O comentarista Mauro Cezar Pereira avaliou que a próxima janela de transferências do Flamengo será modesta, sem contratações caras, em razão da perda de receitas e das eliminações precoces na Libertadores e na Copa do Brasil. Ele destacou o impacto financeiro do fim do patrocínio da Betano, que pagava R$ 268 milhões, e apontou dificuldade para rejuvenescer o elenco. Nos bastidores, o colunista observou o início da campanha eleitoral do clube, com a volta de Rodolfo Landim ao Conselho e críticas à gestão de Bap.
O Flamengo, representado pelo vice-presidente geral Flávio Willeman, foi o primeiro clube a se manifestar em audiência pública no STF contra a medida provisória que proíbe casas de apostas no Brasil. O clube alertou para possível perda de R$ 430 milhões anuais em receitas de patrocínio, destacou os riscos à segurança jurídica dos contratos assinados e criticou a eficácia da proibição frente ao crescimento do mercado ilegal. A audiência foi aberta pelo ministro Luiz Fux, relator da ADI 8027, e conta com a participação de outros clubes, entidades e órgãos governamentais.
A CBF estima uma perda de R$ 420 milhões em receitas em 2027 com a proibição das casas de apostas (bets) no mercado nacional, número apresentado em audiência pública no STF. O detalhamento aponta o maior impacto no naming rights e na parte comercial da Copa do Brasil, cerca de R$ 120 milhões, antes ocupados pela Betano. A entidade projeta perdas acumuladas de R$ 2 bilhões até 2030 e defende uma transição gradual, citando o modelo da Premier League.
O Conselho Deliberativo do Flamengo vota um aditivo para renovação do contrato de patrocínio com a Shopee, que rende R$ 13 milhões anuais ao clube. A matéria detalha a ausência da marca nos últimos jogos, o processo de negociação e o balanço comercial positivo do clube, que alcançou mais de R$ 500 milhões em receitas comerciais até setembro de 2026.
O jornalista Rodrigo Mattos analisa no UOL News Esporte o cenário financeiro do Flamengo, que pode fechar o ano com déficit de cerca de R$ 40 milhões, principalmente devido à venda fracassada de Gonzalo Plata e à não concretização do naming rights do Maracanã. Ele apresenta dois cenários para 2027: com a volta das bets, o clube teria início de ano conservador mas conseguiria cumprir compromissos; sem elas, seria necessária venda de jogadores e busca de novo patrocinador máster.
Flamengo e Fluminense se uniram em protesto contra a proibição das casas de apostas (bets) no clássico no Maracanã, entrando em campo com a frase 'proibir não é proteger' no espaço do patrocinador máster. A iniciativa partiu de um entendimento entre Betano e Superbet, patrocinadoras dos clubes afetadas pela Medida Provisória do Governo Federal. Na arquibancada, a torcida do Flamengo exibiu faixas com protestos políticos contra Lula, Congresso e STF, além de reivindicação pelo fim da escala 6x1.
O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, revelou que o clube fará uma ação conjunta com o Flamengo contra os impactos da Medida Provisória que proíbe apostas esportivas. Afetado pelo veto à patrocinadora Superbet, o dirigente criticou a falta de previsibilidade da medida e detalhou os problemas financeiros que o clube enfrentará. Os dois clubes usarão uniformes com a mensagem unificada 'Proibir, não é proteger' no clássico do Maracanã.
Flamengo e Fluminense realizam ação conjunta no Fla-Flu contra a Medida Provisória que proibiu as casas de apostas no Brasil, exibindo a frase 'Proibir não é proteger' nos uniformes. A manifestação foi articulada pelas patrocinadoras Superbet e Betano, que tiveram contratos de patrocínio suspensos pela medida. O texto explica os efeitos financeiros da MP 1.394/2026 sobre os clubes e a defesa de um mercado regulamentado.
O Fluminense se unirá ao Flamengo no clássico do Maracanã pelo Brasileirão para exibir a mensagem 'proibir não é proteger' no espaço do patrocínio master, em protesto contra a medida provisória do governo que proíbe publicidade das casas de apostas. A ação é resultado de um entendimento entre Betano e Superbet, patrocinadoras dos dois clubes, que também acionaram o STF para tentar suspender os efeitos da MP.
O Flamengo realizou um protesto contra a Medida Provisória das bets durante jogo contra o Santos, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube estampou a frase 'Proibir não é proteger' no espaço central da camisa, no lugar do patrocinador Betano, que foi proibida de operar no Brasil pela MP. O gesto reflete a posição contrária do presidente Luiz Eduardo Baptista à regulamentação proposta.
