O artigo discute as declarações de Hulk e Fágner sobre o tratamento recebido por seus clubes, Atlético-MG e Corinthians, respectivamente. O autor argumenta que, embora os jogadores tenham o direito de se sentir ofendidos, a idolatria não é uma profissão e que clubes podem oferecer planos futuros, como cargos ou associações à imagem, após o fim da carreira.
Paulo Vinícius Coelho (PVC) contesta a visão de Hulk sobre ser ídolo não ser profissão, argumentando que o centroavante é a sua função principal. PVC defende que clubes não têm obrigação de oferecer cargos vitalícios a ex-jogadores, mesmo que sejam ídolos, e que propostas de pós-carreira, como estátua e ações da SAF, são formas de valorização.
A atleta Jeane dos Santos se mostra mais focada para a 100ª edição da Corrida de São Silvestre, destacando a importância da prova em sua carreira por ter aberto portas para sua profissão e proporcionado bolsas de incentivo. Ela detalha sua preparação, incluindo foco no fortalecimento psicológico e adaptação climática, visando superar o sexto lugar obtido no ano anterior.