O artigo de opinião questiona a atitude do presidente do Vitória, Fábio Mota, em pedir o retorno da torcida mista nos clássicos baianos apenas quando o time tem desvantagem de mando. A matéria critica a falta de visão a longo prazo dos dirigentes e a priorização de interesses próprios em detrimento do debate sobre a segurança pública e a igualdade esportiva.
O artigo critica a abordagem de segurança pública no Brasil, argumentando que a violência não é combatida com chacinas em favelas, mas sim exacerbada por elas. A autora defende que a verdadeira segurança pública se faz com respeito aos direitos humanos, investimento em infraestrutura e oportunidades, e não com a gestão de mortes.