O Corinthians promoveu uma sequência incomum de entrevistas coletivas e treinos abertos à imprensa nos últimos dias. A estratégia, apoiada pelo técnico Seedorf e pelo elenco, busca dar transparência ao trabalho, controlar os bastidores e reduzir o impacto de notícias negativas em meio à crise de resultados. O clube luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro e enfrenta desgastes internos já relatados pela imprensa.
Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-11-03
O colunista Paulo Cobos elogia a decisão do Corinthians de abrir seus treinamentos e liberar jogadores para entrevistas diárias, em contraste com o hermetismo da maioria dos clubes brasileiros. O artigo destaca essa transparência como atitude corajosa em meio à crise do clube, que está na zona de rebaixamento do Brasileiro. O autor espera que o exemplo se mantenha mesmo quando os resultados esportivos melhorarem.
A partir da 11ª rodada do Campeonato Espanhol, os árbitros de LaLiga passarão a dar entrevistas após as partidas, fruto de um acordo entre a liga, a Federação Espanhola de Futebol e o sindicato AESAF. A iniciativa busca ampliar a transparência da arbitragem e valorizar o produto audiovisual, com acesso limitado às emissoras DAZN e Movistar+. Como contrapartida, os árbitros receberão um bônus audiovisual de 500 mil euros, cerca de R$ 3 milhões, dividido entre os profissionais.
O Sevilla acusou publicamente a LaLiga de ocultar imagens do jogo contra o Real Madrid no Santiago Bernabéu. O clube andaluz reivindica acesso às gravações para analisar decisões arbitrárias e situações polêmicas da partida. A LaLiga não emitiu resposta oficial, mantendo a polêmica em aberto.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) tem ampliado seu diálogo com autoridades públicas em Brasília para fortalecer sua imagem institucional. A estratégia foi detalhada por Emanuel, campeão olímpico e diretor-geral do COB, em entrevista ao programa CNN Esportes S/A. O dirigente destacou audiências públicas, encontros com governadores e senadores e o trabalho de credibilidade e transparência do comitê.
O Corinthians iniciou o desligamento de diretores da atual gestão que registrarão candidaturas nas eleições presidenciais do clube, marcadas para 28 de novembro. A decisão foi comunicada oficialmente após o encerramento do prazo de inscrições e busca preservar a isenção da direção executiva durante o período eleitoral. O clube afirmou que a administração seguirá atuando normalmente, reafirmando o compromisso com a transparência e a lisura do processo democrático.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido um pagamento adicional de US$ 1,72 milhão (R$ 8,6 milhões) relacionado à Copa do Mundo de 2026, que não foi divulgado no relatório anual da entidade. A informação, revelada pela ESPN com base em documentos fiscais americanos, pode configurar violação do estatuto da Fifa, que exige transparência sobre remunerações. A Fifa negou irregularidades e afirmou que suas contas são auditadas de forma independente.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido US$ 1,72 milhão adicionais em 2024 da FWC2026, entidade criada para organizar a Copa do Mundo de 2026, valor não divulgado no relatório anual da organização. Documentos da Receita Federal americana e apuração da ESPN apontam possível violação dos estatutos da Fifa, que nega irregularidades. A matéria também cita controvérsias anteriores, como o plano de venda de participação na Copa a investidores ligados a Joshua Kushner e a interferência de Trump no caso disciplinar do atacante Folarin Balogun.
Investigação do jornal britânico The Times revela que Gianni Infantino, presidente da Fifa, teria recebido US$ 1,76 milhão em pagamentos não divulgados em 2024, feitos pela FWC2026 US Inc, empresa gestora da Copa do Mundo de 2026. Os valores ultrapassariam a remuneração oficial declarada de 4,27 milhões de francos suíços, e pagamentos semelhantes teriam ocorrido também em 2025 e 2026. A Fifa negou formalmente as alegações, afirmando que cumpre todas as exigências de prestação de contas e que a remuneração do presidente é definida por um comitê independente.
O colunista Danilo Lavieri elogiou a transparência do Flamengo ao divulgar detalhes da cirurgia e do prazo de recuperação de Arrascaeta, lesionado em amistoso pela seleção uruguaia. Ele comparou a postura rubro-negra à do Palmeiras, que, segundo ele, esconde informações médicas dos atletas. Apesar do desfalque de dois meses e oito jogos, Lavieri avaliou que o Flamengo segue favorito nas próximas partidas.
Rodrigo Mattos, em artigo no UOL, critica a fala de Leila Pereira sobre "ser dona de um clube" após o Palmeiras, interpretando-a como uma rejeição a críticas e ao processo democrático. Ele aborda a possibilidade de conflito de interesses com a compra de um clube pelo enteado de Leila, especialmente em relação à CBF e à necessidade de transparência.
A coluna de Walter Casagrande Jr. no UOL questiona a veracidade das informações sobre a lesão de Neymar, criticando a falta de transparência do jogador, do Santos e da CBF. O autor argumenta que a convocação de Neymar, mesmo lesionado, pode impactar negativamente o desempenho da seleção na Copa, questionando a forma física e a capacidade do jogador de decidir jogos importantes nos últimos anos.
O comentarista Casagrande criticou a convocação de Neymar pela CBF e pelo técnico Ancelotti, mesmo lesionado, afirmando que ambos escolheram ser 'reféns' do jogador. Ele apontou falta de transparência no processo e o impacto negativo no planejamento e ritmo do atleta para futuras competições.
Neymar foi convocado para a Copa do Mundo mesmo com lesão muscular comprovada, gerando debate sobre a decisão e comparações com o caso Romário em 1998. A recuperação estimada em duas a três semanas levanta questionamentos sobre a transparência e a gestão de informações no futebol brasileiro.
O ex-jogador e comentarista Casagrande criticou a forma como o Santos lidou com a situação física de Neymar. Segundo ele, o clube deixou a informação "nublada" para justificar a ausência do jogador em partidas, sem prejudicar sua convocação para a Copa do Mundo. Casagrande ressaltou a falta de transparência na comunicação do Santos.
A comentarista Fabíola Andrade solicita maior transparência da CBF sobre a lesão na panturrilha de Neymar. Ela argumenta que a entidade deve fornecer informações oficiais após as avaliações do jogador na Granja Comary, especialmente considerando os objetivos do Santos e da seleção brasileira.
A Fifa foi notificada pelas autoridades dos estados de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos, devido aos altos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. As autoridades locais iniciarão uma investigação sobre a entidade por "falta de transparência e preços abusivos" na venda das entradas, motivadas por reclamações de torcedores.
A matéria analisa a queda de Andrés Sánchez na política interna do Corinthians e suas implicações para a eleição presidencial. O texto aponta Osmar Stábile como favorito, apesar de investigações sobre irregularidades, e destaca a necessidade de maior transparência e gestão financeira no clube.
Um grupo de 113 conselheiros do São Paulo FC enviou um manifesto ao Ministério Público defendendo a continuidade de um inquérito civil que investiga atos da gestão do clube. O documento surge como contraposição ao pedido de arquivamento feito pelo próprio São Paulo, reforçando o interesse institucional na apuração completa dos fatos para garantir transparência e credibilidade.
A organização das Olimpíadas de Los Angeles 2028 divulgou números recordes de vendas de ingressos, superando Paris 2024. No entanto, torcedores expressaram insatisfação com taxas elevadas, preços triplicados em relação à edição anterior e falta de transparência na divulgação dos valores.