A coluna critica a audiência pública marcada pelo ministro Luiz Fux no STF para discutir a medida provisória que proibiu apostas online no Brasil, destacando que apenas entidades beneficiadas financeiramente pelas bets foram convidadas, sem espaço para saúde pública, defesa do consumidor ou mulheres. Com base na pesquisa 'Mulheres & Bets', a autora apresenta os impactos das apostas nas famílias de classes C, D e E e defende a manutenção da proibição até que todas as perspectivas afetadas sejam ouvidas.
A Superliga Feminina 2026/27 começou sem nenhuma mulher no comando técnico das 12 equipes participantes. Fofão, campeã olímpica e atual auxiliar da Seleção Brasileira feminina, aponta a falta de oportunidades e a desconfiança na capacidade das mulheres como principais barreiras para reverter esse cenário. A ex-levantadora também avalia os resultados das seleções brasileiras de base e defende mais mulheres nas comissões técnicas como caminho para formar futuras treinadoras.
Palmas recebe neste domingo (18) a 1ª Corrida Outubro Rosa Panthera Run Club, evento exclusivo para mulheres realizado na pista externa do Parque Cesamar. A prova tem percursos de 3 km e 7 km e visa celebrar a força feminina e conscientizar sobre cuidados com a saúde. As inscrições já estão encerradas e a retirada de kits ocorre na Casa São Paulo Sport Wear.
O Sesc-DF e a UNESCO iniciaram, em Paris, a elaboração de uma parceria para criar em Brasília um projeto-piloto internacional de inclusão social pelo esporte. A iniciativa, vinculada ao programa global Fit for Life, focará em meninas, mulheres e pessoas com deficiência, com apoio de parceiros como o Comitê Paralímpico Internacional e a Special Olympics. Se os resultados forem positivos, a experiência brasileira poderá ser replicada em outros países.
O ge resgata a trajetória de Dulce Rosalina, torcedora do Vasco que há 70 anos se tornou a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil, a TOV. A reportagem destaca como ela revolucionou a forma de torcer no país, implementando papel picado, serpentinas e baterias, e inspirou mulheres a enxergar o estádio como lugar de pertencimento. O texto também aborda homenagens póstumas, como a faixa em São Januário, a rua com seu nome e o enredo da União Cruzmaltina no Carnaval 2027.
Robson Carlo, sócio-fundador da FutebolCard, afirma em entrevista ao CNN Esportes S/A que o perfil das torcidas no futebol brasileiro está mudando, com maior presença de mulheres e famílias nos estádios. O especialista destacou que horários como 11h atraem mais famílias e que torcedores preferem partidas decisivas, quando sócios-torcedores podem representar praticamente todo o público. A CBF também padronizará os horários das partidas na próxima temporada do futebol brasileiro.
O artigo discute como a crise política atual está intrinsecamente ligada a uma crise de gênero, analisando os papéis socialmente construídos para homens e mulheres. A autora argumenta que só é possível compreender e corrigir essa crise ao abordar as expectativas de comportamento impostas pelos gêneros, que fomentam a competição masculina e a subserviência feminina.
O artigo critica a FIFA pela sua postura em relação a casos de violência sexual contra mulheres envolvendo jogadores de futebol. A autora argumenta que a entidade possui responsabilidade e capacidade para agir preventivamente e disciplinarmente, mesmo antes de condenações criminais definitivas, e que essa inércia contribui para a impunidade.
O artigo critica a falta de representatividade de mulheres e negros nas transmissões da Copa do Mundo de 2026, especialmente nos momentos decisivos. A autora aponta que, apesar de haver alguma diversidade no início, os espaços de maior destaque são ocupados predominantemente por homens brancos, evidenciando a concentração de poder.
Torcedores japoneses foram elogiados por limparem estádios na Copa do Mundo, mas uma publicação viralizou apontando que homens no Japão dedicam pouco tempo a tarefas domésticas em casa. Dados da OCDE mostram que mulheres japonesas realizam 5,5 vezes mais trabalho não remunerado que os homens.
A matéria analisa as declarações de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, em uma entrevista, destacando sua afirmação sobre não desejar a maternidade e sua preferência por clubes-empresas. A colunista Alicia Klein elogia a franqueza de Leila e a vê como uma referência para mulheres que não se encaixam em expectativas tradicionais.
Atletas de destaque do Ironman Florianópolis foram homenageadas pelo projeto Antonietas, da NSC TV. A campeã argentina Romina Biagioli e a vice-campeã brasileira Pâmella Oliveira receberam o troféu e uma honraria especial. O projeto busca inspirar mulheres através de histórias de superação e impacto social, em referência a Antonieta de Barros, pioneira na política catarinense e brasileira.
O artigo analisa a participação do ator Juliano Cazarré em um programa da Globonews, onde ele promoveu um curso sobre masculinidade e virilidade. A autora critica a forma como Cazarré, segundo ela, utilizou técnicas de suas artes cênicas para disseminar ideias violentas disfarçadas de trivialidades, apresentando uma visão simplista de homens bons e maus e ignorando a dimensão estrutural do machismo. A análise destaca a periculosidade do 'machismo de voz mansa' em contraste com discursos mais explícitos.
Saul Klein, herdeiro das Casas Bahia, tornou-se réu por exploração sexual de mulheres, com a Justiça de São Paulo aceitando parcialmente a denúncia do Ministério Público. As acusações incluem favorecimento à prostituição, aliciamento e organização criminosa, enquanto denúncias de estupro foram arquivadas pela falta de provas. A defesa de Klein argumenta que as relações eram consensuais sob o modelo "sugar daddy", tese que será analisada no decorrer do processo.
O Comercial-SP busca atrair mais torcedores para seus jogos, especialmente na Copa Paulista, com projetos de ingressos gratuitos para mulheres, atrações infantis e possível alteração dos horários das partidas para sextas-feiras à noite. O clube também planeja transformar o Estádio Palma Travasso em um ambiente familiar, com eventos que vão além do futebol.
O artigo discute a trágica e evitável morte da jovem juíza Mariana Francisco Ferreira, ocorrida após um procedimento cirúrgico para congelamento de óvulos. A colunista Milly Lacombe utiliza o caso para abordar questões sociais e de gênero, como a pressão sobre as mulheres para serem mães, a falta de compartilhamento de responsabilidades na criação de filhos e as exigências impostas à carreira feminina.
O artigo discute as complexas razões pelas quais algumas mulheres permanecem em relacionamentos violentos, abordando o contexto social, o medo, a esperança de mudança e a dependência financeira. A autora critica o sistema patriarcal e a forma como a sociedade e a justiça lidam com denúncias de violência contra a mulher.
A colunista Milly Lacombe analisa a pregação da pastora Helena Raquel que incentivou mulheres a denunciarem abusadores e pedófilos. A autora destaca a coragem da pastora, mas ressalta os riscos de incentivar denúncias sem a devida rede de proteção estatal e eclesiástica.
O artigo analisa um incidente de agressão física, um tapa na cara, ocorrido entre Neymar Jr. e Robinho Jr. durante um treino do Santos. A autora Milly Lacombe critica a superficialidade e a falta de profundidade nas análises jornalísticas sobre o ocorrido, contrastando com a pouca atenção dada a casos mais graves de violência cometidos por jogadores de futebol, e discute as rituais de masculinidade que perpetuam a violência contra mulheres.
A coluna discute como a masculinidade hegemônica em alguns jogadores de futebol reage negativamente a um drible, interpretando-o como uma afronta. A autora argumenta que essa fragilidade masculina torna o futebol mais chato e que a presença feminina evidencia esses comportamentos.