Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, e Leonardo Pantaleão, vice, enviaram um ofício aos conselheiros declarando que não reconhecem a reunião convocada por Osmar Stabile, presidente do clube, para votar o afastamento provisório de Tuma Júnior. A convocação de Stabile é vista como irregular e uma afronta estatutária por Tuma e Pantaleão. O Ministério Público de São Paulo também está investigando o atrito entre os dirigentes.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, convocou uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para votar o afastamento do presidente do órgão, Romeu Tuma Júnior. A convocação ignora o rito estatutário para reuniões extraordinárias, que prevê a participação do presidente do Conselho na marcação da data. Há também um conflito envolvendo a suposta contratação de um segurança com histórico em confusões no clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, reagiu com indignação à convocação de uma reunião extraordinária pelo presidente do clube, Osmar Stabile. Tuma Júnior classificou a ação como "manobra golpista" e estratégia para obstruir a reforma do estatuto. O vice-presidente do Conselho, Leonardo Pantaleão, também questionou a legalidade da convocação e negou presença.
Conselheiros do Corinthians se articulam para afastar Romeu Tuma Júnior da presidência do Conselho Deliberativo. A manobra busca reunir assinaturas para convocar uma reunião extraordinária e votar o afastamento do dirigente, que enfrenta acusações de interferência na gestão do clube. O presidente Osmar Stabile já protocolou um pedido na Comissão de Ética, mas Romeu Tuma alega que o estatuto não prevê suspensão liminar.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um documento pedindo o afastamento de Romeu Tuma Júnior, também membro da diretoria do clube. Stabile alega ter sido coagido por Tuma em um jantar, onde teria recebido uma ameaça relacionada a interferências na gestão do clube.
João Carlos Falbo Mansur, conselheiro do Palmeiras, pediu afastamento de seus cargos por 90 dias após se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal. A investigação apura suposta participação em um esquema de fraudes no setor de combustíveis e fraudes no Sistema Financeiro Nacional.
Um conselheiro do Palmeiras, João Carlos Mansur, solicitou um afastamento de 90 dias de seus cargos no clube. A decisão ocorre enquanto ele é investigado pela Polícia Federal por suposta emissão fraudulenta de créditos. Membros do conselho pressionaram Mansur para se desvincular do clube durante as investigações, que já incluíram uma operação anterior em agosto.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o pedido de impeachment do presidente Julio Casares, resultando em seu afastamento imediato do cargo. O próximo passo envolve a definição de uma data para a Assembleia Geral dos Sócios, onde será decidida a destituição definitiva do mandatário.
Harry Massis Júnior assume interinamente a presidência do São Paulo após o afastamento de Julio Casares, decidido pelo Conselho Deliberativo. A decisão ainda precisa ser confirmada em assembleia geral de sócios, que definirá se Casares será efetivamente impedido. Massis Júnior, com longa história no clube e como empresário, tem pela frente o desafio de gerir o Tricolor em um cenário de incerteza.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o afastamento do presidente Júlio Casares por 188 votos a favor e 45 contra. O vice Harry Massis Júnior assume interinamente. A decisão final sobre a permanência de Casares dependerá de uma Assembleia Geral dos sócios adimplentes em até 30 dias. O processo de impeachment ocorre em meio a denúncias de desvio de dinheiro e gestão temerária no clube.
O processo de impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, avançou com a possível data de discussão no Conselho Consultivo do clube. As acusações envolvem má gestão orçamentária e venda de atletas abaixo do valor de mercado, entre outras.
Aliados do presidente do São Paulo, Júlio Casares, preparam um pedido de afastamento, em resposta a um movimento de oposição que já havia solicitado a saída do cartola. O objetivo é pressionar Casares a renunciar, evitando uma votação de impeachment no Conselho Deliberativo.
Sócios do São Paulo realizaram um protesto no clube social do Morumbi com faixas que reproduzem frases de um áudio vazado sobre um esquema de comercialização clandestina de camarotes. As faixas citam declarações de conselheiros envolvidos no caso e pedem o afastamento de Mara Casares, Douglas Schwartzmann e do presidente Julio Casares.
A oposição do São Paulo, através do grupo 'Salve o Tricolor Paulista', está articulando o afastamento do presidente Julio Casares. O pedido ocorre após a revelação de um escândalo de suposta venda irregular de ingressos de camarote no Morumbi, envolvendo a ex-esposa do presidente e um diretor adjunto de futebol de base.
Conselheiros da oposição do São Paulo pedem o afastamento do presidente Julio Casares e outros dirigentes após a revelação de um esquema ilegal de comercialização de ingressos e camarotes. O pedido ocorre após a divulgação de áudios que apontam envolvimento de diretores em exploração irregular de ingressos durante shows.
Leonardo Pantaleão, presidente da Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians, solicitou ao Conselho Deliberativo o afastamento imediato do ex-presidente Andrés Sanchez. A sugestão visa assegurar a credibilidade institucional diante de investigações internas e externas sobre supostos gastos irregulares. A Justiça rejeitou parte das acusações contra Sanchez, mas medidas cautelares foram mantidas.
O volante José Martínez, do Corinthians, será punido com multa salarial e afastamento de jogos. A comissão técnica e a diretoria avaliam quais partidas o jogador ficará de fora, pois ele já cumpre suspensão contra o Botafogo. Martínez foi expulso pela segunda vez no Campeonato Brasileiro em 18 dias, somando quatro cartões vermelhos em 2025.
A Justiça negou o pedido de afastamento do presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, e de dois vices, em relação ao contrato de patrocínio com a Petrobras. O juiz considerou que alterações estatutárias em entidades privadas não são matéria para a justiça e que as alegações carecem de demonstração concreta.
O coordenador da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio, explicou a decisão de afastar a delegação completa do sub-17 em outubro. Segundo ele, a medida visou reforçar que os interesses do clube são superiores aos individuais e que o Palmeiras não pode ser refém de jogadores e seus estafe. O sub-16 assumiu a vaga na competição estadual, mas acabou eliminado nas quartas de final.