A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
A colunista Milly Lacombe apresenta sua lista pessoal dos dez livros que mais a impactaram em 2025. A lista abrange diversas temáticas, incluindo ficção, filosofia, feminismo, biografias e ensaios sobre questões sociais e políticas.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.
O artigo analisa criticamente uma publicação do The New York Times que questionou se as mulheres arruinaram o ambiente de trabalho, considerando a abordagem machista e misógina. A autora refuta as premissas apresentadas, defendendo a teoria feminista e denunciando a desinformação e o sexismo do debate.
O artigo discute a relação entre o Dia das Bruxas e o feminismo, resgatando a figura histórica das mulheres perseguidas e assassinadas durante a Idade Média, conhecidas como 'bruxas'. A autora argumenta que essa perseguição foi, na verdade, um genocídio contra mulheres e saberes, e que o feminismo busca ressignificar a imagem da bruxa como um arquétipo de poder e resistência.