mundo. O meia agradeceu o apoio dos torcedores, expressou a dificuldade em lidar com a derrota para a Argentina e compartilhou um poema enviado ao time.
Joseph Blatter, ex-presidente da Fifa, criticou a entidade durante a Copa do Mundo, questionando o show de intervalo prolongado na final e a reversão da suspensão de um jogador sob influência política. Blatter também apontou a exclusão de um árbitro somali como uma violação dos princípios da Copa, alertando contra a politização do futebol.