Fabio Capello, ex-técnico do Real Madrid, descreveu Ronaldo Fenômeno como um 'líder negativo', alegando que o jogador não treinava adequadamente e não motivava os colegas. Capello também mencionou que o comportamento de Ronaldo, incluindo sua vida social e peso, influenciou sua saída do clube espanhol e sua posterior transferência para o Milan.
A coluna discute como a masculinidade hegemônica em alguns jogadores de futebol reage negativamente a um drible, interpretando-o como uma afronta. A autora argumenta que essa fragilidade masculina torna o futebol mais chato e que a presença feminina evidencia esses comportamentos.
O artigo analisa criticamente os cursos ministrados por Juliano Cazarré, argumentando que eles reforçam conceitos de poder, controle e dominação masculina. A autora Milly Lacombe defende que esses cursos promovem uma visão patriarcal e colonial de gênero, incentivando a rejeição do feminino e a manutenção de hierarquias sociais prejudiciais.
A colunista Milly Lacombe discute o Dia Internacional do Trabalho, ressaltando suas origens históricas e a importância do movimento feminista em sua concepção. Ela critica a forma como os movimentos trabalhistas posteriores negligenciaram a pauta do trabalho doméstico, argumentando que a reforma das regras trabalhistas sem o desmantelamento do patriarcado é insuficiente para alcançar a verdadeira igualdade.
A seleção feminina do Afeganistão recebeu autorização da Fifa para competir oficialmente em torneios, encerrando um período em que atuavam como seleção de refugiadas. A decisão, celebrada pelas jogadoras e ex-capitãs, representa um marco histórico na luta por direitos e reconhecimento para as mulheres afegãs no esporte, superando obstáculos impostos pelo Talibã.
O artigo critica a indicação de Jorge Messias ao STF, destacando sua posição contrária ao aborto e como isso demonstra sua inadequação para a corte. A autora argumenta que o debate sobre aborto é complexo e não deve ser reduzido a posições extremistas ou a declarações feitas em sabatinas.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
O artigo discute como o poder, especialmente em estruturas masculinistas, se articula através de festas e encontros privados, muitas vezes envolvendo atividades sexuais e uso de substâncias. A autora Milly Lacombe expõe que esses métodos são utilizados para determinar promoções, negócios e parcerias, excluindo mulheres de decisões importantes e reforçando o patriarcado.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apoia a nova política do Comitê Olímpico Internacional (COI) que bane mulheres trans de competições femininas. No entanto, o COB questiona a aplicação prática e o cronograma da nova regra, buscando esclarecimentos do COI sobre quando a política entrará em vigor e como será aplicada.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
O artigo critica as atitudes misóginas e grosseiras dos jogadores Neymar e Allan durante partidas recentes. O autor descreve o comportamento de Allan com um gesto obsceno e de Neymar com uma fala considerada violenta psicologicamente contra as mulheres, argumentando que ambos demonstram falta de respeito e princípios equivocados.
A colunista Milly Lacombe analisa a declaração misógina de Neymar após uma partida, onde ele chamou o juiz de "chico", expressão historicamente usada para se referir à menstruação feminina. O artigo critica o silêncio e a falta de reação da imprensa e de figuras públicas diante desse tipo de fala, destacando como a misoginia se perpetua e dificulta sua criminalização.
A coluna de Milly Lacombe critica o programa Roda Viva por questionar o tom de voz da deputada federal Erika Hilton. A autora argumenta que a abordagem é misógina e transfóbica, pois desvia o foco da luta de Hilton contra o ódio e o preconceito, focando em sua assertividade, enquanto ignora a agressividade de figuras masculinas.
O tradicional Complexo Esportivo de Lazer e Cidadania do Campo de Marte, um reduto do futebol de várzea em São Paulo que revelou diversos ídolos, enfrenta incertezas e teme extinção após decisão judicial que autoriza demolições para a construção de um parque. Ocupantes contestam a ação e a perda de autonomia sobre o espaço que administram há mais de 40 anos.
O artigo questiona a ausência de manifestações feministas iranianas em meio a conflitos externos, analisando a complexa relação entre a luta feminista, a soberania nacional e o imperialismo. A autora argumenta que, diante da agressão externa, as feministas iranianas se uniram em defesa do país, adiando temporariamente a luta por direitos internos.
A diretora da Sport & Rights Alliance, Andrea Florence, critica a nova política do COI que exige testes genéticos para mulheres e meninas praticarem esportes, alegando que a medida ataca mulheres, marginaliza trans e intersexo, e ignora os verdadeiros desafios do esporte feminino. A especialista argumenta que a política se baseia em retórica politizada e desinformação, em vez de evidências científicas, e que os testes genéticos não protegem, mas criam obstáculos e violações de privacidade para atletas.
A Associação Internacional de Boxe (IBA) manifestou apoio às novas regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) que restringem a participação de mulheres transgênero em competições esportivas femininas. A IBA considera a decisão uma "vitória do senso comum" e um passo para a proteção da integridade do esporte feminino, alinhando-se com políticas que já defendia anteriormente.
A Prefeitura de Santarém promoverá um evento gratuito de encerramento das ações do mês dedicado às mulheres. A programação "Mulheres em Movimento" incluirá atividades de esporte, lazer e saúde, com destaque para um aulão de ritmos.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.