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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: Artigo detalha a contestação do clube com citações fortes contra Casares, mas mantém relato factual das acusações e defesa do ex-presidente

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Palavras-Chave

Entidades Principais

sao paulo mirassol calleri artur conselho deliberativo julio casares comissao de etica roberto armelin

Conteúdo Original

O São Paulo apresentou à Justiça uma contestação ao processo movido por Julio Casares , ex-presidente do clube, e pediu a rejeição da ação. Na manifestação, a defesa tricolor questiona os argumentos apresentados pelo antigo dirigente, que tenta afastar a responsabilização por supostas irregularidades durante sua gestão e reverter a expulsão do quadro associativo. ➡️ Calleri e Artur estão fora do duelo entre Mirassol x São Paulo; veja provável escalação No documento, os advogados do clube classificaram as alegações de Casares como "alucinações" e afirmaram que ele tenta atribuir a terceiros a responsabilidade por decisões tomadas durante sua presidência. A defesa também considerou a iniciativa judicial "desleal e traiçoeira", segundo trechos da contestação divulgados pelo ge. O São Paulo solicita que a ação seja extinta sem análise do mérito, sob o argumento de falta de interesse processual, além de pedir a correção do valor atribuído à causa. Caso o processo tenha continuidade, o clube requer que os pedidos de Casares sejam julgados improcedentes e que o ex-presidente arque com custas e honorários advocatícios. Casares entrou com a ação em setembro, alegando ter sido alvo de uma "trama política" e contestando as acusações de gestão temerária relacionadas ao período em que esteve à frente do São Paulo, entre 2021 e janeiro de 2026. No processo, a defesa de Casares pede que seja reconhecida a inexistência de gestão temerária e que a aprovação das contas do clube entre 2021 e 2024 seja considerada para afastar eventual responsabilidade do ex-dirigente. A ação também questiona os gastos realizados por meio do cartão corporativo do São Paulo. A expulsão de Casares foi aprovada pelo Conselho Deliberativo em setembro, após análise de investigações internas. O ex-presidente foi enquadrado no artigo 34 do Estatuto Social do clube, que prevê punições para atos de gestão irregular ou temerária. ➡️ Tudo sobre o Tricolor agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! São Paulo Um dos pontos questionados envolve saques realizados das contas do São Paulo durante a gestão de Casares. Segundo relatório da Comissão de Ética, aproximadamente R$ 7 milhões não tinham documentação suficiente para comprovar adequadamente a origem, a finalidade e o destino dos valores. Ao todo, os saques realizados ao longo dos cinco anos de gestão chegaram a R$ 11,05 milhões. Desse montante, R$ 9,3 milhões foram sacados entre 2021 e 2024, enquanto outros R$ 1,7 milhão foram retirados em 2025. Na ação, Casares afirma que não era sua função explicar contabilmente a origem dos saques e diz que não foi questionado sobre o assunto pelo então diretor de compliance do clube, Roberto Armelin. O ex-presidente também sustenta que os valores foram utilizados em despesas como premiações a jogadores, pagamentos a prestadores de serviço e ações promocionais. ➡️ Julio Casares processa o São Paulo e contesta acusações que levaram à sua expulsão Outro ponto já abordado em processo são as despesas feitas com o cartão corporativo do São Paulo, que em que Casares gastou cerca de R$ 1 milhão durante seu mandato, com registros de pagamentos em restaurantes, estabelecimentos de luxo e outros tipos de despesas. O presidente teria devolvido parte do valor, no fim de 2025, de cerca de R$ 560.401,74, que classificou como referente a gastos pessoais. A defesa também utiliza o ressarcimento para contestar a responsabilização do ex-dirigente pelos gastos.