A diretoria do São Paulo pediu ao técnico Hernán Crespo que mude seu discurso sobre a meta de 45 pontos no Brasileirão. A preocupação é com o clima de derrotismo no clube após declarações do treinador. A fala de Crespo ocorreu após a derrota para o Palmeiras no Campeonato Paulista, mas antes da estreia vitoriosa contra o Flamengo no Brasileirão.
A matéria aborda os primeiros dias de Rafinha como gerente esportivo do São Paulo, destacando sua articulação interna e a influência em um discurso mais otimista para o clube. Há também um relato sobre o desalinhamento inicial entre Rafinha e o técnico Hernán Crespo, que foi contornado após uma vitória.
O técnico Hernán Crespo do São Paulo pediu desculpas por seu discurso anterior sobre a luta contra o rebaixamento, após a vitória da equipe sobre o Flamengo na estreia do Campeonato Brasileiro. A chegada do reforço Rafinha parece ter influenciado essa mudança de tom, com o clube demonstrando ânimo para buscar objetivos maiores na temporada.
Rafinha assume como novo coordenador de futebol do São Paulo e critica o "discurso de fracassado" no clube, buscando uma nova mentalidade. Ele também se compromete a resolver atrasos salariais e de direitos de imagem para o elenco.
O artigo analisa o discurso de Mark Carney, Primeiro Ministro do Canadá, em Davos, que contrastou fortemente com a apresentação de Donald Trump. Carney criticou as políticas isolacionistas e a retórica trumpista, defendendo a cooperação entre nações e a atuação do Estado na proteção social e econômica, recebendo aplausos calorosos da audiência.
O artigo analisa a posse de Zohran Mamdani como prefeito socialista de Nova York, destacando sua recusa em capitular a expectativas baixas e sua agenda de esquerda radical. A autora compara Mamdani a figuras históricas e líderes de esquerda que cederam a políticas de direita, expressando esperança em sua coragem para governar expansivamente.
O comentarista Casagrande criticou o discurso do técnico Dorival Júnior após o empate entre Corinthians e Vasco, classificando-o como um "mesmo papinho" ultrapassado. Ele contrastou a justificativa de desgaste físico de Dorival com a postura de treinadores mais jovens, que focam em análise tática e responsabilidade.
O técnico Fernando Diniz proferiu um discurso inflamado no vestiário do Vasco antes da partida contra o Fluminense, incentivando os jogadores a darem tudo de si para a classificação na Copa do Brasil. O vídeo do momento revelou a intensidade do treinador, o apoio da torcida e a apreensão de figuras como o presidente Pedrinho e o capitão Vegetti. Apesar do gol contra de Paulo Henrique, o Vasco garantiu a vaga na final após vitória nos pênaltis.
A colunista Milly Lacombe critica os recentes discursos do presidente Lula contra o machismo, considerando-os fracos e vazios. Ela argumenta que, ao se separar dos supostos machistas e indicar um fanático religioso para o STF, Lula legitima a misoginia e perpetua a violência contra as mulheres. Lacombe defende que o debate de gênero é central na política e que é preciso que os homens se impliquem na questão, reconhecendo suas próprias ações como parte do problema.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) avalia que o técnico Abel Ferreira do Palmeiras adota um discurso externo de desistência do Brasileirão, mas mantém o foco interno na final da Libertadores contra o Flamengo. Essa análise diverge da percepção de alguns torcedores, mas é vista como realista pela direção do clube.
O artigo discute a discrepância entre os discursos e as práticas no que diz respeito à sustentabilidade e responsabilidade social no esporte, comparando a situação com os desafios da COP 30. Apesar de haver avanços e compromissos, a execução e a transparência ainda são falhas, com ações muitas vezes se limitando à vitrine. A matéria defende a necessidade de políticas efetivas, métricas claras e certificações independentes para que o esporte se torne um agente transformador real.
A colunista Milly Lacombe critica veementemente o técnico Ramón Díaz do Internacional por declarações misóginas após um empate. Ela argumenta que o treinador deveria ser demitido imediatamente por suas falas preconceituosas e que o clube e a imprensa falharam ao não reagir à misoginia.
Colunistas do UOL criticaram a escolha de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira para participar de um evento com Carlo Ancelotti. Alicia Klein e Fabíola Andrade consideraram o discurso dos técnicos como preconceituoso e retrógrado, destoando do objetivo de promover a união e o futuro do futebol brasileiro.
O colunista Juca Kfouri exalta o discurso de Fernando Diniz, comparando-o positivamente com falas de Emerson Leão e Osvaldo de Oliveira. A matéria destaca a lucidez e o humanismo demonstrados pelo técnico em contraste com declarações anteriores.
Walter Casagrande Jr. critica discursos de Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira em evento da CBF, classificando-os como xenofóbicos e cheios de ódio. O colunista defende treinadores estrangeiros como Carlo Ancelotti e elogia Abel Ferreira, Filipe Luís e Rogério Ceni como exemplos de preparo e sucesso.
A Copa do Mundo de 2026, organizada por EUA, México e Canadá, promete ser um marco em termos de inclusão e direitos humanos. No entanto, a FIFA enfrenta um grande desafio em conciliar seu discurso institucional com a prática, evidenciado por políticas migratórias restritivas e riscos de exploração trabalhista. A matéria questiona a capacidade da entidade em proteger ativamente os direitos humanos, indo além do mero respeito.