O executivo de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, representou o clube em um evento de dez anos da gestão da Conmebol no Paraguai. Na ocasião, Paz entregou uma placa customizada ao presidente da entidade, Alejandro Domínguez, e interagiu com Gianni Infantino, presidente da Fifa, que demonstrou apoio ao clube. O objetivo da visita foi estreitar laços com a Conmebol e fortalecer a presença do Corinthians no futebol sul-americano.
O presidente Lula e representantes da CBF se reuniram com Gianni Infantino, presidente da Fifa, para formalizar o pedido do Brasil em sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A candidatura brasileira foi bem recebida pela entidade, que vê viabilidade na proposta.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, brincou com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, sobre assumir a seleção brasileira. A principal pauta do encontro, que também contou com o presidente da CBF, Samir Xaud, foi a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil. Lula aproveitou a ocasião para pedir que o país sedie a Copa do Mundo de Clubes de 2029.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou a Gianni Infantino, presidente da Fifa, que o Brasil sedie a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A intenção é aproveitar as melhorias nos estádios preparadas para a Copa do Mundo Feminina de 2027. O pedido já havia sido feito pela CBF, e o evento nos EUA em 2025 foi considerado um sucesso.
Os presidentes da Fifa, Gianni Infantino, e da CBF, Samir Xaud, assistiram ao clássico entre Fluminense e Flamengo no Maracanã. O evento serviu como extensão da programação de Infantino no Brasil para o lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina de 2027. A partida, válida pelo Campeonato Carioca, terminou com vitória do Fluminense por 2 a 1.
A CBF e o Governo Federal reforçarão o interesse do Brasil em sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029 em uma reunião com o presidente da FIFA, Gianni Infantino. O apoio do governo será um trunfo na candidatura brasileira, que já conta com o Flamengo classificado. A reunião também abordará a Copa do Mundo Feminina de 2027 e a possibilidade de o Brasil sediar um congresso da FIFA.
A reportagem investiga a real estrutura de poder na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), questionando a presidência formal de Samir Xaud. O artigo aponta Gustavo Dias Henrique, um dos vices, como a figura central que detém o poder de decisão e influência, inclusive junto a figuras como Gianni Infantino e o presidente Lula. Henrique é descrito como o homem de confiança do ministro Gilmar Mendes, agindo como um "zagueiro" para evitar a ascensão de outros vice-presidentes.
O artigo analisa os acertos e erros da FIFA no lançamento da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil. A autora critica a cerimônia por sua cafona, exotização da cultura brasileira e esquecimento de pioneiras do futebol feminino, contrastando com acertos como a presença de ex-jogadoras renomadas e a condução de Bárbara Coelho. A matéria também alude a polêmicas envolvendo o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
O artigo discute a declaração do presidente da FIFA, Gianni Infantino, em Davos, sobre apoio a Donald Trump, interpretando-a como um rompimento da entidade com a neutralidade esportiva. O autor argumenta que o esporte deve defender valores universais e direitos humanos, mas não se alinhar politicamente a líderes específicos, o que fragiliza a governança e a legitimidade do esporte.
O artigo critica a hipocrisia da FIFA, liderada por Gianni Infantino, em relação à Copa Africana de Nações. A autora aponta que, enquanto a entidade condena veementemente incidentes pontuais na competição africana, ignora ou minimiza casos graves de corrupção, misoginia, LGBTfobia e racismo em outros contextos, especialmente aqueles ligados a interesses políticos e financeiros. A análise destaca a seletividade moral da FIFA e seu duplo padrão na aplicação de suas próprias regras e valores.
Jogadores e comissão técnica de Senegal correm risco de serem suspensos da Copa do Mundo após protesto contra pênalti controverso na final da Copa Africana das Nações. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, classificou a atitude como "inaceitável" e condenou a violência e o desrespeito às decisões da arbitragem.
A Copa Africana de Nações teve um final caótico, com Senegal sagrando-se campeão, mas enfrentando incidentes como o roubo de toalhas do goleiro Mendy e vaias ao técnico Pape Thiaw. O abandono de campo da equipe senegalesa pode resultar na perda de jogadores para a Copa do Mundo e em multas.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, manifestou repúdio às "cenas lamentáveis" e "inaceitáveis" ocorridas na final da Copa Africana das Nações entre Senegal e Marrocos. Ele parabenizou os campeões, mas condenou o comportamento de torcedores, jogadores e comissão técnica, enfatizando a necessidade de respeito à arbitragem e aos princípios do futebol.
O artigo de Juca Kfouri critica o congelamento de vistos dos EUA para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, levantando preocupações sobre a participação de torcedores e familiares na Copa do Mundo. O autor expressa desaprovação pela política e pela relação de Gianni Infantino, presidente da Fifa, com figuras políticas controversas como Donald Trump.
O New England Patriots venceu o Los Angeles Chargers por 16 a 3 em partida válida pelo Wild Card dos playoffs da NFL. A vitória marcou o fim de um jejum de cinco anos dos Patriots em vitórias na pós-temporada. O quarterback Drake Maye liderou o ataque da equipe, enquanto Justin Herbert e os Chargers encerraram sua temporada.
A colunista Milly Lacombe critica veementemente a participação dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, argumentando que o país deveria ser banido pela FIFA devido à sua política externa agressiva e invasão da Venezuela. A autora compara a situação dos EUA com a da Rússia, que foi suspensa de competições internacionais.
A Fifa anunciou a criação de uma nova premiação para o futebol a partir de 2026, em parceria com o Dubai Sports Council. A entidade descreve a iniciativa como uma forma inovadora de celebrar o esporte e homenagear os melhores jogadores, equipes e conquistas do ano anterior, com detalhes sobre categorias e votação a serem divulgados posteriormente.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, revelou que a entidade recebeu 150 milhões de pedidos de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Ele destacou a alta demanda, comparando com os ingressos vendidos em quase 100 anos de história do torneio. Infantino também defendeu os preços, mencionando a criação de um lote mais acessível para torcedores de equipes qualificadas.
A coluna critica o evento "The Best" da Fifa, organizado às pressas no Catar, apontando sua falta de credibilidade e a presença constrangedora de Gianni Infantino. A autora questiona a relevância da premiação e o foco da entidade em eventos luxuosos em detrimento da organização do futebol.
A Fifa realizou em Doha, no Catar, uma reunião inédita com representantes de 35 comitês de todo o mundo para debater e propor melhorias no desenvolvimento do futebol. O presidente Gianni Infantino destacou a importância do evento para acelerar processos de evolução e anunciou o endurecimento do Código Disciplinar contra o racismo, além de planos de expansão para o futebol feminino.