Reportagem analisa as possíveis punições do escândalo das licenças falsas de treinador no futebol, tanto na esfera esportiva quanto criminal. O argentino Alejandro Mancuso, articulador do golpe, pode responder por estelionato, falsificação de documentos e falsidade ideológica, com risco de prisão. Técnicos que usaram os documentos falsos, como Diego Souza, podem sofrer suspensões de 180 a 720 dias, multas e eliminação conforme o Código Brasileiro de Justiça Desportiva.
Diego Souza, técnico do Joinville, teve seu registro cancelado no BID da CBF após denúncia de licença falsa obtida por meio de esquema de venda de diplomas atribuído ao argentino Alejandro Mancuso. O ex-atacante se diz vítima, acusa Mancuso de estelionato e afirma que vai se defender na Justiça. A CBF iniciou pente fino para identificar treinadores atuando com licenças argentinas irregulares.
Diego Souza, técnico do Joinville, se pronunciou sobre o escândalo de licenças falsas de técnicos e afirmou ter sido vítima de Alejandro Mancuso, ex-jogador investigado por venda de diplomas falsos. O registro de Diego Souza na CBF foi cancelado, mas ele segue treinando o time na Copa Santa Catarina enquanto busca regularizar sua situação. O caso foi encaminhado pela CBF para apuração na Comissão de Ética e na CNRD.
O artigo traça o perfil de Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que passou por Palmeiras e Flamengo e foi auxiliar de Maradona na Copa de 2010, hoje acusado de vender licenças falsas de treinador e de estelionato com cheques falsificados. O texto repassa sua carreira como jogador e os diversos episódios judiciais envolvendo o ex-atleta. A peça culmina com a decisão da Justiça argentina, em 2025, de levar Mancuso a juízo.
Walter Casagrande Jr. comenta, no UOL News Esporte, o esquema de venda de licenças falsas de treinador liderado pelo ex-jogador Alejandro Mancuso. Ele avalia que os ex-jogadores brasileiros que pagaram US$ 20 mil deveriam ter desconfiado da promessa de registro 'Pró' em dez dias, quando o curso normal dura três anos. A investigação da colunista Joanna de Assis confirmou que todos os diplomas emitidos eram falsos, configurando estelionato contra os atletas.
No programa De Primeira, do Canal UOL, PVC comenta o caso do argentino Alejandro Mancuso, investigado por vender diplomas falsos de treinador. O comentarista afirma que o grande culpado é Mancuso, mas defende que os jogadores que compraram as licenças sem estudar também devem ser responsabilizados. A jornalista Joana de Assis detalha como a reportagem do UOL Prime confirmou a invalidade dos documentos junto à escola argentina Atifa.
Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que atuou por Palmeiras e Flamengo nos anos 1990, foi apontado como responsável por golpe de venda de licenças falsas de treinador na Argentina. O artigo traça um perfil do ex-atleta: revelado no Ferro Carril Oeste, brilhou no Vélez Sarsfield, passou pelo Boca Juniors e pelos dois gigantes brasileiros, ganhando fama de jogador violento no Brasil. O texto também narra o rompimento da amizade com Diego Maradona e outras acusações judiciais contra Mancuso, como o estelionato com cheques falsos.
O STJ anulou o julgamento que havia rejeitado o recurso da defesa de Bruno Henrique no processo por estelionato, determinando que o TJ-DFT julgue novamente um ponto específico sobre o prazo de representação das casas de apostas. A decisão do ministro Joel Ilan Paciornik não afeta a acusação de fraude esportiva contra o jogador do Flamengo e outros oito denunciados. O caso envolve o cartão amarelo supostamente provocado de propósito na partida contra o Santos, em novembro de 2023, para favorecer apostas.
Bruno Henrique, jogador do Flamengo, está em uma fase positiva em campo, mas enfrenta um processo judicial por estelionato e fraude em competição esportiva. A decisão sobre um recurso apresentado pela defesa completa quatro meses sem resposta, enquanto o jogador aguarda por definições legais e por uma possível renovação de contrato com o clube.
O Flamengo iniciou a Libertadores com uma vitória de 2 a 0 sobre o Cusco, com Bruno Henrique se destacando ao marcar um gol. No entanto, o jogador enfrenta um drama jurídico persistente com acusações de estelionato e fraude, apesar de ter sido absolvido em outras instâncias.
O Corinthians registrou um boletim de ocorrência contra Adriano Monteiro Alves, membro do Conselho Deliberativo, por suspeita de fraude estruturada e estelionato. Adriano teria negociado contratos em nome do clube sem autorização da diretoria, utilizando o nome e a marca do Timão para obter vantagens financeiras. O clube busca a abertura de um inquérito policial para investigar o caso.
O Corinthians solicitou a abertura de um inquérito contra Adriano Monteiro Alves, irmão do ex-presidente Duilio Monteiro Alves, por tentativa de estelionato e fraude. Segundo o clube, ele teria negociado contratos indevidamente utilizando o nome e a marca do Timão. Adriano Monteiro Alves negou as acusações e classificou a diretoria atual como um 'golpe'.
Por Lucas Magalhães e Leonardo Lourenço em 2025-12-04
A Justiça do Distrito Federal tornou o jogador Bruno Henrique, do Flamengo, réu por estelionato, acolhendo um recurso do Ministério Público. O atleta e outras sete pessoas são acusados de fraudar apostas esportivas. Paralelamente, o STJD multou o jogador em R$ 100 mil, liberando-o para jogar, e seu caso na esfera esportiva foi encerrado.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, virou réu por estelionato após decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A Terceira Turma Criminal acolheu recurso do Ministério Público, revertendo uma decisão de primeira instância que havia retirado essa acusação do processo. O jogador já respondia por manipulação de partidas e agora soma o estelionato, que teria ocorrido após vazar informação sobre um cartão amarelo.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se tornou réu por estelionato após a Justiça do Distrito Federal acolher recurso do Ministério Público. A acusação envolve um esquema ligado a apostas esportivas, onde o jogador teria agido para receber um cartão amarelo de forma deliberada em uma partida contra o Santos, beneficiando apostas online. Além da fraude esportiva, o caso agora também tramita como ação penal por estelionato.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se livrou de uma punição esportiva e agora foca sua defesa na Justiça comum. Ele é réu por manipulação esportiva, um crime previsto na Lei Geral do Esporte com pena de reclusão de 2 a 6 anos e multa. Os procuradores buscam processá-lo também por estelionato, mas o juiz de primeira instância negou, alegando falta de representação direta das empresas de apostas.