O colunista argumenta que a proibição das empresas de apostas (bets) não resolverá os problemas sociais do jogo, comparando com o caso das torcidas organizadas, que não desapareceram com as punições. Ele critica a transformação do debate em disputa eleitoral e defende regulação, fiscalização e prevenção em vez de ruptura abrupta de regras. O texto ainda analisa os impactos econômicos da medida para clubes, SAFs, patrocinadores e modalidades menores, alertando para os sinais negativos transmitidos a investidores.
A colunista Alicia Klein critica a ameaça de clubes de futebol de paralisar o Campeonato Brasileiro em resposta à restrição às casas de apostas (bets). O texto denuncia a hipocrisia dos dirigentes, que não suspenderam o torneio durante a pandemia nem nas enchentes no Rio Grande do Sul, mas reagem quando um patrocínio é atingido. A autora acusa os clubes de egoísmo, dívidas bilionárias e desconsideração pelo custo social de incentivar apostas.
O artigo discute o potencial patrocínio da Fatal Models ao Corinthians, criticando a hipocrisia da sociedade em relação a trabalhos sexuais e casas de apostas. A autora argumenta que a rejeição a empresas como a Fatal, que pagam impostos e buscam segurança para as trabalhadoras, contrasta com a aceitação de plataformas de apostas menos regulamentadas.
O artigo de Juca Kfouri, intitulado "Chega de bets!", aborda criticamente a presença de casas de apostas como patrocinadoras no futebol brasileiro. O autor expressa sua indignação com essa parceria, argumentando que ela corrompe a integridade do esporte e, por extensão, a sua audiência.
A colunista Milly Lacombe critica a hipocrisia da sociedade ao multar empresas ligadas a conteúdo adulto enquanto permite a expansão irrestrita das apostas online. Ela argumenta que explicar o funcionamento das casas de apostas a uma criança é mais complexo e prejudicial do que falar sobre sexo, citando os graves problemas sociais causados pelo vício em apostas, como endividamento e suicídios.
Este artigo de opinião critica as manifestações superficiais de apoio às mulheres em 8 de março, vindas de homens que demonstram machismo ao longo do ano. A autora argumenta que o verdadeiro presente seria o compromisso genuíno com a igualdade e o fim da violência contra a mulher, em vez de gestos vazios e hipócritas.
O jogador Matheuzinho (Corinthians) classificou como hipocrisia a comemoração do Palmeiras após a vitória por 1 a 0 no Dérbi pelo Campeonato Paulista. O atacante Flaco López chutou a bandeirinha de escanteio, gerando confusão. Matheuzinho relembrou um episódio semelhante do ano passado, criticando a atitude do rival.
O artigo critica a hipocrisia da FIFA, liderada por Gianni Infantino, em relação à Copa Africana de Nações. A autora aponta que, enquanto a entidade condena veementemente incidentes pontuais na competição africana, ignora ou minimiza casos graves de corrupção, misoginia, LGBTfobia e racismo em outros contextos, especialmente aqueles ligados a interesses políticos e financeiros. A análise destaca a seletividade moral da FIFA e seu duplo padrão na aplicação de suas próprias regras e valores.
A colunista Milly Lacombe critica a postura do futebol brasileiro e da CBF diante de um massacre em favelas cariocas, onde 121 pessoas foram mortas. Ela aponta a hipocrisia de se manifestar contra o racismo em jogos, mas silenciar diante da violência estatal que atinge a população periférica, de onde muitos jogadores e trabalhadores do esporte se originam. A autora clama por uma postura mais ativa e solidária do futebol com as comunidades.