O artigo lamenta o falecimento do jornalista Raimundo Pereira aos 85 anos, destacando sua trajetória marcada pela luta contra a ditadura e pela imprensa democrática. Pereira, vencedor do Prêmio Esso, fundou o jornal Movimento e resistiu à repressão, sendo comparado a um 'vietcong' de seu tempo.
O artigo de opinião de Juca Kfouri critica a reportagem do Jornal Nacional sobre o endividamento familiar, que omitiu menção às apostas esportivas (bets). O autor aponta um conflito de interesse, visto que a Globo possui sua própria plataforma de apostas, a BetMGM Brasil, sugerindo que essa omissão prejudica o bom jornalismo.
Milton Neves, em tom pessoal e grato, relembra a figura de João Carlos Di Genio, fundador da UNIP e do Colégio Objetivo. O colunista destaca como Di Genio foi fundamental em sua trajetória profissional, oferecendo bolsa de estudos e oportunidades de trabalho no início de sua carreira em São Paulo.
O artigo discute a pertinência da pergunta feita por um repórter a Hulk sobre a convocação de Neymar para a seleção brasileira, mesmo após uma derrota do Atlético-MG. O autor defende a pergunta como correta e bem formulada, ressaltando que o debate sobre Neymar é relevante e multifacetado na sociedade.
O artigo é uma opinião de Juca Kfouri dirigida aos torcedores do Botafogo, pedindo desculpas por não ter alertado mais enfaticamente sobre os riscos da gestão de John Textor. O autor critica jornalistas, influenciadores e artistas que defenderam cegamente o dirigente, mesmo diante de sinais de alerta. Kfouri lamenta o sacrifício do jornalismo pelo clubismo e a consequente perda de credibilidade.
O artigo narra a história por trás do primeiro 'Gol do Fantástico', quadro televisivo icônico, que foi inaugurado por Freitas, atacante do Coritiba, em 1979. O lance ocorreu em uma partida contra a Francana e destacou o talento do jogador, que também foi artilheiro do time no Campeonato Brasileiro daquele ano.
O colunista Juca Kfouri discute a dualidade entre a tragédia humana global, exemplificada pela morte de uma criança palestina em Gaza, e o entretenimento do futebol. Ele aborda a crítica comum de misturar esporte com política e defende que, apesar do sofrimento no mundo, o ser humano precisa de paliativos e distrações para sobreviver, mesmo que pareça insensível.
O artigo de Milton Neves celebra o Dia Internacional da Mulher, destacando o papel pioneiro de Semiramis Teixeira, Germana Garilli e Regiani Ritter na abertura de espaço para as mulheres na crônica esportiva brasileira. O texto ressalta as dificuldades enfrentadas por elas em um meio historicamente machista e reconhece a importância de suas lutas para o avanço da presença feminina no jornalismo esportivo atual.
Cordeirópolis, cidade natal do jornalista Léo Batista, instituiu a "Medalha Léo Batista" como a mais alta honraria do esporte local. A condecoração homenageia o legado do comunicador, que faleceu em janeiro de 2025, e será concedida anualmente a atletas e personalidades que promovam o esporte na cidade.
Um documentário sobre a revista Placar, intitulado 'Placar - A Revista Militante', foi lançado na plataforma de filmes Reserva Imovision. O filme investiga o papel da publicação como espaço de resistência política durante a ditadura militar brasileira, destacando como o futebol e o jornalismo esportivo foram utilizados para pensamento crítico e debate.
A matéria, escrita por Milton Neves, celebra a memória de Léo Batista, um dos locutores e jornalistas esportivos mais icônicos do Brasil, um ano após sua morte. O texto relembra sua extensa carreira na Globo desde 1970, destacando suas participações em programas históricos e sua credibilidade.
O artigo analisa o processo de destituição de Julio Casares da presidência do São Paulo FC como um marco na profissionalização e nos mecanismos de controle institucional no futebol brasileiro. Destaca o papel crucial do jornalismo investigativo na exposição de irregularidades e na pressão por responsabilização, promovendo um ciclo virtuoso de transparência e governança.
A jornalista Mariana Becker retorna à Globo para comentar as corridas da Fórmula 1 de forma presencial. Ela atuará como comentarista em todas as etapas exibidas pela TV Globo e sportv, mantendo seu olhar direto dos locais das corridas para trazer informações puras e contextuais. Esta marca a segunda passagem de Becker pela emissora, onde iniciou sua carreira.
O artigo reflete sobre como a cobertura jornalística da Copa do Mundo nos EUA em 2026 possivelmente ignorará questões políticas e sociais relevantes, seguindo um padrão histórico de foco exclusivo no futebol. O autor, Juca Kfouri, critica essa tendência e cita o exemplo de Peter Arnett para defender um jornalismo mais rigoroso e abrangente.
A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
A jornalista Fabíola Andrade discute a crescente onda de assédio e violência contra mulheres no jornalismo esportivo, com destaque para incidentes recentes envolvendo repórteres. Ela apela aos homens para que se posicionem ativamente na mudança cultural contra o machismo e a misoginia.
A repórter Duda Dalponte, do Esporte da Globo, se pronunciou após ter sido agredida por torcedores do Flamengo, que puxaram seu cabelo durante uma entrada ao vivo para o Jornal Hoje no embarque da equipe para a final da Libertadores. A jornalista relatou o ocorrido, classificou a situação como lamentável e agressão, e expressou esperança de que o fato sirva de aprendizado para que não se repita, especialmente contra mulheres profissionais da mídia.
O colunista Juca Kfouri critica a histeria e o linchamento midiático sofridos pelo jovem zagueiro João Victor após a derrota do Flamengo no clássico contra o Fluminense. Ele aponta que fatores como o calendário apertado e o esgotamento físico dos jogadores são ignorados em favor de uma caça aos culpados, com o jogador sendo um alvo fácil para "covardes" da mídia e até mesmo para a torcida.
O artigo discute a surpresa do jornalismo mundial com a vitória esmagadora da Alemanha sobre a Eslováquia nas eliminatórias da Copa do Mundo. A expectativa era de uma classificação eslovaca, o que frustrou a busca por uma notícia inusitada e sensacionalista por parte da imprensa internacional.
A colunista Alicia Klein reflete sobre os cinco anos de sua estreia profissional no UOL e a de Abel Ferreira como técnico do Palmeiras, destacando a coincidência de datas e o percurso profissional de ambos. O texto aborda os desafios iniciais, a dedicação e o sucesso conquistado nesse período, enfatizando a ligação pessoal e profissional com o Palmeiras.