A colunista Alicia Klein critica a atuação de dirigentes de clubes como Fluminense, Flamengo, Cruzeiro, Botafogo e Vitória em audiência pública no STF sobre a Medida Provisória que proibiu as bets. Segundo a autora, os dirigentes defenderam a indústria de apostas de forma vergonhosa, um 'rebaixamento' institucional comparável ou pior que o esportivo. O texto ironiza os argumentos financeiros dos clubes, contrastando as perdas alegadas com seus faturamentos e com o prejuízo das bets às famílias brasileiras.
A coluna de PVC analisa as consequências da possível proibição das casas de apostas (bets) como patrocinadoras do futebol brasileiro, após o discurso do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tratar o tema como emergência de saúde pública. O autor argumenta que a questão sanitária deve se sobrepor aos interesses econômicos e que a Medida Provisória do governo Lula dificilmente será revertida. Ele defende que clubes e a CBF busquem novos patrocinadores em setores como o automotivo e o financeiro, citando o exemplo da Fórmula 1, que sobreviveu sem propaganda de cigarro.
Representantes de clubes brasileiros de futebol defenderam, em audiência pública no STF, o retorno das casas de apostas, proibidas por Medida Provisória publicada em setembro. Os clubes alegam perdas de receitas e insegurança jurídica em contratos de patrocínio, enquanto o Governo Federal sustenta a validade da medida, citando o aumento do endividamento das famílias e os casos de ludopatia. A audiência foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator da ação que questiona a validade da MP.
O Botafogo, representado por seus advogados, defendeu em audiência pública no STF a suspensão da Medida Provisória que proibiu as casas de apostas online no Brasil. O clube argumentou que a MP não ofereceu prazo razoável de transição e destacou a perda de receita prevista em seu plano de recuperação judicial, que contava com o patrocínio de uma casa de apostas. Outros clubes como Flamengo e Fluminense também participaram do debate.
O Flamengo, representado pelo vice-presidente geral Flávio Willeman, foi o primeiro clube a se manifestar em audiência pública no STF contra a medida provisória que proíbe casas de apostas no Brasil. O clube alertou para possível perda de R$ 430 milhões anuais em receitas de patrocínio, destacou os riscos à segurança jurídica dos contratos assinados e criticou a eficácia da proibição frente ao crescimento do mercado ilegal. A audiência foi aberta pelo ministro Luiz Fux, relator da ADI 8027, e conta com a participação de outros clubes, entidades e órgãos governamentais.
O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, discursou na Audiência Pública do STF contra a Medida Provisória que proibiu casas de apostas online no Brasil. Um trecho de seu discurso, em que comparou o drama das famílias endividadas com o drama do desemprego no futebol, gerou revolta e críticas nas redes sociais. A matéria relata a polêmica e as reações de torcedores e figuras influentes.
O ministro Luiz Fux, do STF, defendeu o banimento das apostas online no Brasil e indicou que a discussão será levada ao plenário da Corte. Durante audiência pública sobre a medida provisória do governo Lula, ele rebateu críticas sobre a composição dos participantes e classificou a ludopatia como problema de saúde pública e econômica. O tema envolve debates sobre impactos sociais, segurança jurídica e consequências econômicas para clubes de futebol patrocinados por casas de apostas.
A primeira-dama Janja da Silva participa de audiência pública no STF convocada pelo ministro Luiz Fux para discutir a Medida Provisória que proibiu as bets no Brasil. Em declaração exclusiva à coluna, Janja criticou a lista inicial de convidados, que favorecia o setor de apostas, e defendeu a escuta da sociedade civil. O texto também aborda o movimento Bets Nunca Mais e dados da Abras sobre o impacto social das apostas online.
Coluna analisa a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre a proibição das apostas esportivas, na qual clubes de futebol tentam convencer o ministro a reverter o banimento. O autor considera alguns argumentos válidos, como a perda de receita do Flamengo, mas critica como falácias as justificativas dos clubes, especialmente a correlação entre fim das bets e dificuldades financeiras. O texto aponta que o interesse dos clubes é financeiro e que nada significativo foi feito em oito anos para conscientizar torcedores e atletas sobre os riscos das apostas.
O artigo relata que a virada de Lula no segundo turno da eleição presidencial mudou o clima no STF quanto à Medida Provisória que extinguiu as casas de apostas (bets). A audiência pública conduzida pelo ministro Luiz Fux reuniu representantes de clubes, entidades de apostas e do governo para discutir a constitucionalidade da medida. Há pessimismo no setor de apostas, com discussões sobre diferenciar cassino online de apostas esportivas antes de uma eventual proibição total.
