A colunista Milly Lacombe critica as declarações do presidente do Fluminense, Matheus Montenegro, em audiência pública no STF sobre a regulação das casas de apostas. O texto questiona o que as bets realmente trouxeram aos clubes brasileiros e denuncia a dependência financeira de dirigentes que aceitaram essa receita sem ressalvas. Autodeclarada torcedora tricolor, a autora afirma que o discurso de Montenegro desrespeita a história do Fluminense e dá as costas à sua torcida.
Coluna de opinião que critica duramente os dirigentes de clubes de futebol brasileiros, como Fluminense, Botafogo, Flamengo e Corinthians, por defenderem a manutenção das bets durante audiência pública no STF. A autora acusa os gestores de ignorarem os danos sociais das apostas e de usarem ameaças de desemprego e o futebol feminino para tentar sensibilizar a opinião pública.
A colunista Milly Lacombe critica a articulação de dirigentes de futebol, especialmente o presidente do Flamengo, Bap, que negociou com o candidato Flávio Bolsonaro a derrubada da MP que proibiu as bets no Brasil. Com a derrota retumbante de Flávio Bolsonaro nas urnas, a volta das casas de apostas fica ameaçada, desesperando os clubes que contavam com o retorno dos patrocínios. A autora condena a priorização do interesse financeiro dos gestores em detrimento da degradação social causada pelas apostas.
Coluna de opinião sobre a derrota do Vasco por 3 a 1 para o Boca Juniors no jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana, no Maracanã, após vitória na Argentina. A autora critica a atuação do time e, principalmente, os dirigentes que tentaram vender o clube para a empresa 777 Partners. Defende que o respeito perdido só retornará com uma nova gestão séria e comprometida com a torcida.
Segunda parte da coluna de Juca Kfouri sobre a crise do São Paulo FC, criticando que o debate interno do clube permanece restrito a questões político-associativas e eleitorais. O autor analisa as chapas de situação e oposição, aponta que nenhuma menciona a SAF como solução e defende uma mudança real de modelo e estrutura do futebol profissional.
A comissão disciplinar da Federação Turca de Futebol (TFF) suspendeu por 45 dias 147 dirigentes e ex-dirigentes de clubes por violarem as regras de apostas. As punições fazem parte de uma ampla investigação sobre jogos de azar no futebol turco. Entre os sancionados está Ertugrul Dogan, presidente do Trabzonspor.
A Federação Turca de Futebol suspendeu 147 dirigentes por violarem regras relacionadas a apostas esportivas, com afastamento de 45 dias das atividades. A medida integra uma investigação mais ampla que já puniu cerca de 150 árbitros e mais de 1200 atletas acusados de manipulação de resultados. Nos últimos meses, diversos profissionais foram detidos, incluindo ex-jogadores de Galatasaray e Fenerbahçe.
O Corinthians iniciou o desligamento de diretores da atual gestão que registrarão candidaturas nas eleições presidenciais do clube, marcadas para 28 de novembro. A decisão foi comunicada oficialmente após o encerramento do prazo de inscrições e busca preservar a isenção da direção executiva durante o período eleitoral. O clube afirmou que a administração seguirá atuando normalmente, reafirmando o compromisso com a transparência e a lisura do processo democrático.
O artigo compara a estrutura de gestão do Vasco e do Boca Juniors, que se enfrentam na semifinal da Copa Sul-Americana. Ambos os clubes apostam em ex-jogadores ídolos em cargos de direção: no Vasco, Pedrinho é presidente e Felipe é diretor técnico; no Boca, Juan Román Riquelme preside o clube com outros ex-jogadores em funções estratégicas. O texto destaca como essa presença de ídolos reforça a ligação dos clubes com suas histórias.
A colunista critica duramente Flamengo e Fluminense por estamparem a frase 'Proibir não é proteger' em suas camisas, em campanha pela volta dos patrocínios de casas de apostas. O texto acusa os dirigentes de agirem em conflito de interesse com suas torcidas, priorizando o orçamento dos clubes em vez da proteção dos torcedores contra os vícios da apostas.
