Dois jovens jogadores espanhóis, Lamine Yamal e Pau Cubarsí, fizeram história ao se tornarem os terceiros e quartos atletas mais jovens a disputar uma final de Copa do Mundo. Eles superaram Kylian Mbappé em idade, mas ainda ficam atrás de Giuseppe Bergomi e Pelé, respectivamente, em termos de recordes de juventude em finais.
O artigo analisa a performance de Lionel Messi aos 39 anos na Copa do Mundo, destacando sua genialidade e capacidade de decidir jogos mesmo com baixa movimentação em campo. O autor lamenta o chauvinismo brasileiro que impede o desfrute da habilidade do craque, considerado um forte candidato a ameaçar o reinado de Pelé.
Comentaristas do Sportv debateram se Lionel Messi já superou Diego Maradona e admitem a possibilidade de comparação com Pelé. A discussão surgiu a partir do desempenho do argentino na Copa do Mundo de 2026, onde ele se destacou com gols e assistências.
O artigo discute a comparação entre Lionel Messi e Pelé, questionando se o argentino se considera superior ao Rei do Futebol. O autor argumenta que a discussão é inútil e que quem viu Pelé jogar se basta com o privilégio de tê-lo presenciado, sem precisar compará-lo ao número 2 de todos os tempos.
O marroquino Ayoub Bouaddi se tornou o segundo jogador mais jovem a disputar uma partida de quartas de final de Copa do Mundo, com 18 anos e 280 dias. Ele fica atrás apenas de Pelé, que ostenta o recorde desde 1958. A partida em questão é entre França e Marrocos.
Endrick e Rayan se tornaram os primeiros jogadores brasileiros com menos de 20 anos a atuarem juntos em uma partida de Copa do Mundo desde 1958, quando Pelé e Mazzola jogaram contra o País de Gales. A dupla fez sua estreia no torneio durante a vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, com Endrick chegando a marcar um gol anulado por impedimento.
Gilberto Mora, com 17 anos, será o jogador mais jovem da Copa do Mundo de 2026, superando recordes de Yamal e Pelé. O meio-campista mexicano, que atua no Tijuana, já conquistou a Copa Ouro e é agenciado pela brasileira Rafaela Pimenta. O México integra o Grupo A da competição.
Carlos Alberto Parreira e Rivellino, campeões mundiais em 1970, relataram uma bronca de Pelé no vestiário durante a Copa. Pelé, com autoridade, cobrou o time por não ter vencido ainda, apesar das classificações. Cafu também compartilhou sua admiração por Pelé.
A camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958 será leiloada pela Sotheby's com uma estimativa de mais de US$ 6 milhões. A peça histórica, na qual Pelé marcou dois gols contra a Suécia, pode se tornar a camisa de futebol mais valiosa já vendida. O item tem uma trajetória de vendas anterior, tendo sido comprado por cerca de US$ 105 mil em 2004.
A camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958, que anteriormente salvou o Museu dos Esportes de Maceió de fechar, será leiloada novamente em Nova York com um valor estimado de R$ 30 milhões. A peça histórica foi doada ao museu por Dida, reserva de Pelé na seleção de 1958, e vendida em 2004 para cobrir despesas financeiras.
Uma série do Jornal Nacional explora os elementos que formam o talento do futebol brasileiro, destacando a rua como origem e citando ícones como Pelé, Garrincha e Romário. A análise também aborda como o talento individual precisa ser complementado pela organização e sacrifício da equipe, com menções a Vini Jr., Raphinha e Neymar.
O artigo narra a trajetória da camisa 10 da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, desde Pelé em 1958 até Neymar, destacando os craques que a vestiram e as nuances históricas em sua atribuição. A peça resgata a importância icônica do número para os principais jogadores do país em edições do torneio.
O artigo analisa a relação histórica entre a Seleção Brasileira de Futebol e o Maracanã, destacando o estádio como a casa da equipe desde 1950. A matéria detalha o número de jogos, vitórias, derrotas e empates da seleção no local, além de celebrar Pelé como o maior artilheiro e figura icônica em suas atuações no Maracanã.
O tenista João Fonseca listou seus cinco maiores jogadores brasileiros de futebol de todos os tempos, incluindo Neymar, Ronaldinho Gaúcho, Romário, Ronaldo Fenômeno e Pelé. A declaração foi feita em entrevista à TNT Sports do Reino Unido, onde Fonseca também detalhou sua recente e histórica vitória sobre Novak Djokovic em Roland Garros.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) defende que a seleção brasileira não deve tratar a possível ausência de Neymar como um trauma e sugere seu corte caso não esteja apto fisicamente para a Copa do Mundo. Ele compara a situação com a vez em que o Brasil venceu a Copa sem Pelé, argumentando que a dependência excessiva do jogador pode ser prejudicial.
A numeração da seleção brasileira para a Copa do Mundo deve indicar o time titular, com dúvidas sobre a camisa 9. Neymar, se vestir a 10, igualará Pelé em número de Copas com o icônico número. A definição da numeração envolve comissão técnica e diretoria da CBF, considerando a preferência dos jogadores.
A matéria relembra a primeira vez que a Seleção Brasileira de futebol utilizou Teresópolis como local de preparação para uma Copa do Mundo, em 1966. O artigo visita as ruínas do hotel que hospedou Pelé e Garrincha, além de um estádio que está irreconhecível e abandonado.
O Santos FC celebrou a convocação de Neymar para a Copa do Mundo com uma montagem emocionante em suas redes sociais, unindo o craque atual a Pelé, ídolo eterno do clube. A publicação ressalta a continuidade do legado e a força do 'Reinado'.
O Mirassol lançou uma nova camisa comemorativa que homenageia o legado de Pelé e a conexão com Neymar. A peça, desenvolvida pela Athleta, apresenta detalhes dourados e a silhueta da comemoração icônica de Pelé, além de elementos que remetem à gestão de imagem do Rei pelo pai de Neymar. O uniforme celebra a primeira participação do clube na Libertadores.
Uma nova série produzida pela EPTV, afiliada da Rede Globo, explora as origens de renomados jogadores de futebol brasileiros com histórias ligadas a Copas do Mundo. Intitulada "De Onde Nascem os Craques", a produção em quatro episódios destaca jogadores como Pelé, Raí e Grafite, mostrando como cidades do interior influenciaram o desenvolvimento de talentos.