A matéria, escrita por Milton Neves, celebra a memória de Léo Batista, um dos locutores e jornalistas esportivos mais icônicos do Brasil, um ano após sua morte. O texto relembra sua extensa carreira na Globo desde 1970, destacando suas participações em programas históricos e sua credibilidade.
O Monte Roraima publicou nota de repúdio contra a arbitragem na derrota para o Palmeiras pela Copinha. O clube alega um erro crucial que validou um gol do Palmeiras que não cruzou a linha, o que influenciou o placar final de 4 a 2. Exigiram o afastamento do trio de arbitragem, criticando a credibilidade da competição.
O Atlético-MG apresentou Pedro Daniel como seu novo CEO da SAF, com o objetivo de recuperar a credibilidade do clube no mercado e promover eficiência nas contratações. Ele enfatizou a importância de decisões cirúrgicas e baseadas em dados para diminuir a margem de erro nos investimentos. A gestão financeira e a honra de compromissos foram destacadas como cruciais para a reconstrução da imagem do clube.
O presidente da SAF da Portuguesa, Alex Bourgeois, fez um balanço do primeiro ano da gestão, destacando a reestruturação financeira e a conquista de credibilidade no mercado. Apesar dos avanços na organização do clube, os resultados esportivos foram frustrantes, com eliminações precoces em todas as competições disputadas.
Um projeto de lei que visa a profissionalização da arbitragem no futebol brasileiro avançou no Congresso Nacional com a aprovação unânime pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. A proposta, que já passou pela Comissão de Esporte, segue para a Câmara dos Deputados e busca garantir contrato de trabalho, remuneração fixa, capacitação e direitos trabalhistas para os árbitros, visando resgatar a credibilidade do esporte.
O comentarista Arnaldo Ribeiro criticou a credibilidade histórica do STJD, classificando-o como um tribunal "sem credibilidade alguma". Ele apontou a falta de critérios claros e a influência de bastidores como fatores que comprometem os julgamentos, especialmente em momentos decisivos de campeonatos.
O julgamento de Bruno Henrique expôs uma crise de credibilidade na justiça desportiva brasileira, questionando a integridade do esporte. A decisão contraditória de punir conduta irregular sem considerar manipulação de resultados levanta dúvidas sobre a proteção da lisura do jogo e a confiança do torcedor.
O comentarista Danilo Lavieri, do UOL, avalia que o julgamento de Vitor Roque pelo STJD é justo, mas critica o 'timing' da decisão. Segundo ele, a interferência do tribunal na reta final de um campeonato apertado, como o atual entre Palmeiras e Flamengo, prejudica a credibilidade da entidade e agrava a situação.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pode gerar uma crise de credibilidade no STJD devido à procrastinação em seu julgamento. A lentidão do tribunal, exemplificada pelo pedido de vistas do auditor Marco Aurélio Choy, levanta dúvidas sobre a clareza de seus critérios e a igualdade na competição.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho critica a falta de critério e transparência nos julgamentos do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Ele aponta a inconsistência nas datas de julgamentos, o que impacta diretamente a credibilidade da instituição e prejudica clubes como o Palmeiras.