A proibição das apostas online no Brasil gerou impactos econômicos divergentes: clubes de futebol relatam queda drástica nas receitas de patrocínio, enquanto o setor supermercadista celebra aumento nas vendas. Em audiência no STF, o Flamengo estimou perda de R$ 430 milhões anuais, e a ABRAS apontou crescimento real de 6,5% no consumo de alimentos após a medida. O Congresso deve votar a questão até o final de janeiro, podendo anular ou ratificar a decisão do presidente Lula.
A colunista Alicia Klein critica a atuação de dirigentes de clubes como Fluminense, Flamengo, Cruzeiro, Botafogo e Vitória em audiência pública no STF sobre a Medida Provisória que proibiu as bets. Segundo a autora, os dirigentes defenderam a indústria de apostas de forma vergonhosa, um 'rebaixamento' institucional comparável ou pior que o esportivo. O texto ironiza os argumentos financeiros dos clubes, contrastando as perdas alegadas com seus faturamentos e com o prejuízo das bets às famílias brasileiras.
Especialistas em marketing e finanças criticam o discurso 'alarmista' dos clubes brasileiros contra o veto às casas de apostas (bets), manifestado em audiência pública no STF. Para os ouvidos pelo UOL, o tom catastrófico encobre a má gestão financeira dos clubes, cujas dívidas são anteriores aos patrocínios das bets. A reportagem traz dados sobre perda de receita, o vício em apostas no Brasil e sugestões de diversificação de patrocinadores.
Representantes de clubes brasileiros de futebol defenderam, em audiência pública no STF, o retorno das casas de apostas, proibidas por Medida Provisória publicada em setembro. Os clubes alegam perdas de receitas e insegurança jurídica em contratos de patrocínio, enquanto o Governo Federal sustenta a validade da medida, citando o aumento do endividamento das famílias e os casos de ludopatia. A audiência foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator da ação que questiona a validade da MP.
Coluna analisa a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre a proibição das apostas esportivas, na qual clubes de futebol tentam convencer o ministro a reverter o banimento. O autor considera alguns argumentos válidos, como a perda de receita do Flamengo, mas critica como falácias as justificativas dos clubes, especialmente a correlação entre fim das bets e dificuldades financeiras. O texto aponta que o interesse dos clubes é financeiro e que nada significativo foi feito em oito anos para conscientizar torcedores e atletas sobre os riscos das apostas.
Representantes de clubes brasileiros de futebol participam de audiência pública no STF para defender o mercado regulado de bets, criticando a Medida Provisória do governo que veta a atividade. Dirigentes e advogados de Fluminense, Flamengo, São Paulo, Corinthians e Botafogo argumentam impactos financeiros, falta de segurança jurídica e o risco de aumento do mercado ilegal. O ministro Luiz Fux, relator das ações, declarou-se contra as bets, mas a audiência foi marcada pela defesa dos clubes à permanência das casas de apostas.
A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) publicou um Plano de Contas Padrão e um Modelo de Demonstrações Financeiras para os clubes sob fiscalização do órgão. O objetivo é padronizar a apresentação dos balanços financeiros, agilizar a fiscalização e permitir melhores comparações entre as equipes. A adoção do modelo é voluntária e deverá ser aplicado à demonstração financeira de 2026, a ser tornada pública até 30 de abril de 2027.
Clubes brasileiros ampliam investimentos em tecnologia e benefícios para atrair e fidelizar sócios-torcedores e aumentar receitas fora de campo. O Atlético-MG atingiu a marca de 300 mil associados no programa Galo na Veia, enquanto o Corinthians projeta arrecadar até R$ 100 milhões com novas parcerias comerciais. Palmeiras, Internacional, São Paulo, Vasco, Fluminense e Botafogo-SP também lançaram iniciativas de engajamento e fidelidade.
Levantamento do economista Cesar Grafietti a pedido do UOL aponta que Flamengo, Corinthians e Palmeiras são os clubes mais atingidos pelo veto às bets, com quedas de receita de até 26%. A reportagem detalha cenários de perdas financeiras, as reações dos clubes, como ações no STF e busca por patrocínios pontuais, e alerta para um possível caos financeiro no futebol brasileiro. O texto cita ainda que as famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões em apostas esportivas no último ano.
A Emenda Constitucional 141/2026, que garante dois dias de descanso semanal remunerado, deve transformar a rotina do futebol brasileiro a partir de dezembro de 2026. Em entrevista ao Lance!, o advogado Bebôni Canellas Rossi explica os desafios de conciliar os direitos trabalhistas com o calendário intenso de jogos, concentrações e viagens. Os acordos coletivos com sindicatos de atletas apontam como principal caminho para adaptar a nova regra à realidade dos clubes.