O Fluminense confirmou que deixará de exibir a marca da Superbet no uniforme em razão do encerramento das operações das casas de apostas no Brasil, adotando temporariamente a logomarca da SuperScore. Para o clássico contra o Flamengo, os dois clubes alinharam uma ação conjunta com suas patrocinadoras, exibindo o manifesto 'Proibir não é proteger' em defesa do mercado regulado de apostas. O presidente do Fluminense explicou que o objetivo é levantar discussão pública sobre controle e regulamentação.
O Flamengo avalia estrear uma camisa de protesto com a frase 'proibir não é proteger' contra o veto das casas de apostas (bets), no jogo contra o Santos pela rodada do Campeonato Brasileiro. A decisão ainda depende do presidente BAP e da análise de uma eventual liminar no STF, que poderia permitir a manutenção da patrocinadora Betano no uniforme. A informação foi divulgada pelo repórter Igor Siqueira no programa De Primeira, do Canal UOL.
Clubes brasileiros como Flamengo, Botafogo e Palmeiras começaram a remover marcas de casas de apostas de seus sites, redes sociais e uniformes em cumprimento às restrições da Medida Provisória sobre bets. Enquanto Flamengo e Botafogo já retiraram Betano e VBet de suas plataformas, o Palmeiras aguardava parecer do STF antes de decidir sobre a Sportingbet. Lojas físicas e virtuais ainda comercializam estoques de camisas com os antigos patrocinadores.
O STJ anulou o julgamento que havia rejeitado o recurso da defesa de Bruno Henrique no processo por estelionato, determinando que o TJ-DFT julgue novamente um ponto específico sobre o prazo de representação das casas de apostas. A decisão do ministro Joel Ilan Paciornik não afeta a acusação de fraude esportiva contra o jogador do Flamengo e outros oito denunciados. O caso envolve o cartão amarelo supostamente provocado de propósito na partida contra o Santos, em novembro de 2023, para favorecer apostas.
Os principais sites de casas de apostas (bets) saíram do ar no Brasil para cumprir a Medida Provisória 1.394/2026, assinada pelo presidente Lula, após o STF não conceder liminar para suspendê-la. Marcas como Betano, Sportingbet e KTO agora redirecionam os usuários para uma página oficial do governo, que informa sobre devolução de saldos entre 9 e 14 de outubro. A medida impacta diretamente o futebol brasileiro, já que clubes da Série A do Brasileirão possuem cerca de R$ 1 bilhão em contratos de patrocínio com as bets.
Crônica resume o dia do Flamengo após a Data Fifa: Samuel Lino retorna em alta, com dois gols e duas assistências pela seleção da Índia, enquanto Varela e Anthony Valencia devem desfalcar o time contra o Santos. Fora de campo, o clube enfrenta alerta financeiro, com arrecadação em vendas abaixo da meta e a perda do patrocínio Betano, além de disputa pelo Maracanã envolvendo Vasco e Fluminense. O STJ ainda anulou decisão no caso Bruno Henrique, determinando nova análise do argumento da defesa.
O Flamengo realizou seu primeiro treino sem a marca da Betano no uniforme, após a Medida Provisória 1.394/2026 que proíbe publicidade de casas de apostas no Brasil, chegando a cobrir o logo com fita adesiva. O presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, criticou a medida e estimou impacto de R$ 400 milhões nas receitas, enquanto clubes questionam a constitucionalidade da MP no STF. O governo federal defende a decisão citando endividamento das famílias e saúde pública.
O colunista Rodrigo Mattos analisa o cenário financeiro do Flamengo caso o contrato com a casa de apostas Betano seja encerrado, em meio à possível proibição do patrocínio de bets no Brasil. Segundo ele, sem a receita da Betano, o clube precisaria realizar vendas relevantes de jogadores para equilibrar o orçamento de 2025, enquanto aguarda decisão do ministro Luiz Fux no STF. A matéria cita ainda recomendação do Ministério Público para que Flamengo e Fluminense cedam o Maracanã ao Vasco para o jogo contra o Boca Juniors pela Sudamericana.
O Flamengo busca conquistar o Campeonato Brasileiro e a Libertadores para compensar perdas financeiras causadas pelo veto das casas de apostas, pela falta de vendas expressivas na última janela e pela eliminação precoce na Copa do Brasil. O presidente Bap demonstrou preocupação com a medida provisória que proíbe a operação de bets no país e optou por aguardar o desfecho antes de buscar novo patrocínio máster. O clube mantém contrato com a Betano que rende R$ 250 milhões fixos por ano.
Resumo diário sobre o Flamengo destaca os gols de Pedro e Samuel Lino na vitória do Brasil por 4 a 0 sobre a Índia durante a Data Fifa. A publicação também aborda a liderança do clube na média de público do Brasileirão, o alerta financeiro após o veto às casas de apostas e a situação de jogadores emprestados. Por fim, Lázaro relembra sua passagem pelo Flamengo e revela o desejo de tirar uma foto com Cristiano Ronaldo.