A Federação Turca de Futebol suspendeu provisoriamente 448 dirigentes de clubes em uma ampla investigação sobre apostas ilegais no futebol turco. Entre os suspensos estão o presidente do Trabzonspor, Ertugrul Dogan, e o vice-presidente do Besiktas, Hakan Daltaban. A medida amplia a fiscalização da entidade, que já havia suspendido cerca de 149 árbitros e 1.024 jogadores.
O goleiro Douglas Marques e o zagueiro Diogo Silva entraram com ações na Justiça do Trabalho contra a Ponte Preta, cobrando reconhecimento de vínculo empregatício e verbas trabalhistas após deixarem o clube sem estrear por causa dos transfer bans. As ações pedem ainda que o presidente Luiz Antônio Alves Torrano e o vice Marco Antônio Eberlin respondam por eventuais dívidas, alegando gestão irregular e temerária, com base em dados como déficit superior a R$ 33 milhões em 2025 e 210 ações trabalhistas desde 2022. A Ponte Preta informou, por meio do diretor jurídico, que ainda não foi formalmente citada sobre o caso.
A colunista Alicia Klein critica a ameaça de clubes de futebol de paralisar o Campeonato Brasileiro em resposta à restrição às casas de apostas (bets). O texto denuncia a hipocrisia dos dirigentes, que não suspenderam o torneio durante a pandemia nem nas enchentes no Rio Grande do Sul, mas reagem quando um patrocínio é atingido. A autora acusa os clubes de egoísmo, dívidas bilionárias e desconsideração pelo custo social de incentivar apostas.
O colunista Juca Kfouri analisa a grave crise institucional, financeira e esportiva do São Paulo FC, recapitulando artigos anteriores em que alertava sobre a decadência do clube. O texto atribui a situação à 'politicalha' interna, ao associativismo e à rejeição de modernizações como a criação de uma SAF. Com as eleições no fim do ano, o autor defende que a reconstrução exige mudanças estruturais profundas.
Carlos Leite, agente de jogadores de futebol, relata os bastidores de sua profissão, abordando desde o início de carreira até as complexidades das relações com atletas, dirigentes e famílias. Ele detalha os desafios em orientar jovens jogadores, lidar com polêmicas e a importância do acompanhamento em suas vidas.
O Santos mudou sua decisão na manhã do jogo decisivo da Copa Sul-Americana e relacionou o goleiro Gabriel Brazão para a partida contra o Deportivo Cuenca. Inicialmente barrado, o jogador retorna ao time titular após reavaliação da diretoria e comissão técnica, impulsionada pela repercussão negativa nas redes sociais. Apesar da volta, a diretoria não descarta a venda de Brazão na próxima janela de transferências devido à situação financeira do clube.
O colunista Juca Kfouri relata a expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo do Corinthians, destacando a pressão da torcida e de movimentos. Ele sugere que outros dirigentes, como Augusto Melo e Duílio Monteiro, também deveriam ser afastados do clube.
O artigo analisa a intensa rivalidade institucional e pessoal entre os presidentes do Flamengo, Bap, e do Palmeiras, Leila Pereira. A tensão, que ultrapassa as quatro linhas, se manifesta em embates verbais, disputas financeiras e decisões estratégicas na gestão dos clubes.
Torcedores organizados do Botafogo protestaram no centro de treinamento do clube após a eliminação na Copa do Brasil. O grupo conversou com jogadores, dirigentes e funcionários, em um encontro considerado pacífico, antes do próximo jogo contra o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro.
Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, criticou a falta de renovação no quadro de dirigentes do clube, apontando que o clube errou ao não abrir espaço para nomes mais jovens. Ele defendeu uma reforma estatutária com foco em governança e transparência, e indicou que seu grupo apoiará um candidato de oposição na próxima eleição.