Faltando dois meses para a 101ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, o artigo discute se é possível se preparar a tempo para os 15 km da prova. O treinador Alexandre Giglioli orienta sobre liberação médica, regularidade dos treinos, aumento gradativo de carga e adaptação às subidas e descidas do percurso. A matéria também traz dicas para amadores, como alternar corrida e caminhada durante a prova.
A Corrida Internacional de São Silvestre ganhará um longa-metragem em comemoração aos seus 100 anos, com projeto já aprovado pela Ancine e em fase de captação de recursos. A produção é de uma empresa de Ribeirão Preto, que já retratou histórias como a da campeã Maria Zeferina Baldaia. O filme deve ser lançado em dezembro de 2027, durante a semana da prova centenária.
O artigo comemora os 50 anos da conquista histórica de Eleonora Mendonça, primeira brasileira a subir ao pódio da Corrida de São Silvestre, em 1976, quando terminou em quinto lugar e bateu o recorde feminino da prova. O texto também resgata outras conquistas da atleta, como o vice-campeonato em 1978, a fundação da Printer Promoções e a participação nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984. A matéria destaca o papel de Eleonora no desenvolvimento das corridas de rua e na luta pela igualdade de oportunidades no atletismo brasileiro.
O artigo apresenta a história da Corrida Internacional de São Silvestre, criada em 1925 por Cásper Líbero, e destaca provas internacionais inspiradas nela, como a San Silvestre Vallecana na Espanha, a São Silvestre da Amadora em Portugal e a BOclassic na Itália. Também informa detalhes da 101ª edição paulistana, marcada para 31 de dezembro de 2026, com 55 mil vagas disponíveis.
A Gazeta Esportiva completa 79 anos de sua primeira edição diária e independente, lançada em 1947, e celebra sua trajetória histórica no jornalismo esportivo brasileiro. O artigo retrata a origem da publicação como suplemento semanal de A Gazeta em 1928, o papel visionário de Cásper Líbero e a evolução do veículo até a transição definitiva para o ambiente digital em 2001. A matéria também destaca marcos históricos como o Palácio da Imprensa, a Corrida de São Silvestre e recordes de circulação.
A paratleta amazonense Leide Silva, conhecida como Borboletinha das pistas, superou um grave atropelamento sofrido em março durante uma corrida em Manaus e retornou às competições em agosto. Após cinco meses de recuperação, venceu a Maratona Internacional de Florianópolis na categoria cadeirante, resultado que considera um verdadeiro milagre. O artigo retrata sua trajetória de superação no paradesporto brasileiro.
A São Silvestrinha, versão infanto-juvenil da Corrida Internacional de São Silvestre, abriu as inscrições para sua 30ª edição, que será disputada em 12 de dezembro de 2026 em São Paulo. A prova atende crianças e jovens de 4 a 17 anos, divididos em cinco categorias com distâncias de 100m a 800m. A competição é reconhecida como celeiro de talentos do atletismo brasileiro, tendo revelado atletas como Franck Caldeira e Adriana da Silva.
A Corrida Internacional de São Silvestre abriu as inscrições para a 101ª edição, marcada para 31 de dezembro de 2026, em São Paulo. A primeira edição após o centenário estreia nova identidade visual e a Ticket Sports by Ingresse como nova plataforma oficial de inscrições. Criada em 1925 por Cásper Líbero, a prova é reconhecida como Patrimônio Mundial do Atletismo pela World Athletics.
Núbia de Oliveira conquistou o terceiro lugar na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, repetindo seu feito do ano anterior e garantindo novamente a melhor colocação entre as brasileiras. A atleta contou com o apoio da marca de gel Forcell, que destacou a importância de estar presente em um evento de grande porte e a identificação dos corredores com seus produtos.
A atleta brasileira Nubia de Oliveira conquistou o terceiro lugar na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, atingindo seu recorde pessoal com o tempo de 52min42s. Ela celebrou sua evolução e expressou o desejo de ver o Brasil no topo do pódio novamente.
A atleta peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga celebrou seu quarto lugar na elite feminina da Corrida de São Silvestre de 2025, descrevendo o resultado como inimaginável. Ela expressou felicidade e dedicou a conquista ao povo peruano, mencionando sua preparação em altitude no Peru e agradecendo a treinador e patrocinadores.
Fábio Jesus Correia conquistou o terceiro lugar na 100ª Corrida de São Silvestre, superando uma trajetória de dificuldades que incluiu trabalhar como coletor de lixo. O atleta desabafa sobre a falta de valorização do atletismo no Brasil, apelando por acesso a pistas de treino para a base e criticando as barreiras impostas aos corredores.
Fábio Jesus Correia conquistou o terceiro lugar na São Silvestre 2025, sendo o melhor brasileiro na prova. Ele lamentou a falta de incentivo ao atletismo no Brasil, relatando ter treinado na rua devido à indisponibilidade das pistas. Núbia Oliveira também obteve o bronze no feminino.
A São Silvestre de 2025 teve como campeões o etíope Muse Gizachew na prova masculina e a tanzaniana Sisilia Panga na feminina. Os brasileiros Fábio Jesus e Núbia Oliveira conquistaram o terceiro lugar em suas respectivas categorias, lamentando a falta de incentivo ao atletismo no país.
A tanzaniana Sisilia Panga conquistou a 100ª edição da Corrida de São Silvestre, realizada em 31 de dezembro de 2025. A brasileira Núbia de Oliveira repetiu o feito do ano anterior, terminando em terceiro lugar e sendo a melhor representante nacional na prova feminina.
A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre homenageou os brasileiros Fábio Jesus Correia e Nubia de Oliveira, que conquistaram o terceiro lugar nas categorias masculina e feminina, respectivamente. A cerimônia ocorreu antes da coletiva de imprensa dos campeões, com ambos recebendo um troféu comemorativo.
O etíope Muse Gizachew conquistou a 100ª edição da Corrida de São Silvestre após uma ultrapassagem estratégica nos metros finais. Ele revelou que a chave para a vitória foi manter seu próprio ritmo e não se preocupar com os adversários, superando o queniano Jonathan Kamosong por quatro segundos.
O casal de paratletas amazonense, Franciomar Franco e Cristina Maximiano (Lina), se destacou na 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, na categoria dos cadeirantes. Através de arrecadação online, eles conseguiram viajar até São Paulo para competir em uma prova histórica, onde Franciomar Franco sagrou-se campeão.
A 100ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre consagrou o etíope Muse Gizachew como campeão na categoria masculina, após ultrapassar o queniano Jonathan Kamosong nos metros finais. O brasileiro Fábio Jesus Correia completou o pódio em terceiro lugar, em uma prova emocionante que reuniu cerca de 55 mil participantes.
Fábio Jesus, o melhor brasileiro na 100ª São Silvestre, celebrou seu pódio com o terceiro lugar e um tempo de 45min06s. Ele destacou as dificuldades de treinamento no Brasil e fez um apelo por mais locais de treino para atletas.