O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público contra Osmar Stábile, presidente do Corinthians, acusado de apropriação indébita na contratação da empresa Bear Security. A juíza concluiu que a acusação não reuniu elementos mínimos do crime e que a contratação seguiu os mecanismos internos do clube. Paralelamente, a Comissão de Ética do Corinthians avançou em procedimento que pode levar ao impeachment do dirigente.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians avançou com o procedimento administrativo que apura irregularidades na contratação das empresas de segurança Bear Security e Mega Assessoria durante a gestão de Osmar Stabile. O rito foi alterado para o previsto no Estatuto Social para casos de impeachment, com prazo de 10 dias para defesa do presidente. A decisão não significa condenação ou afastamento imediato, mas pode resultar na destituição do dirigente.
A Comissão de Ética do Corinthians converteu o processo administrativo que apura a contratação da empresa Bear Security em rito de destituição contra o presidente Osmar Stabile. O caso envolve alegações de uso de recursos do clube para custear segurança privada em benefício particular do dirigente, sem a autorização da Polícia Federal. Stabile também foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita continuada, com pedido de ressarcimento superior a R$ 1,2 milhão.
A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians converteu o processo disciplinar contra o presidente interino Osmar Stabile para o rito de destituição previsto no Estatuto Social do clube. O despacho aponta, em tese, suposto uso de serviços de segurança custeados pelo clube para interesses particulares, irregularidades em contratações e falta de autorização da Polícia Federal para a empresa Bear Security. Stabile terá dez dias para apresentar defesa, e a decisão não representa condenação nem afastamento automático.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra a ação movida pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do quadro associativo. O clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações', citou gastos pessoais com cartão corporativo (incluindo petshops) e apontou R$ 7 milhões em saques sem documentação de lastro. Casares alega que sua gestão foi regular, que a reprovação das contas de 2025 teve motivação política e que o pagamento do 'bicho molhado' é um costume do futebol.
O São Paulo apresentou contestação na Justiça contra o processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, que busca reverter a acusação de gestão temerária e anular sua expulsão do Conselho Deliberativo. A defesa do clube classificou os argumentos de Casares como 'alucinações' e pediu a extinção da ação, além de destacar gastos pessoais do ex-mandatário com o cartão corporativo e R$ 7 milhões em saques sem documentação. Casares ainda responde a inquéritos civil e criminal por suspeita de lavagem de dinheiro e exploração clandestina de camarote no Morumbis.
O São Paulo apresentou contestação judicial ao processo movido pelo ex-presidente Julio Casares, pedindo a rejeição da ação. A defesa do clube classificou as alegações de Casares como "alucinações" e sua iniciativa judicial como "desleal e traiçoeira". O processo envolve suspeitas de gestão temerária, saques de R$ 11,05 milhões das contas do clube e gastos de cerca de R$ 1 milhão com cartão corporativo.
O São Paulo contestou na Justiça o processo movido por Júlio Casares, ex-presidente do clube, que busca anular sua expulsão por gestão temerária. O clube qualificou os argumentos do ex-dirigente como 'alucinações' e 'tentativa traiçoeira' de dividir a culpa com subordinados. Casares alega ser vítima de uma trama política e defende que os saques de R$ 11 milhões foram para pagamento de premiações por títulos.
O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, reafirmou o apoio unânime da entidade à reeleição de Gianni Infantino na Fifa. Infantino enfrenta críticas pelo projeto abandonado de criar uma sociedade comercial aberta a investidores externos. As eleições da Fifa estão previstas para 18 de março de 2027, em Rabat, com opposition das confederações europeia, norte-americana e asiática.
O novo relator da Comissão de Ética do São Paulo, José Rubens de Macedo Soares, suspendeu a audiência do processo disciplinar contra o ex-diretor de futebol Carlos Belmonte e pediu ao presidente Harry Massis a contratação de uma auditoria dos contratos. A representação foi aberta por conselheiros após o estouro de R$ 91,19 milhões no orçamento do futebol profissional do clube em 2025. Caso a presidência negue novamente a auditoria, o relator determinará o arquivamento da representação.
Por Bruno Giufrida, Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-09-29
Julio Casares, expulso do São Paulo em 10 de setembro, processou o clube alegando ter sido vítima de uma trama política. Ele pede a declaração de inexistência de gestão temerária, a anulação de responsabilidades pelas contas de 2021 a 2024 e sustenta que a devolução de valores do cartão corporativo configura boa-fé. A matéria detalha as acusações da Comissão de Ética, incluindo saques de R$ 11,05 milhões e gastos de R$ 1 milhão no cartão corporativo, e os argumentos da defesa do ex-presidente.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-09-29
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com ação judicial para anular sua expulsão do quadro associativo do clube, imposta pelo Conselho Deliberativo sob acusação de gestão temerária. Na petição, ele sustenta que sua gestão foi regular e aprovada pelos órgãos competentes, cita títulos inéditos conquistados e usa a declaração do executivo Rafinha sobre o 'bicho molhado' para justificar os saques em dinheiro vivo. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
A Comissão de Ética do São Paulo recomendou o afastamento do diretor executivo de futebol, Rui Costa, em meio a uma investigação sobre a extrapolação do orçamento do departamento em 2025. O processo também pode levar à expulsão do conselheiro Carlos Belmonte, e a Comissão alega insatisfação com a postura de Rui Costa em fornecer documentos.
O Conselho Deliberativo do São Paulo rejeitou por uma votação apertada a suspensão de Olten Ayres de Abreu Júnior da presidência do órgão. A decisão evitou o afastamento do dirigente por 120 dias, apesar de ele responder a um inquérito policial por falsidade ideológica e um processo na Comissão de Ética do clube. Olten publicou uma nota celebrando a decisão, afirmando que houve exercício regular de suas atribuições e reafirmando seu compromisso com o São Paulo.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro associativo do clube pelo Conselho Deliberativo. A decisão foi motivada por sua participação em ações para reverter sua destituição da presidência em maio de 2025, o que levou a processos disciplinares. A defesa de Augusto Melo contestou a validade do processo, alegando falhas e buscando suspensão judicial, mas a liminar não foi apreciada a tempo da votação.
Por Gabriel Oliveira e Vitor Chicarolli em 2026-05-27
A expulsão de Andrés Sanchez do quadro de associados do Corinthians foi definida por voto aberto e nominal dos conselheiros. A Comissão de Ética recomendou a expulsão devido ao uso indevido de cartão corporativo para despesas pessoais. Ao todo, 112 conselheiros votaram a favor da expulsão, 49 contra e seis se abstiveram.
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu expulsar o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo do clube por irregularidades no uso do cartão corporativo. A decisão foi tomada após votação nominal, seguindo recomendação da Comissão de Ética que apontou despesas pessoais equivalentes a cerca de R$ 480 mil.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres de Abreu, decidiu se afastar temporariamente do cargo até a votação de sua suspensão. A decisão visa amenizar a crise institucional do clube, enquanto as investigações da Comissão de Ética prosseguem.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, destituiu a Comissão de Ética do clube após esta recomendar seu afastamento preventivo. A decisão ocorreu em meio a investigações sobre suposta gestão temerária e falsidade ideológica, e uma disputa interna por uma reforma estatutária.
O vice-presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, João Farias, anulou a decisão do presidente do órgão, Olten Ayres de Abreu, que destituiu os membros da Comissão de Ética. Farias alegou conflito de interesses de Olten, que é réu em um processo disciplinar conduzido pela mesma comissão. A medida restaura a composição original da comissão e visa garantir a regularidade dos processos internos.