O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido US$ 1,72 milhão adicionais em 2024 da FWC2026, entidade criada para organizar a Copa do Mundo de 2026, valor não divulgado no relatório anual da organização. Documentos da Receita Federal americana e apuração da ESPN apontam possível violação dos estatutos da Fifa, que nega irregularidades. A matéria também cita controvérsias anteriores, como o plano de venda de participação na Copa a investidores ligados a Joshua Kushner e a interferência de Trump no caso disciplinar do atacante Folarin Balogun.