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Futebol Morte de Maradona: 'Não havia desfibrilador, ventilador, nada', diz médico Do UOL, em São Paulo 24/04/2026 11h06 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Pessoas protestam na frente do Tribunal de San Isidro durante julgamento da morte de Maradona Imagem: MARTIN ZABALA/Xinhua Fortes declarações marcaram a audiência de ontem (23) do segundo julgamento pela morte de Diego Maradona — já que o primeiro havia sido cancelado . Juan Carlos Pinto, médico que assinou a certidão de óbito do craque, descreveu as condições da casa onde estava Maradona. "Não havia desfibrilador, ventilador, oxigênio? nada" "Desde a reanimação, Maradona não apresentou sinal de resposta. Não havia desfibrilador, ventilador, oxigênio, nada na casa . Não havia nenhum item no quarto que indicasse que o paciente estava recebendo cuidados domiciliares; não havia nada", relatou Juan Carlos Pinto, que chegou à residência de Maradona após receber uma chamada de emergência. Maradona já estava morto àquela altura, segundo Pinto: "Não tinha pulso nem batimentos cardíacos. Estava com graves edemas, o rosto muito inchado e abdômen distendido. Parecia um balão. Não respirava. Também apresentava lividez cadavérica, áreas da pele que se tornam rígidas entre duas e cinco horas após a morte. Neste caso, já estavam rígidas quando vimos o corpo". Daniela Lima STF morde isca da direita e alimenta 'agenda ética' Casagrande A Fifa não liga para Estêvão e Yamal Josias de Souza Correios provam que inferno existe Ronilso Pacheco Resposta de Gilmar a Zema expõe preconceitos Pinto descreveu o momento em que chegou à casa. "Ele estava no quarto, em uma cama de casal. Estavam realizando reanimação : uma mulher fazia compressões torácicas e um homem fazia respiração boca a boca. Um médico vizinho que havia sido chamado saiu e me fez um sinal, como quem diz: 'Não há nada que possamos fazer'", disse o médico, segundo reportagem do Diário Olé. Relatos dos policiais presentes Lucas Farias, o primeiro policial a chegar à residência, e Cristian Méndez, chefe da polícia científica local, também prestaram depoimentos durante a audiência. "Quando entrei, vi Claudia Villafañe (ex-mulher de Maradona) na cozinha. Enquanto a entrevistava, olhei para o quarto. A primeira coisa que vi foi um corpo que não respondia, coberto e extremamente inchado. O vi a cerca de um metro e meio ou dois metros de distância. Sabia quem era; o reconheci", declarou Farias. Segundo Farias, tratava-se de um quarto comum, menor que o espaço da cozinha. "Havia um sanduíche na mesa e o lugar estava cheio de roupas esportivas. Havia soro intravenoso, garrafas de água mineral e medicamentos que foram posteriormente confiscados. Nada mais de uso médico. Quando a equipe médica terminou seu trabalho, tudo foi documentado e o corpo, removido." Chefe da polícia científica, Méndez relatou como foi o seu trabalho ao atender a ocorrência. "Entramos e tiramos fotos da cena para entender as características do incidente. O corpo estava na cama. Havia garrafas de água mineral e medicamentos no quarto, nada mais", afirmou. Continua após a publicidade Relacionadas Maradona foi assassinado? Julgamento sobre morte do craque é reaberto Começa novo julgamento sobre morte de Maradona Filha de Maradona chora em julgamento e dispara contra médicos: 'Fomos manipuladas' Logo depois, segundo Méndez, os médicos realizaram o exame médico externo, aferiram a temperatura, verificaram o rigor mortis e examinaram os olhos, procedimento para determinar a hora da morte. Continuamos tirando fotos para documentar a situação." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Ídolo do Benfica, Luisão questiona punição em caso Vini: 'Recado perigoso' Barriga definida aos 60 anos: o que comer e fazer para manter os músculos Ex-chef de CR7 revela dieta sem 'junk food' e zero açúcar: 'Nem no café' Daniela Lima: STF morde isca da direita e alimenta 'agenda ética' Ex-The Voice Brasil pede ajuda nas redes para tratamento de câncer