O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que torna o desenvolvimento do futebol feminino prioridade da política pública e esportiva nacional, com diretrizes de igualdade de oportunidades, igualdade salarial e criação de um fundo público-privado de financiamento. A medida ocorre enquanto o Brasil se prepara para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027. O texto também destaca o crescimento da liga nacional, com o Corinthians como potência sul-americana, e retoma a proibição da modalidade às mulheres entre 1941 e 1979.
O presidente Lula sancionou a Lei nº 15.522, que estabelece diretrizes nacionais para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. A norma define deveres para o Estado, CBF e clubes, incluindo exigências de formação de equipes femininas, igualdade salarial e políticas de combate à discriminação. A medida ocorre a menos de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027 no país.
Este artigo analisa as modificações na Lei da SAF, com foco na reforma do inciso IV do Art. 1º, que amplia a exploração de direitos de propriedade intelectual. Também aborda as alterações no inciso VII, permitindo a participação de SAFs em outras sociedades no exterior e a inclusão da formação de atletas como objeto de investimento.
O Presidente Lula sancionou a Lei Geral da Copa do Mundo Feminina de 2027, que estabelece regras para a realização do evento no Brasil. A lei prevê premiação para jogadoras pioneiras do futebol feminino e define responsabilidades do governo, da FIFA e de outras entidades envolvidas na organização.
A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou uma lei que proíbe a participação de mulheres trans em categorias femininas de competições esportivas no estado. A legislação, de autoria do deputado Wallber Virgolino, baseia-se no sexo biológico como critério de participação, visando, segundo o autor, fortalecer o esporte feminino e garantir a igualdade. A lei, no entanto, prevê exceções para modalidades específicas onde as condições fisiológicas permitam igualdade.
Uma deputada federal do PSOL propôs um Projeto de Lei que visa impedir o acesso de devedores de pensão alimentícia a eventos esportivos. A medida, inspirada em ações similares na Argentina, busca aumentar a pressão sobre inadimplentes, alterando o Código de Processo Civil e a Lei Geral do Esporte.
O artigo discute a reforma da Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) no Brasil, detalhando os antecedentes e o processo legislativo que levou à aprovação do PL 2.978/2023. A proposta busca aprimorar a lei original para atrair investimentos, conciliar interesses e reforçar a segurança jurídica no futebol brasileiro.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que moderniza a Lei das SAFs, buscando restringir a responsabilidade de clubes-empresa por dívidas anteriores e prevendo a distribuição mínima de dividendos. A proposta, que visa evitar interpretações jurídicas sobre obrigações passadas, também aborda a transparência e a gestão financeira das SAFs, com o objetivo de trazer mais segurança jurídica e financeira ao modelo.
A Fifa suspendeu a revenda de ingressos para a Copa do Mundo em Toronto devido a uma nova lei provincial em Ontário que proíbe a venda de ingressos acima do valor de face. A medida afeta diversos jogos no estádio BMO Field, visando combater o cambismo e proteger consumidores de preços abusivos.
A Câmara dos Deputados deve votar a Lei Geral da Copa de 2027, que visa organizar o Mundial feminino de futebol. O projeto inclui um prêmio de R$ 500 mil para as 18 jogadoras pioneiras da seleção de 1988, totalizando R$ 9 milhões. O texto também aborda questões de organização, como ingressos, vistos e segurança, além de concessões à FIFA.
O Senado Federal aprovou um projeto de lei que amplia a fiscalização sobre clubes formadores de atletas no Brasil. A nova legislação permitirá que os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente acompanhem de perto os programas de treinamento e a formação educacional dos jovens, visando coibir práticas inadequadas e garantir a proteção integral dos atletas em formação.
Um projeto de lei em tramitação no Senado propõe a proibição total da publicidade de sites de apostas esportivas, gerando preocupação no mercado e no universo do futebol. Enquanto alguns senadores defendem a medida para proteger a população do vício, outros argumentam que o veto pode prejudicar a indústria regulada e a luta contra sites ilegais, com debates sobre o impacto financeiro e o tamanho real do mercado.
Uma nova lei na Inglaterra e no País de Gales criminaliza a entrada em jogos de futebol sem ingresso, com penalidades que incluem proibição de frequentar estádios e multas. A medida visa coibir distúrbios como os ocorridos na final da Eurocopa de 2021, onde milhares de torcedores invadiram o estádio de Wembley.
O Bayern de Munique enfrenta um obstáculo legal incomum para escalar seu goleiro de 16 anos, Leonard Prescott, na Champions League. A lei alemã restringe o trabalho de menores de 18 anos após as 20h, o que pode impedir a estreia do jovem na partida que começa às 21h, exigindo permissão judicial. O clube já solicitou autorização e uma multa considerável pode ser aplicada em caso de descumprimento, semelhante ao caso de Lamine Yamal na Eurocopa.
O artigo analisa a Lei da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) e sua implicação para o futebol feminino. A legislação atual, ao incluir "feminino e masculino" com conjunção aditiva, pode criar obstáculos para negócios focados exclusivamente no esporte feminino. O texto propõe alterações legislativas, como a inclusão de "e/ou" ou a tipificação para SAFs exclusivas de futebol feminino, visando o fomento da modalidade.
A FIFA pressiona por uma reunião extraordinária da IFAB para aprovar a "Lei Vinicius Jr.", que prevê a expulsão de jogadores que cubram a boca para ofender colegas. A intenção é que a regra entre em vigor antes da Copa do Mundo de 2026, após um incidente envolvendo Vini Jr. e Prestianni.
A FIFA implementará a "Lei Vinícius" a partir da Copa do Mundo de 2026, visando combater o racismo no futebol. A nova regra penaliza atletas que tapam a boca ao falar com adversários com cartão amarelo, como homenagem ao jogador brasileiro que lutou contra atos racistas.
Cristiano Ronaldo adquiriu 25% do clube espanhol Almería, mas não poderá atuar pelo time devido a uma lei criada após o caso Piqué. A norma impede que atletas em atividade possuam relações comerciais com competições onde podem competir, o que também o impede de retornar a clubes espanhóis enquanto for dono do Almería.
O artigo analisa a falha da lei brasileira em lidar com crimes contra mulheres, utilizando o caso do ex-goleiro Bruno como exemplo. A autora critica a liberdade condicional concedida a Bruno, permitindo que ele dê entrevistas e se apresente como vítima, sem um processo educativo ou de conscientização sobre violência de gênero.
O artigo discute a Lei da SAF e sua coexistência com o modelo associativista no futebol brasileiro. Analisa como a SAF introduziu um novo ambiente para financiamento e desenvolvimento, contrastando com as particularidades e desigualdades dos clubes tradicionais. O texto levanta questões sobre o futuro do associativismo e a necessidade de ambos os modelos coexistirem para a sustentabilidade do esporte.