Representantes de clubes brasileiros de futebol participam de audiência pública no STF para defender o mercado regulado de bets, criticando a Medida Provisória do governo que veta a atividade. Dirigentes e advogados de Fluminense, Flamengo, São Paulo, Corinthians e Botafogo argumentam impactos financeiros, falta de segurança jurídica e o risco de aumento do mercado ilegal. O ministro Luiz Fux, relator das ações, declarou-se contra as bets, mas a audiência foi marcada pela defesa dos clubes à permanência das casas de apostas.
Clubes, CBF, COB, ministérios, AGU, PGR e associações do setor de apostas participam nesta terça-feira de audiência pública no STF, convocada pelo ministro Luiz Fux, relator da ADI 8027, que analisa o pedido de suspensão da MP que proibiu a operação das bets no Brasil. O setor de apostas argumenta que a proibição provoca migração para o mercado ilegal, perda de monitoramento e prejuízos financeiros, enquanto o governo deve defender a manutenção da medida com base em dados de endividamento e riscos à saúde. O futebol brasileiro mobiliza-se contra a MP, com o Flamengo abrindo os trabalhos, devido ao impacto financeiro irreversível nos patrocínios e nas receitas dos clubes.
O colunista revela que, dias antes da medida provisória que proibiu as bets no Brasil, a Caixa Econômica Federal havia registrado as marcas BetCaixa, MegaBet e XBet Caixa e enviado executivos ao Uruguai para conhecer o modelo estatal de apostas. Lá, a plataforma estatal Supermatch cresceu e movimenta centenas de milhões de dólares, mas o mercado clandestino segue atuante, com mais de 1.700 sites ilegais bloqueados. O texto critica a eficácia da proibição, que eliminou bilhões em tributos das casas legalizadas sem conter as operações clandestinas.
A coluna critica a audiência pública marcada pelo ministro Luiz Fux no STF para discutir a medida provisória que proibiu apostas online no Brasil, destacando que apenas entidades beneficiadas financeiramente pelas bets foram convidadas, sem espaço para saúde pública, defesa do consumidor ou mulheres. Com base na pesquisa 'Mulheres & Bets', a autora apresenta os impactos das apostas nas famílias de classes C, D e E e defende a manutenção da proibição até que todas as perspectivas afetadas sejam ouvidas.
Por Gabriel Oliveira, Vitor Chicarolli e Yago Rudá em 2026-10-29
A Esportes da Sorte notificou o Corinthians pedindo a rescisão do contrato de patrocínio máster, atualmente suspenso devido à Medida Provisória que proibiu casas de apostas de operar no Brasil. O clube discorda da rescisão sem pagamento de multa e iniciou negociação com a empresa, já que o vínculo renovado em fevereiro vale até dezembro de 2029, com R$ 150 milhões fixos por ano. Enquanto o contrato segue suspenso, o Corinthians estampou temporariamente as marcas de Jota e Shopee.
Corinthians e Esportes da Sorte negociam a rescisão antecipada do contrato de patrocínio máster, válido até dezembro de 2029. A iniciativa partiu da casa de apostas, impedida de operar no Brasil após Medida Provisória do governo federal. O clube trata o acordo como suspenso e aguarda a audiência no STF marcada para 3 de novembro.
O Vasco exibiu o logotipo da Sporting Bot, plataforma pertencente ao mesmo grupo da Sportingbet, no lugar da patrocinadora máster na camisa durante o clássico contra o Flamengo, em adaptação às restrições da Medida Provisória nº 1.394/2026 sobre publicidade de apostas. A mudança permite preservar a exposição comercial e manter os investimentos do contrato renovado em agosto. Palmeiras, São Paulo e Fluminense adotaram soluções semelhantes com plataformas vinculadas às suas patrocinadoras.
A Esportes da Sorte notificou o Corinthians sobre a intenção de encerrar o contrato de patrocínio máster, argumentando que as novas regras de proibição das bets no Brasil permitem romper o acordo sem pagar multa. O clube considera o contrato suspenso, e não encerrado, e os departamentos jurídicos das duas partes discutem os termos da saída. A discussão ocorre às vésperas de audiência pública no STF sobre os efeitos da medida provisória que proibiu as apostas esportivas.
Por Bruno Giufrida e Ulisses Lopresti em 2026-10-28
O São Paulo adaptou seu contrato de patrocínio máster com a Superbet em resposta à Medida Provisória que restringe empresas de apostas esportivas no Brasil. Até dezembro, o uniforme do clube exibirá a marca Superscore, plataforma de estatísticas pertencente ao mesmo grupo. O contrato original com a Superbet, renovado em 2025, vale até 2030 e pode chegar a R$ 1 bilhão.
O São Paulo adaptou o contrato com a casa de apostas Superbet, que passa a estampar a marca Superscore no uniforme, após a medida provisória que proibiu as apostas esportivas de cota fixa no Brasil. O vínculo, renovado em abril de 2025 até 2030, ano do centenário do clube, mantém valores de aproximadamente 78 milhões por ano, com possibilidade de chegar a 1 bilhão de reais com bônus.