A promotoria argentina pediu penas de 4 a 12 anos de prisão para seis profissionais de saúde acusados de negligência na morte de Diego Maradona, ocorrida em novembro de 2020. O principal acusado é o neurocirurgião Leopoldo Luque, enquanto o médico Pedro Di Spagna foi absolvido. O tribunal de San Isidro deve divulgar o veredito nas próximas semanas.
A Promotoria do julgamento pela morte de Diego Maradona acusou a equipe médica do ex-jogador de negligência, descrevendo uma 'organização caótica' que o deixou 'à própria sorte'. Sete profissionais de saúde respondem por homicídio com dolo eventual e podem pegar até 25 anos de prisão. O julgamento, iniciado em abril, entrou em sua reta final com os argumentos finais da acusação.
A Justiça de Santa Catarina condenou a Chapecoense a indenizar a família do jornalista Giovane Klein, morto no acidente aéreo de 2016. A decisão reconheceu a responsabilidade do clube na contratação do voo da LaMia, que resultou na tragédia. O clube foi considerado negligente na escolha da companhia aérea por motivos financeiros, sem a devida diligência na verificação de sua regularidade e segurança.
Ex-mulher de Diego Maradona, Verónica Ojeda, acusa médicos envolvidos na morte do jogador de serem 'assassinos' durante um julgamento. Ela expressou profunda tristeza e indignação, alegando negligência e manipulação por parte da equipe médica e do agente de Maradona.
Um novo julgamento sobre a morte de Diego Maradona começa na Argentina, com sete membros de sua equipe médica acusados de homicídio por negligência. O processo anterior foi anulado após a renúncia de uma juíza. Promotores argumentam negligência e falha em protocolos, enquanto a defesa alega que a morte era inevitável devido a problemas de saúde preexistentes.