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Análise dos Times

Atletico

Principal

Motivo: O artigo discute a situação de Hulk no Atlético, analisando as propostas do clube para o futuro do jogador após sua carreira.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O artigo menciona Fágner e sua saída do Corinthians, utilizando o caso como exemplo para a discussão sobre a carreira de ídolos.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como uma possível opção para Hulk, sem grande aprofundamento na análise.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como exemplo de um ex-ídolo (Zico) que atua no clube em outra função.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como exemplo de um ex-ídolo (Ademir da Guia) que não tem cargo vitalício.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como exemplo internacional (Thiago Silva) e a decisão do técnico de não o querer de volta.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como exemplo de um ex-ídolo (Pelé) que não teve cargo vitalício.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

santos palmeiras flamengo corinthians thiago silva fagner atletico milan massimiliano allegri zico ademir da guia hulk pele paulo vinicius coelho cassio

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Hulk e Fágner lamentam tratamento de seus clubes, mas ídolo não é profissão Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 07/01/2026 12h10 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Hulk comemora após marcar para o Atlético-MG contra o Vasco pelo Campeonato Brasileiro 2025 Imagem: Fernando Moreno/AGIF Fágner deixou o Corinthians e declarou na manhã desta quarta-feira: "Pessoas quiseram e fizeram isso." Hulk fez seu desabafo na noite de terça-feira sobre como julgou dirigentes do Atlético terem querido aposentá-lo. Nenhuma das duas situações é simples e em nenhuma das duas a resposta é fácil. Carla Araújo Planalto já vê Flávio como melhor concorrente Nelson de Sá China não depende do petróleo da Venezuela Julio Wiziack Itaipu destinará R$ 1,5 bilhão para manter tarifa Daniela Lima Como fogo amigo afastou Lewandowski de Lula Mas parece haver falta de noção dos ídolos de Corinthians e Galo do que a passagem do tempo representa. Hulk teve a possibilidade de ir para o Fluminense, supostamente para um contrato de dois anos. O Atlético tem mais um ano de contrato com o atacante, ofereceu extensão de mais um ano e, depois, um plano para ter estátua, porcentagem de SAF e plano de seguir no clube em algum novo cargo, nada disto oficializado. Hulk pareceu se sentir ofendido com a oferta pós-carreira. Quiseram aposentá-lo? Não parece. Diferente disso, parecem ter lhe oferecido um plano para o futuro. Perfeitamente poderia dizer: "Disto tratamos quando eu decidir abandonar os campos." O que se pode propor para um atacante de 39 anos, a seis meses de completar 40? Um contrato pelos próximos três anos? Continua após a publicidade Reinaldo é o maior herói da história atleticana. Não tem cargo no clube. Éder teve cargo e terá outras vezes, porque tem função. Fágner foi um dos laterais direitos mais bem pagos do mercado brasileiro. Em algum momento, não deu para seguir assim. Como com Cássio, eterno herói corintiano. Zico é, atualmente, embaixador do Flamengo e tem trabalho na Flamengo TV. Não foi sempre assim. Quando ocupou cargo de direção, foi criticado injustamente. Ademir da Guia não é vitalício no Palmeiras. Ídolo não é profissão e, por vezes, parece haver uma certa falta de noção do que acontece no mercado. Thiago Silva é histórico jogador do Milan. O técnico Massimiliano Allegri não o quis de volta. Continua após a publicidade Não é só no Brasil. No caso do Atlético, com acertos e erros de comunicação, parece haver cuidado em associar a imagem de Hulk à marca do Galo pelos próximos anos, mesmo após o final de sua carreira. Hulk não entendeu assim e tem o direito de se sentir ofendido. O Atlético também tem. Ídolo não é profissão. É uma condição que se alcança e se mantém por um período de tempo. Pode ser a vida inteira para raros eleitos dos Céus. Continua após a publicidade Até Pelé teve sua idolatria discutida por decisões tomadas durante a vida. E nem ele teve cargo vitalício no Santos e na Seleção Brasileira. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Mulher acumula R$ 540 mil em multas por estacionar em sua própria garagem Rússia diz que perdeu contato com navio petroleiro interceptado pelos EUA Transmissão ao vivo de Independente-AP x São Paulo pela Copa São Paulo: veja onde assistir Mari Sanches: Venezuela faz EUA e Rússia se oporem diretamente pela 1ª vez Maierovitch: Relator da TCU delira e faz paspalhice no caso banco Master