O artigo narra a curiosa história de como uma camisa do Athletico Paranaense foi parar em uma cápsula do tempo do jornal The New York Times, com destino ao ano 3000. A iniciativa, que contou com a participação de um motorista curitibano e um jornalista americano, transformou o clube em um símbolo do futuro brasileiro.
O artigo analisa criticamente uma publicação do The New York Times que questionou se as mulheres arruinaram o ambiente de trabalho, considerando a abordagem machista e misógina. A autora refuta as premissas apresentadas, defendendo a teoria feminista e denunciando a desinformação e o sexismo do debate.