O lançamento da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil foi marcado por homenagens a grandes nomes da seleção masculina, ofuscando o protagonismo das atletas femininas. Apesar da presença de ícones como Formiga e Cristiane, o evento deu mais destaque aos heróis do futebol masculino, gerando uma oportunidade perdida pela FIFA em valorizar igualmente o esporte feminino.
O artigo discute como o esporte no Irã transcende a mera competição, tornando-se um palco para a disputa por direitos fundamentais, especialmente para as mulheres. A pressão internacional e a visibilidade midiática, incluindo prêmios como o Nobel, são apontadas como ferramentas cruciais para expor violações e combater o silenciamento imposto por regimes autoritários.
A colunista Milly Lacombe critica a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela sob o comando de Donald Trump, comparando-a com a violência policial nos EUA. O artigo argumenta que a invasão não resolveu os problemas do povo venezuelano e destaca o sofrimento das mulheres, além de questionar a hipocrisia democrática americana ao se aliar a regimes autoritários como a Arábia Saudita.
A colunista Milly Lacombe faz uma previsão para 2026, descrevendo o ano como um dos mais desafiadores pessoal e coletivamente. Ela aborda a polarização política, a ascensão do fascismo, a necessidade de discernimento diante de fake news e a importância de buscar fontes confiáveis e vozes sábias para navegar pelas turbulências.
A matéria relata a celebração do prefeito Ricardo Nunes pela 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Ele destacou a presença brasileira no pódio feminino e masculino, o aumento da participação feminina e o número recorde de participantes. A corrida teve como vencedores a tanzaniana Sisilia Panga no feminino e o etíope Muse Gizachew no masculino.
A atleta portuguesa Rosa Mota, hexacampeã da corrida de São Silvestre, celebrou o sucesso da prova às vésperas de sua 100ª edição. Ela relembrou suas conquistas, destacou a importância da participação de todos os corredores e exaltou o aumento da presença feminina na competição.
Carmem de Oliveira relembra sua vitória na São Silvestre há 30 anos e celebra o aumento da participação feminina na corrida. Ela foi a primeira brasileira a vencer a prova após sua internacionalização, quebrando um tabu e alcançando reconhecimento. A ex-atleta destaca a importância da igualdade de premiação e tratamento para incentivar mais mulheres a competir.
Um censo inédito revela que a prática esportiva no sistema prisional brasileiro é limitada, com apenas 53,7% das unidades oferecendo acesso a atividades tradicionais. O futebol lidera a participação, predominantemente entre homens, enquanto mulheres enfrentam restrições de espaço e oportunidade. O levantamento, que abrange 97,1% das unidades prisionais, visa embasar a Política Nacional de Esporte e Lazer no Sistema Prisional e identificar desigualdades regionais e de gênero no acesso ao esporte.
Sueli Mantellato, conhecida como "Leila da Várzea", inspira-se em Leila Pereira, presidente do Palmeiras, para dirigir o time amador Vila Dias em Mogi Mirim. Ela é a única mulher presidente do futebol amador no estado de São Paulo e demonstra sua paixão pelo esporte, superando preconceitos e alcançando conquistas.
Walter Casagrande Jr. critica as falas machistas e misóginas de Zezé di Camargo em relação ao SBT e às filhas de Silvio Santos. O colunista argumenta que o cantor politizou o convite a Lula e Alexandre de Moraes, demonstrando preconceito contra mulheres poderosas e independentes.
A Universidade Federal de Sergipe (UFS) realizará nos dias 18 e 19 de dezembro o Ciclo de Debates em Estudos Olímpicos e Paralímpicos, focado na "Mulheres no Esporte: educação, paridade e representatividade feminina na liderança". O evento contará com a participação de diretoras do Corinthians, abordando temas como liderança feminina e desenvolvimento de jovens atletas, incluindo o futebol de deficientes visuais.
O artigo critica as declarações do intelectual Francisco Bosco sobre feminismo, argumentando que ele demonstra falta de compreensão sobre a teoria feminista e reforça a masculinidade tóxica. A autora Milly Lacombe refuta os pontos de Bosco, destacando a importância da autocrítica e do aprendizado contínuo, especialmente para homens em posições intelectuais.
O fim do Campeonato Brasileiro de 2025 foi marcado por incidentes de assédio e intimidação contra jornalistas mulheres. Reporteres como Nani Chemello e Aline Gomes relataram constrangimentos durante coberturas, com equipamentos danificados e palavras ofensivas. O caso gerou ampla repercussão, com apoio de clubes e colegas, mas também com comentários negativos nas redes sociais.
O artigo discute a crescente onda de agressões contra jornalistas mulheres no futebol, atribuindo-a à impunidade e a um ambiente hostil histórico nos estádios. A autora aponta a misoginia e a falta de respeito como fatores que levam a situações de assédio e agressão física e verbal.
A jornalista Fabíola Andrade discute a crescente onda de assédio e violência contra mulheres no jornalismo esportivo, com destaque para incidentes recentes envolvendo repórteres. Ela apela aos homens para que se posicionem ativamente na mudança cultural contra o machismo e a misoginia.
A tenista Aryna Sabalenka gerou polêmica ao declarar que atletas transgêneros não deveriam competir contra mulheres biológicas, argumentando que isso não seria justo devido à vantagem física. A declaração ocorre às vésperas de uma partida de exibição entre ela e Nick Kyrgios, batizada de "Batalha dos Sexos".
O ranking de mulheres mais bem pagas do esporte em 2025 revela o domínio do tênis, com dez das quinze atletas no topo sendo tenistas. Coco Gauff lidera a lista pelo terceiro ano consecutivo, seguida por Aryna Sabalenka e Iga Swiatek, que também acumularam fortunas em salários, prêmios e patrocínios.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
O artigo destaca a importância do domingo para as mulheres, com a decisão do Campeonato Paulista de futebol feminino entre Palmeiras e Corinthians pela manhã e uma manifestação contra o feminicídio à tarde. A coluna aborda a partida, a cobertura televisiva e a relevância social do evento contra a violência.
A FIFA, sob a presidência de Gianni Infantino, criou um prêmio bizarro que homenageia Donald Trump, acusado de diversas violências contra mulheres, por seu trabalho pela paz. A autora Milly Lacombe critica veementemente a honraria, comparando-a a premiar figuras históricas de violência com prêmios por ativismo oposto.