A CBF discute poupar jogadores de clubes envolvidos na disputa decisiva do Brasileirão na próxima Data Fifa, a pedido das equipes, e enviou pré-convocação sem restrições para dar ciência a todos os clubes. Carlo Ancelotti convocará 26 jogadores para os amistosos contra Japão e Singapura em novembro. A tendência é que apenas atletas de clubes abertos à liberação sejam chamados, com o objetivo de impactar o mínimo possível a reta final do campeonato.
Levantamento da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) mostra que os clubes da Série A acumulavam R$ 17,3 bilhões em dívidas no início de 2026. O maior peso (30%) vem da união de compromissos trabalhistas, impostos e parcelamentos fiscais, seguido por valores a pagar em transferências (28%). Além disso, 13 dos 20 clubes declararam dívidas em atraso, e quatro times correm risco de transfer ban condicional.
A Anresf divulgou painel com dados financeiros mostrando que metade dos 40 clubes das Séries A e B relataram salários atrasados até 30 de junho, conforme o regulamento de fair play financeiro. Nove clubes da Série A e onze da Série B informaram atrasos, e a agência já aplicou multas e prazos a Grêmio, Internacional e Náutico. O texto esclarece que os dados são autodeclarados e que atrasos mais recentes serão informados em 30 de novembro.
A Anresf, agência do fair play financeiro, criou um painel em seu site com dados sobre as dívidas dos clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, incluindo um ranking dos maiores devedores e dos pagamentos em atraso. O Atlético-MG lidera com R$ 2,66 bilhões, enquanto o Mirassol tem o menor passivo da elite. A agência também impôs prazos de 45 dias a Atlético-MG, Grêmio, Internacional e São Paulo para quitarem dívidas sob risco de transfer ban.
A agência reguladora da CBF (ANRESF) lançou um painel com dados financeiros dos clubes da Série A, referentes a junho de 2026, revelando que apenas seis times estão totalmente regulares: Bahia, Chapecoense, Flamengo, Mirassol, Palmeiras e RB Bragantino. Os outros 14 clubes têm ou tiveram atrasos em pagamentos ou planos de parcelamento de dívidas. O Corinthians lidera o passivo financeiro, seguido pelo Atlético-MG, e dez clubes estão em recuperação judicial ou plano de pagamento via CNRD.
Matéria analisa por que marcas multinacionais patrocinam clubes de outros países da América Latina, mas não atuam de forma expressiva nas camisas dos times da Série A brasileira. Com base em estudo do Ibope Repucom, o texto aponta entraves como preços elevados, concentração em casas de apostas, baixa exposição internacional e falta de profissionalização comercial dos clubes. Especialistas do mercado defendem maior governança, métricas de retorno e diversificação de receitas para atrair marcas globais.
Clubes do Brasileirão preparam nova rodada de manifestações a favor das casas de apostas (bets) em resposta à Medida Provisória que veta sua atuação no mercado brasileiro. Ações incluem mensagens em camisas, como o slogan 'proibir não é proteger', exibido pelo Flamengo e São Paulo, e placas de publicidade coordenadas pelo IBJR e ANJL. A questão ainda aguarda decisão do STF e tramitação no Congresso.
A Federação de Futebol do Acre (FFAC) abriu as inscrições para o Campeonato Acreano de Futebol Feminino 2026, com início previsto para 7 de novembro. Os clubes filiados têm até 19 de outubro para confirmar participação oficial. O Galvez é o atual bicampeão e haverá multa de R$ 10 mil para clubes que desistirem do torneio.
A colunista Alicia Klein contrasta as elevadas folhas salariais dos clubes da Série A do Brasileirão, divulgadas pelo ge, com a votação no Senado sobre o fim da escala 6x1. Ela critica a ausência de posicionamento político de jogadores milionários e clubes endividados em favor dos trabalhadores comuns. O texto também menciona o protesto de Flamengo e Fluminense contra o veto às bets nas camisas.
O artigo discute qual é a idade ideal para crianças começarem a jogar tênis, com base em opiniões de especialistas. A faixa entre cinco e oito anos é apontada como favorável para a introdução à modalidade, desde que respeitada a maturidade e a coordenação motora de cada criança. A matéria também destaca o crescimento do tênis infantojuvenil em São Paulo e os investimentos de entidades esportivas na formação de jovens atletas.