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Futebol Ex-mulher de Maradona ataca médicos acusados de negligência: 'Assassinos' Do UOL, em São Paulo 30/04/2026 15h10 Deixe seu comentário Verónica Ojeda, ex-mulher de Diego Maradona, em julgamento sobre a morte do ex-jogador, em 2025 Imagem: LUIS ROBAYO/AFP Verónica Ojeda , ex-mulher de Diego Maradona, desabou em lágrimas durante o segundo julgamento pela morte do ex-jogador, nesta quinta-feira. Ela se emocionou ao criticar duramente os médicos acusados de negligência na proteção da saúde do astro argentino. Ojeda, que teve um filho com Maradona (Diego Fernando), direcionou sua indignação principalmente ao neurocirurgião Leopoldo Luque, à psiquiatra Agustina Cosachov e ao psicólogo Carlos Díaz, membros da equipe médica que cuidou do ex-jogador. Em meio às lágrimas, ela os chamou de "assassinos" e os acusou de manipular a família de Maradona. Ela então afirmou que o agente de Maradona, Matías Morla, "era quem dirigia todos esses capangas, médicos e todos os membros da comitiva" do capitão da seleção campeã da Copa do Mundo de 1986. Ricardo Kotscho Lula sofre pior derrota de sua vida política Sakamoto Congresso reforça que tem bandido de estimação Josias de Souza Alcolumbre e centrão soldam elo anti-Lula Alicia Klein Robinho: novos advogados, mesma arrogância "Mataram o pai do meu filho. Meu filho precisava do pai, dos abraços dele", disse Ojeda, que morou com Maradona de 2005 a 2014. Ela já havia testemunhado em um primeiro processo judicial que foi anulado no fim do ano passado. Morte de Maradona Diego Maradona morreu de um ataque cardíaco em 25 de novembro de 2020, enquanto recebia cuidados médicos em uma casa alugada nos arredores de Buenos Aires. Lá, o ex-jogador de futebol, então com 60 anos, tentava se recuperar de uma cirurgia realizada duas semanas antes para remover um hematoma subdural. Os sete profissionais de saúde que estão sendo julgados desempenharam algum papel nos cuidados domiciliares de Maradona. Todos negam negligência. Eles são acusados de homicídio culposo com dolo — que ocorre quando o autor sabe que suas ações podem causar danos, mas mesmo assim continua a praticá-las. A pena máxima para esse crime é de 25 anos de prisão. Além de Luque, Cosachov e Díaz, os réus incluem os médicos Nancy Forlini e Pedro Di Spagna, o enfermeiro Ricardo Almirón e Mariano Perroni, representante da empresa prestadora de serviços de enfermagem. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Prefeitura barra plano do Nubank para mudança na arena do Palmeiras Robinho: novos advogados, mesma arrogância Alcolumbre e centrão soldam elo anti-Lula e a favor da blindagem Cientistas listam 17 hábitos capazes de evitar o câncer Congresso reforça que tem bandido de estimação ao cortar penas de golpistas