Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, participou de uma reunião sobre categorias de base da CBF, enfatizando a importância de formar "mentes fortes e não pernas fortes" nos jovens atletas. Ele destacou que o projeto visa educar o talento e preparar os jogadores não apenas fisicamente, mas também como indivíduos.
Milton Neves, em tom pessoal e grato, relembra a figura de João Carlos Di Genio, fundador da UNIP e do Colégio Objetivo. O colunista destaca como Di Genio foi fundamental em sua trajetória profissional, oferecendo bolsa de estudos e oportunidades de trabalho no início de sua carreira em São Paulo.
A colunista Milly Lacombe discute a proposta de punição a Neymar por uma declaração considerada misógina, argumentando contra a punição formal e defendendo medidas educativas e de conscientização. A autora sugere que a reeducação do jogador, através do envolvimento com vítimas de violência e leitura, seria mais eficaz para a transformação social do que multas e suspensões.
O artigo discute a criminalização da misoginia, argumentando que piadas machistas e a ridicularização do feminino perpetuam uma estrutura opressiva. A autora defende que a luta feminista visa libertar homens e mulheres dessa estrutura, promovendo empatia e vínculos.
Walter Casagrande Jr. critica a atuação e o comportamento do jogador Allan, do Corinthians, após a partida contra o Fluminense. O colunista aponta a falta de inteligência e educação do atleta, culminando em sua expulsão por gesto obsceno, e sugere punições por parte do clube.
A criminalização da misoginia representa uma vitória para a luta feminista, mas a autora Milly Lacombe argumenta que essa conquista legal é apenas o primeiro passo. É fundamental popularizar a compreensão do que é misoginia, diferenciando-a do machismo, e investir em educação e pedagogia para combater essa ideologia. A autora também ressalta a necessidade de mudanças na estrutura financeira e econômica da sociedade para garantir a liberdade material das mulheres.
O bicampeão brasileiro de surfe, Jojó de Olivença, é o primeiro negro a conquistar o título nacional e hoje dedica-se a transformar vidas de jovens em situação de vulnerabilidade social através do Projeto Ondas, no Guarujá. A iniciativa utiliza o surfe como ferramenta de educação e cidadania, buscando desenvolver valores, consciência ambiental e habilidades socioemocionais.
O Botafogo anunciou a UniCesumar como novo patrocinador de suas categorias de base e do time de futebol feminino. O acordo, válido até o fim de 2026, prevê a exposição da marca nas camisas e inclui ações de formação educacional para atletas e colaboradores.
Lionel Messi, astro do futebol, expressou arrependimento por não ter se dedicado mais aos estudos, especialmente inglês, durante a juventude. Ele mencionou que a falta desse conhecimento o faz sentir-se "ignorante" em algumas interações e que aconselha seus filhos a aproveitarem as oportunidades educacionais.
O artigo analisa a declaração machista do jogador Gustavo Marques contra a árbitra Daiane Muniz, criticando a persistência do machismo no futebol, mesmo em 2026. A autora ressalta a importância da educação e da sanção para combater atitudes discriminatórias no esporte.
A jornalista Milly Lacombe analisa a fala misógina do zagueiro Gustavo Marques sobre a árbitra Daiane Muniz. Ela defende que punições por si só não são suficientes, sendo necessário um trabalho de educação para combater o preconceito de gênero no esporte. O texto também menciona brevemente análises sobre o time do Palmeiras e outros jogadores.
A análise critica a atuação do árbitro e do VAR em um jogo do Campeonato Paulista, considerando-os quase perfeitos. O artigo destaca o machismo explícito de um jogador do Bragantino e discute a falta de educação e a necessidade de investimento em cidadania nos clubes de futebol.
O artigo analisa a falha da lei brasileira em lidar com crimes contra mulheres, utilizando o caso do ex-goleiro Bruno como exemplo. A autora critica a liberdade condicional concedida a Bruno, permitindo que ele dê entrevistas e se apresente como vítima, sem um processo educativo ou de conscientização sobre violência de gênero.
A coluna de Walter Casagrande Jr. discute um incidente ocorrido na partida entre São Paulo e Santos, onde o árbitro João Vitor Gobi teria ofendido o jovem jogador Lira. Casagrande argumenta que, apesar dos avanços na profissionalização da arbitragem, é crucial que os árbitros também recebam treinamento em educação e respeito para evitar abusos de poder contra os atletas, especialmente os mais jovens.
A reportagem discute o papel da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha, como uma vitrine de sonhos para jovens atletas e a importância do dever de formação integral. A matéria ressalta que a maioria dos jogadores não se profissionaliza, enfatizando a necessidade de formação educacional, emocional e social, e destaca o Ibrachina FC como um exemplo de clube que prioriza essa abordagem.
O artigo discute a saída do especialista em fascismo Jason Stanley dos Estados Unidos para o Canadá, motivada pelo que ele descreve como um regime autoritário liderado por Donald Trump. Stanley compara as táticas de Trump com as de Hitler e alerta para um golpe em andamento, com a desqualificação de opositores como terroristas.
A Copa São Paulo de Futebol Júnior (Copinha) de 2026, apesar de ser vista como uma fábrica de talentos, expõe a dura realidade da formação de atletas no Brasil, onde a chance de se tornar profissional é de apenas 1,5% e muitos jogadores ganham salários próximos ao mínimo. A matéria ressalta a importância da educação e do acompanhamento psicológico para os jovens, visto que o futebol raramente é um destino definitivo, mas um trampolim social.
Carlinhos Brown defende o MMA como uma ferramenta para disciplinar o instinto de luta e combater a violência, promovendo o evento Guetho Fight & Music em Salvador. O músico acredita que as artes marciais, aliadas à música, podem oferecer educação e formação para jovens, erradicando a violência nas comunidades.
A CBF admitiu que um critério uniforme na arbitragem de futebol é uma utopia, mas busca uma aproximação das decisões. O coordenador da comissão de arbitragem, Rodrigo Martins Cintra, explicou que a padronização é difícil devido à natureza humana e à longa duração dos campeonatos. A entidade confirmou a implementação do VAR semi-automático para 2026 e planeja investir em educação e profissionalização dos árbitros.
A cerimônia de encerramento dos Jogos Escolares TV Sergipe 2025 celebrou os destaques individuais e o Instituto Dom Fernando Gomes (IDFG) como eneacampeão consecutivo. O evento, que reuniu milhares de alunos e professores, reforçou a importância do esporte na educação e no desenvolvimento social dos jovens.