O STJ anulou o julgamento que havia rejeitado o recurso da defesa de Bruno Henrique no processo por estelionato, determinando que o TJ-DFT julgue novamente um ponto específico sobre o prazo de representação das casas de apostas. A decisão do ministro Joel Ilan Paciornik não afeta a acusação de fraude esportiva contra o jogador do Flamengo e outros oito denunciados. O caso envolve o cartão amarelo supostamente provocado de propósito na partida contra o Santos, em novembro de 2023, para favorecer apostas.
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, se tornou réu por estelionato após a Justiça do Distrito Federal acolher recurso do Ministério Público. A acusação envolve um esquema ligado a apostas esportivas, onde o jogador teria agido para receber um cartão amarelo de forma deliberada em uma partida contra o Santos, beneficiando apostas online. Além da fraude esportiva, o caso agora também tramita como ação penal por estelionato.
O jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC) argumenta que o julgamento do jogador Bruno Henrique é crucial para estabelecer regras claras contra fraudes em apostas esportivas no futebol. Ele defende que todos os envolvidos na indústria do esporte sejam proibidos de apostar e compartilhar informações privilegiadas, classificando a prática como fraude e crime.
Bruno Henrique, atacante do Flamengo, será julgado pelo STJD por ter supostamente forçado um cartão amarelo para beneficiar apostadores. Após ser suspenso por 12 jogos, o jogador recorreu e agora aguarda a decisão do tribunal, que pode resultar em absolvição, redução, manutenção ou aumento da pena.