A Comissão de Ética do Corinthians remarcou a audiência do ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 26 de março, após a defesa não comprovar impedimento jurídico para o depoimento. O caso envolve a investigação de gastos suspeitos no cartão corporativo entre 2018 e 2020, com a possibilidade de recomendação de expulsão do ex-dirigente. Paralelamente, Andrés Sanchez enfrenta denúncias do Ministério Público por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão que rejeitou a denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, buscando reabrir o caso de uso indevido de cartão corporativo. O MP sustenta que há indícios de apropriação indevida, lavagem de dinheiro e crime tributário, pedindo a anulação da decisão de primeira instância e o retorno da denúncia para tramitação.
A Justiça de São Paulo rejeitou as denúncias de lavagem de dinheiro e crime tributário contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o ex-diretor financeiro Roberto Gavioli. A magistrada considerou que não há justa causa para a ação penal, pois os gastos foram pessoais e não configuram lavagem de dinheiro. A acusação de apropriação indébita, no entanto, ainda está sob investigação.
O presidente do São Paulo FC, Harry Massis, renunciou ao cartão corporativo e plano de saúde para fortalecer a governança e o compliance do clube. Ele busca implementar práticas de gestão mais rígidas, inspiradas em suas empresas, e aproximar a gestão executiva do departamento de futebol.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, abriu mão do cartão corporativo e do plano de saúde para implementar uma política de austeridade financeira no clube. As medidas visam a economia de recursos e o combate à corrupção, em um momento em que o clube revisa contratos e busca reorganizar suas finanças, priorizando o futebol.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a utilização de tornozeleira eletrônica para o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez. A alegação é de descumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça, incluindo a comunicação com dirigentes do clube. A defesa de Sanchez considera a medida desproporcional e afirma ter tomado conhecimento do pedido pela imprensa.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a imposição de tornozeleira eletrônica e apreensão de passaporte para Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians. A medida é solicitada por suposto descumprimento de medidas cautelares, como a proibição de se comunicar com dirigentes do clube. Sanchez é acusado de usar o cartão corporativo do Corinthians para fins pessoais, com mais de 200 compras totalizando R$ 581 mil.
Uma investigação do Conselho Fiscal do São Paulo revelou que o ex-presidente Julio Casares utilizou cerca de R$ 500 mil do cartão corporativo do clube para despesas pessoais, incluindo cabeleireiros e lojas de grife. Embora os valores tenham sido devolvidos, o episódio gerou forte desgaste interno e críticas de conselheiros em um período de crise financeira para o clube.
A Comissão de Ética do Corinthians abriu um processo disciplinar contra o ex-presidente Andrés Sanchez, investigado por suposto uso indevido do cartão corporativo do clube. O caso envolve gastos suspeitos de R$ 190.523,54 e pode levar à expulsão de Sanchez do clube. Paralelamente, o Ministério Público de São Paulo também denunciou o ex-presidente por crimes como lavagem de dinheiro.
O Conselho Fiscal do São Paulo solicitou acesso às faturas de cartão corporativo utilizadas pelo ex-presidente Julio Casares. O pedido visa verificar se os gastos foram realizados conforme as normas do clube. Casares renunciou após ter seu impeachment aprovado e está sendo investigado pela Polícia Civil por outras questões.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, por lavagem de dinheiro e crimes tributários. A acusação alega o uso indevido do cartão corporativo do clube para despesas pessoais e de terceiros, totalizando um pedido de ressarcimento de R$ 101 mil. A defesa de Sanchez ainda não se pronunciou sobre as novas acusações.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia criminal contra Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro do clube. A acusação detalha um esquema de lavagem de dinheiro, crimes tributários e apropriação indébita através do uso indevido de cartões corporativos. A defesa de Andrés Sanchez manifestou perplexidade com a nova denúncia.
O Ministério Público de São Paulo denunciou Duílio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, por apropriação indébita. Ele teria utilizado o cartão corporativo do clube para despesas pessoais, totalizando R$ 41,8 mil. O MP também pede bloqueio de bens, medidas cautelares e auditoria nas despesas.
Uma juíza reduziu as acusações contra Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro, para uso irregular de cartão corporativo, afastando lavagem de dinheiro e crime tributário. Em resposta, o promotor Cássio Conserino pediu o anulamento da decisão, alegando que a juíza deveria ter analisado um pedido de afastamento dela no caso.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, prestou depoimento sobre gastos no cartão corporativo durante sua gestão. Ele justificou 50 despesas consideradas suspeitas, totalizando mais de R$ 190 mil. O caso agora segue para comissões internas e aguarda manifestação do Poder Judiciário, que já recebeu denúncia do Ministério Público.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, prestou esclarecimentos à Comissão de Justiça do clube sobre gastos indevidos no cartão corporativo durante sua gestão. Paralelamente, ele responde a uma denúncia do Ministério Público de São Paulo por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
O ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, prestou depoimento ao Ministério Público de São Paulo sobre o uso de cartões corporativos durante sua gestão. Ele foi questionado sobre gastos que somariam R$ 86 mil, incluindo itens como cervejas e cigarros. A defesa alega que os valores foram reembolsados e não ultrapassam R$ 1.300.
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, prestará depoimento ao Ministério Público de São Paulo para explicar supostos gastos irregulares com o cartão corporativo do clube entre 2021 e 2023. A investigação apura despesas como cabeleireiro, loja de náutica e compras no exterior, consideradas incompatíveis com a função institucional. O Corinthians é tratado como vítima no processo, que também investiga as gestões anteriores de Andrés Sánchez e a atual de Augusto Melo.
O Ministério Público de São Paulo marcou o depoimento do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, para o dia 13 de novembro. Ele será interrogado sobre supostos gastos irregulares no cartão corporativo do clube durante sua gestão. A investigação segue o mesmo padrão usado com Andrés Sánchez e também abrange a gestão de Augusto Melo.