Clubes da Primeira Divisão do Campeonato Tocantinense e a Federação Tocantinense de Futebol (FTF) pressionam o Governo do Tocantins pela renovação de apoio financeiro. Um ofício foi enviado solicitando o patrocínio, essencial para cobrir os custos operacionais e manter as equipes ativas. A expectativa é de que o governo responda quanto ao possível aporte.
O jornalista Jonathan Mcevoy alega ter obtido informações sobre o estado de saúde de Michael Schumacher, afirmando que o ex-piloto não está preso à cama, mas sim conduzido por enfermeiros em cadeira de rodas. Fontes próximas indicam que sua consciência é indefinida e ele pode entender algumas coisas ao seu redor.
O artigo analisa o discurso de Mark Carney, Primeiro Ministro do Canadá, em Davos, que contrastou fortemente com a apresentação de Donald Trump. Carney criticou as políticas isolacionistas e a retórica trumpista, defendendo a cooperação entre nações e a atuação do Estado na proteção social e econômica, recebendo aplausos calorosos da audiência.
O artigo discute a saída do especialista em fascismo Jason Stanley dos Estados Unidos para o Canadá, motivada pelo que ele descreve como um regime autoritário liderado por Donald Trump. Stanley compara as táticas de Trump com as de Hitler e alerta para um golpe em andamento, com a desqualificação de opositores como terroristas.
O primeiro clássico do ano entre Atlético-MG e Cruzeiro, válido pelo Campeonato Mineiro, terá arbitragem de fora do estado de Minas Gerais. A decisão foi tomada em sorteio realizado pela Federação Mineira de Futebol (FMF) após consenso entre os clubes.
A Série A do Brasileirão de 2026 apresentará uma reconfiguração geográfica significativa. A região Norte retorna à elite com o Remo, enquanto o Nordeste perde força com apenas dois representantes. Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro seguem dominando em número de clubes.
O artigo celebra o acesso do Clube do Remo à Série A do Campeonato Brasileiro após 31 anos, destacando também o retorno de Coritiba, Athletico e Chapecoense. O autor ressalta a importância desses times para representar estados e cidades que estavam fora da elite do futebol, enfatizando a riqueza cultural e as rivalidades regionais que o esporte proporciona, especialmente em regiões como o Sul e o Norte do Brasil.
O artigo discute a contratação de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro e a implementação da Lei da SAF. O autor critica a resistência de treinadores brasileiros a essa mudança, comparando-a com a hesitação de dirigentes em aderir aos projetos de SAF. A análise aponta o desprezo estatal pelo futebol como um dos motivos do atraso estrutural e defende a SAF como condição necessária para evitar crises.
A colunista Milly Lacombe critica a postura do futebol brasileiro e da CBF diante de um massacre em favelas cariocas, onde 121 pessoas foram mortas. Ela aponta a hipocrisia de se manifestar contra o racismo em jogos, mas silenciar diante da violência estatal que atinge a população periférica, de onde muitos jogadores e trabalhadores do esporte se originam. A autora clama por uma postura mais ativa e solidária do futebol com as comunidades.
O artigo critica a abordagem de segurança pública no Brasil, argumentando que a violência não é combatida com chacinas em favelas, mas sim exacerbada por elas. A autora defende que a verdadeira segurança pública se faz com respeito aos direitos humanos, investimento em infraestrutura e oportunidades, e não com a gestão de mortes.