Ex-mulher de Diego Maradona, Verónica Ojeda, acusa médicos envolvidos na morte do jogador de serem 'assassinos' durante um julgamento. Ela expressou profunda tristeza e indignação, alegando negligência e manipulação por parte da equipe médica e do agente de Maradona.
Um médico legista detalha a falta de equipamentos médicos essenciais, como desfibrilador e ventilador, na casa de Diego Maradona no momento de sua morte. A declaração ocorreu durante o segundo julgamento pela morte do craque, que busca apurar responsabilidades sobre as condições em que ele estava sendo cuidado.
Giannina Maradona, filha do craque, emocionou-se durante o julgamento da morte do pai, acusando médicos de manipularem a família para manter Maradona em internação domiciliar inadequada. Ela relatou maus-tratos e negligência, descrevendo como os profissionais teriam facilitado o uso de álcool e medicamentos, prejudicando a saúde do ídolo.
O neurocirurgião Leopoldo Luque, médico pessoal de Diego Maradona, declarou-se inocente durante um novo julgamento que investiga as circunstâncias da morte do ídolo do futebol. Ele, juntamente com outros seis profissionais de saúde, é acusado de homicídio simples com dolo. Luque negou responsabilidade nos cuidados domiciliares e nas decisões médicas pós-cirurgia de Maradona.
O julgamento sobre a morte de Diego Maradona foi reaberto em Buenos Aires devido a uma polêmica envolvendo uma juíza que gravava um documentário clandestino sobre o caso. A acusação sustenta que Maradona foi abandonado e condenado à morte pela equipe médica, enquanto a defesa alega que o craque não aceitava orientações e tomava suas próprias decisões.
Um novo julgamento sobre a morte de Diego Maradona começa na Argentina, com sete membros de sua equipe médica acusados de homicídio por negligência. O processo anterior foi anulado após a renúncia de uma juíza. Promotores argumentam negligência e falha em protocolos, enquanto a defesa alega que a morte era inevitável devido a problemas de saúde preexistentes.
O Deportivo Riestra, rival do Grêmio na Copa Sul-Americana, tem uma história peculiar envolvendo Diego Maradona, que atuou como 'guru' e mentor do clube. O time argentino, que faz seus próprios uniformes, também se destaca por sua trajetória incomum no futebol.
A antiga casa onde nasceu Diego Maradona, em Villa Fiorito, Buenos Aires, foi transformada em um refeitório para pessoas carentes. O imóvel, declarado patrimônio histórico nacional em 2021, agora oferece refeições diárias a centenas de pessoas graças a um grupo de voluntários.
Gabriel Batistuta, ex-atacante da seleção argentina, criticou a forma como Diego Maradona morreu e abordou a personalidade de Lionel Messi em uma entrevista. Batistuta expressou arrependimento por não ter protegido Maradona, a quem considera uma grande pessoa apesar de seus problemas, e afirmou que ele 'morreu como um cachorro'. Em relação a Messi, o ex-jogador apontou a falta de carisma e a dificuldade em lidar com a pressão, comparando-o ao estilo mais intenso de Maradona.
Gabriel Batistuta, ex-atacante argentino, relembrou sua parceria com Diego Maradona, lamentando sua morte e o classificando como uma pessoa que morreu "como um cão" por não ter recebido a ajuda que precisava. Batistuta também comparou Lionel Messi e Maradona, afirmando que, apesar dos números de Messi, Maradona possuía um carisma único que o torna, em sua opinião, o melhor.
O filho de Diego Maradona, Diego Maradona Jr., comparou o impacto do jogador Scott McTominay no Napoli ao do pai, afirmando que o escocês se tornou o jogador mais decisivo do clube desde a era de Diego. McTominay, que foi eleito o melhor jogador da última Serie A, tem sido peça fundamental no time italiano, com desempenho notável em gols e atuações.
O artigo "Adeus, Messi" de Milly Lacombe critica duramente a postura de Lionel Messi ao confraternizar com Donald Trump, um ex-presidente dos EUA com um histórico controverso. A autora argumenta que essa atitude desvaloriza o peso histórico do jogador e o compara negativamente com Maradona, rebaixando-o de ídolo a uma figura "minúscula".
O artigo explora a peculiar relação entre o jogador de futebol Diego Maradona e o clube argentino Lanús, adversário do Flamengo na Recopa Sul-Americana. Apesar de nunca ter atuado profissionalmente pelo clube, Maradona tem fortes laços com a cidade e o hospital onde nasceu, além de ter participado de um amistoso beneficente. A matéria detalha essas conexões e o orgulho do Lanús pela figura do ídolo.
Milton Neves relembra uma entrevista inesquecível com Diego Armando Maradona durante o Carnaval de 2006, no Camarote da Brahma na Sapucaí. O colunista do UOL descreve a descontração do craque argentino e como ele respondeu às provocações com elegância, relembrando momentos marcantes de sua carreira. A matéria destaca a presença de outras personalidades como Renata Fan e Maurício Torres.
O sobrinho-neto de Maradona, Hernán López Muñoz, marcou o gol da vitória do Argentinos Juniors sobre o River Plate por 1 a 0. A derrota marca a 12ª em 18 jogos do River, que vive uma fase de crises sob o comando de Marcelo Gallardo, acumulando fracassos recentes. O artigo também menciona o histórico do time argentino na Libertadores e a contratação de jogadores brasileiros.
A colunista Milly Lacombe discute o episódio envolvendo Andreas Pereira em um lance de malandragem no futebol, comparando-o com outros casos históricos como a "mão de Deus" de Maradona e a cotovelada de Pelé. Ela critica a hipocrisia de alguns torcedores e a seletividade na indignação, defendendo que o futebol comporta esse tipo de malandragem permitida e que existem problemas mais graves a serem combatidos.
O artigo de Juca Kfouri discute o livro "Crônicas do gramado invisível" de Ricardo Roca, traçando paralelos inusitados entre figuras do esporte e da cultura. Kfouri elogia a erudição e a sensibilidade do autor, comparando sua habilidade de escrita à genialidade de craques como Marta, Maradona e Garrincha.
O artigo relembra os melhores momentos de Diego Armando Maradona no Napoli, cinco anos após sua morte. Sua passagem pelo clube italiano, entre 1984 e 1991, elevou o time a uma potência nacional e europeia, com conquistas como a Copa da Itália e a Copa da UEFA.
O artigo relembra os cinco anos da morte de Diego Maradona, destacando uma entrevista concedida pelo autor ao craque argentino no Carnaval de 2006. A matéria compara Maradona com outros grandes nomes do futebol, como Pelé e Messi, e apresenta diversas imagens históricas do jogador.
A jogadora colombiana Linda Caicedo marcou um golaço espetacular para o Real Madrid feminino contra o Alhama, em uma jogada comparada ao gol de Maradona em 1986. A partida, válida pelo Campeonato Espanhol Feminino, terminou com a vitória do Real Madrid por 5 a 0. O lance ressaltou o talento e a importância de Caicedo no cenário do futebol feminino.