O Oklahoma City Thunder anunciou a aposentadoria da camisa 0 usada por Russell Westbrook, que encerrou a carreira em agosto após 18 temporadas como jogador. A cerimônia está marcada para 7 de fevereiro, no Paycom Center, quando a equipe receberá o New York Knicks. Westbrook é o líder histórico da franquia em diversos fundamentos e detém o recorde da NBA com 209 triplos-duplos na carreira.
Alex, ídolo do Santos, acompanhou a vitória do time sub-13 sobre o Prata da Casa, pelo jogo de ida das quartas de final do Campeonato Paulista. Durante a visita, o ex-zagueiro reencontrou Elano, coordenador técnico da base, com quem fez parte da geração campeã do início dos anos 2000. A presença do ex-jogador foi celebrada pelo clube nas redes sociais, reforçando a conexão entre as glórias do passado e os atuais talentos da base.
O artigo reúne quatro declarações de Gabigol expressando amor pelo Flamengo depois que o atacante deixou o clube em 2025 e passou a defender Cruzeiro e Santos. A declaração mais recente, de setembro de 2026, gerou repercussão negativa entre torcedores do Santos e levou o jogador a se pronunciar em vídeo. O texto foi publicado no dia do confronto entre Santos e Flamengo, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro.
Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-10-06
Colunista da ESPN compara as despedidas de Lionel Messi e Diego Maradona da Seleção Argentina, marcando o último jogo de Messi com a camisa alviceleste. Apesar de reconhecer que Messi tem números superiores, com mais títulos, jogos e gols, o autor declara sua preferência por Maradona como ídolo. O texto destaca a humanidade e a vida errática de Maradona como razões para a admiração maior do colunista.
Marcos Braz, ex-vice-presidente do Flamengo, defende um possível retorno de Gabigol ao clube desde que a negociação siga o modelo de 2019, com empréstimo de um ano. O atacante vive boa fase no Santos, o que reacendeu o desejo dos torcedores rubro-negros de vê-lo de volta. Braz lembrou a história do jogador, que marcou 161 gols em 308 jogos e foi peça central nas conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro de 2019.
O ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e parte da Segunda Academia de Futebol, faleceu aos 76 anos. Reconhecido por sua passagem marcante pelo clube alviverde, onde se tornou um dos maiores artilheiros, Leivinha também teve carreira na seleção brasileira e em outros clubes.
O colunista Walter Casagrande Jr. lamenta a morte do ex-jogador Leivinha, ídolo do Palmeiras e da Seleção Brasileira. Casagrande o descreve como um jogador sensacional, "Pelé Branco", com grande senso de posicionamento e capacidade de cabeceio, além de uma referência pessoal e um professor em campo. Ele relembra a admiração desde a infância, mesmo sendo corintiano, e como Leivinha inspirou seu estilo de jogo.
João Fonseca celebrou a presença de Gustavo Kuerten em sua vitória contra Casper Ruud nas oitavas de final de Roland Garros. O jovem tenista brasileiro expressou a felicidade de vencer um adversário difícil na frente de seu ídolo, ecoando um feito histórico de Kuerten.
O meia Lulinha, que surgiu como uma grande promessa no Corinthians e foi conhecido como o 'menino de 50 milhões de dólares', relembra a pressão inicial em sua carreira e a decisão de recusar uma proposta do Manchester United aos 15 anos. Atualmente, ele vive um momento de destaque e status de ídolo na Indonésia.
O Flamengo levou seus jogadores da base, do sub-13 ao sub-17, ao cinema para assistir ao filme "Zico, O Samurai de Quintino". A iniciativa, idealizada pela comissão técnica e pelo departamento de desenvolvimento humano do clube, visa inspirar os jovens atletas com a história de vida e carreira do maior ídolo rubro-negro, enfatizando valores além do campo.
O ex-meia Geovani Silva, ídolo do Vasco e conhecido como "Pequeno Príncipe", faleceu aos 62 anos. O jogador marcou época no clube nos anos 80, conquistando diversos títulos estaduais e integrando a seleção brasileira em importantes competições. Sua morte foi confirmada pela família e lamentada por ex-companheiros de equipe e o próprio clube.
O ex-meia Geovani, ídolo do Vasco da Gama e medalhista olímpico em Seul-1988, faleceu aos 62 anos. Reconhecido por seu talento, lançamentos precisos e dribles refinados, marcou época nos anos 80.
O artigo discute a admiração de jogadores da nova geração da seleção brasileira por Neymar, que o veem como um ídolo e esperam sua presença na Copa do Mundo de 2026. Jogadores como Caio Henrique e Kaio Jorge destacam a influência de Neymar em suas carreiras e a expectativa de tê-lo em campo, enquanto o técnico Carlo Ancelotti observa e a decisão sobre sua convocação ainda está em aberto.
O artigo analisa a discussão sobre o lugar de Hulk entre os maiores ídolos da história do Atlético-MG, após sua saída do clube. Uma votação com jornalistas e influenciadores elegeu Reinaldo como o maior ídolo, seguido por Hulk em segundo e Ronaldinho Gaúcho em terceiro.
O goleiro colombiano Eder Aleixo Chaux Ospina, do Independiente Medellín, tem seu nome inspirado no ex-atacante brasileiro Eder Aleixo, ídolo do Atlético-MG. A homenagem foi feita pelo pai do goleiro, fã do jogador desde a Copa do Mundo de 1982. A história de admiração e o contato entre os dois Éders se desenvolveu através das redes sociais, culminando em um presente especial para o goleiro.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), anunciou que o atacante Bruno Henrique ganhará um busto na sede do clube, a Gávea, em homenagem ao seu legado. A cerimônia está prevista para o aniversário do clube em novembro. Bruno Henrique também teve seu contrato renovado até 2027.
O artigo relembra casos de ídolos do futebol que deixaram seus clubes em meio a polêmicas. Exemplos incluem Neymar com o Barcelona, Messi com o Barcelona, Romário com o Flamengo, Gabigol com o Flamengo, Dudu com o Palmeiras, Luís Figo com Barcelona e Real Madrid, Marcelinho Carioca com o Corinthians e Fábio com o Cruzeiro. Essas saídas foram marcadas por disputas judiciais, divergências contratuais ou episódios de comportamento.
Um fã de Ayrton Senna construiu uma réplica detalhada do McLaren MP4/8, carro que o tricampeão de Fórmula 1 utilizou em 1993, em Araraquara, interior de São Paulo. O projeto, que demandou seis meses e cerca de R$ 60 mil, homenageia o legado do piloto brasileiro, cujo impacto na memória afetiva de fãs permanece forte trinta e dois anos após sua morte.
O texto expressa a dor e o impacto emocional da despedida do jogador Hulk do Atlético-MG. A autora relata sua conexão pessoal com o ídolo, destacando suas conquistas, sua entrega em campo e o legado que ele deixa para o clube e seus torcedores. A matéria é uma ode ao jogador, considerado um super-herói por muitos.
A Rainha Hortência lamenta a morte do ídolo do basquete Oscar Schmidt, destacando a surpresa e a dor pela perda. Ela relembra histórias divertidas da dupla e ressalta o legado de credibilidade, determinação e a capacidade de inspirar do "Mão Santa". A ex-jogadora se sente abençoada por ter testemunhado a trajetória de Oscar e outros grandes nomes da geração.