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Análise dos Times

Motivo: Mencionado apenas como o último time que Maradona treinou, sem análise de viés em relação à matéria principal.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Diego Maradona Gimnasia y Esgrima Agustina Cosachov Leopoldo Luque Carlos Ángel Díaz Nancy Edith Forlini Ricardo Almirón Mariano Ariel Perroni Pedro Pablo Di Spagna Dahiana Madrid Julieta Makintach Claudia Villafane

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Futebol Novo julgamento sobre morte de Maradona começa na Argentina 14/04/2026 10h20 Deixe seu comentário Diego Maradona, em 2020, quando foi técnico do Gimnasia y Esgrima Imagem: Jam Media/Getty Images Por Lucila Sigal/Reuters Um novo julgamento sobre a morte do ídolo do futebol argentino Diego Maradona terá início na terça-feira (14), com sete membros de sua equipe médica acusados de homicídio por negligência, quase um ano após um processo anterior ter sido anulado. Uma presença duradoura na Argentina — de murais imponentes a tatuagens — Maradona morreu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, após um ataque cardíaco enquanto se recuperava de uma cirurgia no cérebro para remover um coágulo sanguíneo. Josias de Souza Ramagem nota que caiu no conto do vigário Carlos Nobre A guinada verde da China e a pressão sobre o Brasil Milly Lacombe Atitude da diretoria do Flu pode pôr o ano a perder Aline Sordili Stanford revela alicerces frágeis da revolução da IA Um tribunal em San Isidro, perto de Buenos Aires, ouvirá depoimentos de pouco menos de 100 testemunhas ao julgar a equipe médica de Maradona por suposta negligência na morte do campeão da Copa do Mundo de 1986. Sua equipe médica negou qualquer irregularidade. Os réus são a psiquiatra Agustina Cosachov, o neurocirurgião Leopoldo Luque, o psicólogo Carlos Ángel Díaz, a médica Nancy Edith Forlini, o enfermeiro Ricardo Almirón, o enfermeiro-chefe Mariano Ariel Perroni e o médico Pedro Pablo Di Spagna. Um oitavo réu, a enfermeira Dahiana Madrid, será julgado por um júri separado, ainda sem data definida. Dois meses após o início do primeiro julgamento, que começou em março do ano passado, foi declarada a anulação do julgamento quando uma das três juízas, Julieta Makintach, renunciou ao cargo depois que um vídeo veio à tona mostrando-a sendo entrevistada por uma equipe de filmagem nos corredores do tribunal e em seu escritório como parte de um documentário, violando as regras judiciais. O novo julgamento exigirá que tanto os promotores quanto os advogados de defesa reavaliem suas estratégias depois que o primeiro julgamento exibiu fotografias, vídeos, gravações de áudio e provas forenses. Muitas testemunhas, incluindo os filhos de Maradona e sua ex-esposa, Claudia Villafane, já depuseram. No julgamento inicial, os promotores argumentaram que os profissionais da área médica violaram os protocolos de tratamento e que a casa onde Maradona estava se recuperando de uma cirurgia se assemelhava a um "teatro de horror", onde os cuidados necessários não foram prestados. A defesa argumentou que sua morte era inevitável devido a problemas de saúde de longa data. Maradona lutou durante décadas contra o vício em cocaína e álcool. Continua após a publicidade As acusações de negligência surgiram em 2021, depois que os promotores nomearam uma junta médica para investigar a morte de Maradona. O painel concluiu que sua equipe médica agiu de forma "inadequada, deficiente e imprudente". Se condenados, os réus podem pegar penas de prisão que variam de oito a 25 anos. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Dino e Gilmar criticam relatório de CPI e ataques contra o STF O temor da Faria Lima com o atraso na divulgação do balanço do BRB Estudantes de direito atacam homem em situação de rua com arma de choque Pesquisa acha compostos potencialmente carcinogênicos em pães e biscoitos Relator diz que mirou ministros porque decisões limitaram atuação da CPI