O artigo reflete sobre o legado de Oscar Schmidt, destacando suas lágrimas em quadra como um ensinamento sobre a vulnerabilidade masculina. A autora Milly Lacombe argumenta que a sociedade ensina aos homens a reprimir emoções, mas a exemplo de Oscar, eles podem chorar e mostrar tristeza sem que isso seja sinal de fraqueza. A matéria aborda a arte de perder como parte da existência humana e critica os consensos criados por sistemas de dominação.
O artigo, assinado por Juca Kfouri, aborda um evento histórico do futebol brasileiro, o tetracampeonato, com um tom que visa provocar reações emocionais nos torcedores do Corinthians. O texto é apresentado como uma reportagem que remonta a cenas passadas, com o objetivo de gerar nostalgia e, possivelmente, tristeza para os corintianos.
A colunista Milly Lacombe pede para parar de receber vídeos da torcida palmeirense reagindo a jogos, explicando que, apesar de não ser palmeirense, se emociona com a paixão e a beleza do futebol, independentemente do time. Ela ressalta que o choro diante da demonstração de afeto pela equipe reflete sua admiração pelo esporte em si.