O mesatenista paralímpico brasileiro Israel Stroh foi suspenso por quatro anos pela Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF) devido a acusações de corrupção esportiva. Stroh nega as acusações, alegando que a denúncia é mentirosa e baseada em depoimentos sem provas concretas. O caso envolve suposta oferta de vantagem em uma partida de classificação para os Jogos de Paris 2024 e registros de apostas.
O ano de 2025 foi marcado por avanços significativos no direito desportivo brasileiro, com a consolidação da Lei de Incentivo ao Esporte e a implementação do Fair Play Financeiro na CBF. No entanto, houve retrocessos no combate à manipulação de resultados, especialmente após decisão do STF que fragilizou a proteção da integridade esportiva.
O Ministério Público Federal (MPF) aponta o empresário Darwin Henrique da Silva Filho, dono da Esportes da Sorte, patrocinadora máster do Corinthians, como peça central em um esquema de crimes financeiros. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e organização criminosa ligadas ao mercado de apostas esportivas.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se tornou réu por estelionato após a Justiça do Distrito Federal acolher recurso do Ministério Público. A acusação envolve um esquema ligado a apostas esportivas, onde o jogador teria agido para receber um cartão amarelo de forma deliberada em uma partida contra o Santos, beneficiando apostas online. Além da fraude esportiva, o caso agora também tramita como ação penal por estelionato.
O comentarista Mauro Cezar Pereira, em participação no Canal UOL, criticou a defesa do Flamengo a Bruno Henrique no STJD em caso de apostas esportivas. Ele argumenta que o jogador deveria ter sido suspenso de acordo com o artigo 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, em vez de apenas ser multado. A análise também aborda a ética no esporte e a influência de apostas em resultados de jogos.
O jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC) argumenta que o julgamento do jogador Bruno Henrique é crucial para estabelecer regras claras contra fraudes em apostas esportivas no futebol. Ele defende que todos os envolvidos na indústria do esporte sejam proibidos de apostar e compartilhar informações privilegiadas, classificando a prática como fraude e crime.
O STJD agendou para 10 de novembro o julgamento do recurso de Bruno Henrique, jogador do Flamengo, que busca reduzir a suspensão de 12 jogos. O atacante foi condenado por envolvimento em apostas esportivas ilegais, com o STJD já tendo concedido efeito suspensivo. Outras pessoas ligadas ao jogador também foram punidas.