A coluna critica a audiência pública marcada pelo ministro Luiz Fux no STF para discutir a medida provisória que proibiu apostas online no Brasil, destacando que apenas entidades beneficiadas financeiramente pelas bets foram convidadas, sem espaço para saúde pública, defesa do consumidor ou mulheres. Com base na pesquisa 'Mulheres & Bets', a autora apresenta os impactos das apostas nas famílias de classes C, D e E e defende a manutenção da proibição até que todas as perspectivas afetadas sejam ouvidas.
A colunista Milly Lacombe destaca uma imagem icônica de uma jovem argentina que resiste, com a bandeira do país erguida, aos jatos de água da polícia durante protestos contra os cortes de investimentos no ensino público pelo governo Javier Milei. O texto conecta a manifestação à luta global contra governos autoritários, bilionários, Big Techs e a influência de Donald Trump. A autora celebra o protagonismo feminista na linha de frente da resistência e expressa solidariedade entre Brasil e Argentina.
Coluna opinionativa de Alicia Klein critica as contradições de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, que se posiciona como feminista e vítima de misoginia, mas chama de 'imbecis' quem questiona o conflito de interesses na compra da SAF do Vasco por sua família. O texto aponta que Leila despreza críticas da torcida e de opositores, seguindo inclusive no Instagram de uma deputada que se declara inimiga das feministas. A autora conclui que a bilionária presidente comprou o 'direito à contradição'.
A colunista Milly Lacombe discute o Dia Internacional do Trabalho, ressaltando suas origens históricas e a importância do movimento feminista em sua concepção. Ela critica a forma como os movimentos trabalhistas posteriores negligenciaram a pauta do trabalho doméstico, argumentando que a reforma das regras trabalhistas sem o desmantelamento do patriarcado é insuficiente para alcançar a verdadeira igualdade.
O artigo discute como o poder, especialmente em estruturas masculinistas, se articula através de festas e encontros privados, muitas vezes envolvendo atividades sexuais e uso de substâncias. A autora Milly Lacombe expõe que esses métodos são utilizados para determinar promoções, negócios e parcerias, excluindo mulheres de decisões importantes e reforçando o patriarcado.
O artigo questiona a ausência de manifestações feministas iranianas em meio a conflitos externos, analisando a complexa relação entre a luta feminista, a soberania nacional e o imperialismo. A autora argumenta que, diante da agressão externa, as feministas iranianas se uniram em defesa do país, adiando temporariamente a luta por direitos internos.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.
A colunista Milly Lacombe argumenta que não existe feminismo honesto que apoie guerras coloniais, especialmente a guerra estadunidense-israelense contra o Irã. Ela afirma que tais conflitos nunca libertam mulheres e, ao contrário, as tornam as primeiras e mais afetadas vítimas, piorando sua situação e direitos.
O artigo discute as repercussões da declaração machista do jogador Gustavo Marques, criticando a superficialidade das desculpas e a abordagem que foca na competência da árbitra Daiane Muniz. A autora defende que a competência feminina não deve ser um escudo contra o machismo e que a luta contra ele exige um aprofundamento na compreensão do feminismo e na autocrítica dos homens.
A colunista Milly Lacombe critica a reação de parte da esquerda às reportagens de Malu Gaspar, atribuindo as críticas ao machismo e à falta de representatividade feminista em setores progressistas. A autora defende a necessidade de discernimento sobre fontes jornalísticas e alerta para o uso de táticas misóginas na esquerda.
A colunista Milly Lacombe apresenta sua lista pessoal dos dez livros que mais a impactaram em 2025. A lista abrange diversas temáticas, incluindo ficção, filosofia, feminismo, biografias e ensaios sobre questões sociais e políticas.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.
O artigo analisa criticamente uma publicação do The New York Times que questionou se as mulheres arruinaram o ambiente de trabalho, considerando a abordagem machista e misógina. A autora refuta as premissas apresentadas, defendendo a teoria feminista e denunciando a desinformação e o sexismo do debate.
O artigo discute a relação entre o Dia das Bruxas e o feminismo, resgatando a figura histórica das mulheres perseguidas e assassinadas durante a Idade Média, conhecidas como 'bruxas'. A autora argumenta que essa perseguição foi, na verdade, um genocídio contra mulheres e saberes, e que o feminismo busca ressignificar a imagem da bruxa como um arquétipo de poder e resistência.