O colunista Juca Kfouri compara a propaganda de sabão em pó que prometia lavar mais branco com o futebol atual, sugerindo que o esporte se tornou um meio para lavar dinheiro e encobrir corrupção. Ele menciona investigações policiais envolvendo grandes clubes paulistas como Corinthians e São Paulo, além de casos no Inter e Atlético Mineiro, indicando a prevalência de corrupção nas entidades esportivas.
A Justiça brasileira identificou fortes indícios de lavagem de dinheiro envolvendo o São Paulo FC. As investigações serão transferidas para uma Vara Especializada em Lavagem de Dinheiro e Crime Organizado, dada a complexidade dos fatos apurados. Promotores do Ministério Público concordaram com a remessa do caso, reforçando a gravidade das possíveis práticas financeiras ilícitas.
O Ministério Público Federal (MPF) aponta o empresário Darwin Henrique da Silva Filho, dono da Esportes da Sorte, patrocinadora máster do Corinthians, como peça central em um esquema de crimes financeiros. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e organização criminosa ligadas ao mercado de apostas esportivas.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o gerente afastado Roberto Gavioli, acusados de lavagem de dinheiro e crimes tributários. A promotoria também cobra um novo ressarcimento financeiro ao clube, referente a supostos gastos pessoais de Andrés Sanchez com o cartão corporativo.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, por lavagem de dinheiro e crimes tributários. A acusação alega o uso indevido do cartão corporativo do clube para despesas pessoais e de terceiros, totalizando um pedido de ressarcimento de R$ 101 mil. A defesa de Sanchez ainda não se pronunciou sobre as novas acusações.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia criminal contra Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro do clube. A acusação detalha um esquema de lavagem de dinheiro, crimes tributários e apropriação indébita através do uso indevido de cartões corporativos. A defesa de Andrés Sanchez manifestou perplexidade com a nova denúncia.