A colunista Milly Lacombe discute o Dia Internacional do Trabalho, ressaltando suas origens históricas e a importância do movimento feminista em sua concepção. Ela critica a forma como os movimentos trabalhistas posteriores negligenciaram a pauta do trabalho doméstico, argumentando que a reforma das regras trabalhistas sem o desmantelamento do patriarcado é insuficiente para alcançar a verdadeira igualdade.
O artigo discute como o poder, especialmente em estruturas masculinistas, se articula através de festas e encontros privados, muitas vezes envolvendo atividades sexuais e uso de substâncias. A autora Milly Lacombe expõe que esses métodos são utilizados para determinar promoções, negócios e parcerias, excluindo mulheres de decisões importantes e reforçando o patriarcado.
O artigo questiona a ausência de manifestações feministas iranianas em meio a conflitos externos, analisando a complexa relação entre a luta feminista, a soberania nacional e o imperialismo. A autora argumenta que, diante da agressão externa, as feministas iranianas se uniram em defesa do país, adiando temporariamente a luta por direitos internos.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.
A colunista Milly Lacombe argumenta que não existe feminismo honesto que apoie guerras coloniais, especialmente a guerra estadunidense-israelense contra o Irã. Ela afirma que tais conflitos nunca libertam mulheres e, ao contrário, as tornam as primeiras e mais afetadas vítimas, piorando sua situação e direitos.
O artigo discute as repercussões da declaração machista do jogador Gustavo Marques, criticando a superficialidade das desculpas e a abordagem que foca na competência da árbitra Daiane Muniz. A autora defende que a competência feminina não deve ser um escudo contra o machismo e que a luta contra ele exige um aprofundamento na compreensão do feminismo e na autocrítica dos homens.
A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
A colunista Milly Lacombe apresenta sua lista pessoal dos dez livros que mais a impactaram em 2025. A lista abrange diversas temáticas, incluindo ficção, filosofia, feminismo, biografias e ensaios sobre questões sociais e políticas.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.
O artigo analisa criticamente uma publicação do The New York Times que questionou se as mulheres arruinaram o ambiente de trabalho, considerando a abordagem machista e misógina. A autora refuta as premissas apresentadas, defendendo a teoria feminista e denunciando a desinformação e o sexismo do debate.
O artigo discute a relação entre o Dia das Bruxas e o feminismo, resgatando a figura histórica das mulheres perseguidas e assassinadas durante a Idade Média, conhecidas como 'bruxas'. A autora argumenta que essa perseguição foi, na verdade, um genocídio contra mulheres e saberes, e que o feminismo busca ressignificar a imagem da bruxa como um arquétipo de poder e resistência.