O Flamengo aprovou em reunião do Conselho Deliberativo a renovação do patrocínio da Shopee na camisa, no valor de R$ 14 milhões anuais até o fim de 2027, com aumento de R$ 1 milhão em relação a 2026. A reunião foi marcada por clima político tenso, com críticas do ex-presidente Rodolfo Landim à gestão do presidente Bap, que chegou a deixar o salão sem discursar. A situação financeira do clube, com projeção de déficit em 2026, foi alvo de questionamentos dos conselheiros.
O São Paulo quitou dois meses de direitos de imagem atrasados na tarde de quarta-feira, horas antes do clássico contra o Corinthians, mas os jogadores ainda possuem um mês pendente. O pagamento foi viabilizado pelos R$ 50 milhões do acordo com a Ticketmaster, nova tiqueteira do clube, que prevê adiantamento total de R$ 110 milhões. O clube ainda possui parcelas em atraso de um acordo anterior e deve receber o restante do valor da parceria até meados de novembro.
Por Maria Carolina Martins e Victor Veloso, do G1 em 2026-11-04
O Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) determinou a suspensão cautelar dos contratos de patrocínio de R$ 32 milhões de estatais mineiras destinados a América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro para 2027. A liminar atendeu a representação do governador eleito Cleitinho Azevedo, que questionou a ausência de estudos técnicos e critérios objetivos na definição dos valores. O patrocínio havia sido anunciado pelo governador Mateus Simões para compensar a perda de contratos dos clubes com casas de apostas.
A proibição das apostas online no Brasil gerou impactos econômicos divergentes: clubes de futebol relatam queda drástica nas receitas de patrocínio, enquanto o setor supermercadista celebra aumento nas vendas. Em audiência no STF, o Flamengo estimou perda de R$ 430 milhões anuais, e a ABRAS apontou crescimento real de 6,5% no consumo de alimentos após a medida. O Congresso deve votar a questão até o final de janeiro, podendo anular ou ratificar a decisão do presidente Lula.
A colunista Alicia Klein critica a atuação de dirigentes de clubes como Fluminense, Flamengo, Cruzeiro, Botafogo e Vitória em audiência pública no STF sobre a Medida Provisória que proibiu as bets. Segundo a autora, os dirigentes defenderam a indústria de apostas de forma vergonhosa, um 'rebaixamento' institucional comparável ou pior que o esportivo. O texto ironiza os argumentos financeiros dos clubes, contrastando as perdas alegadas com seus faturamentos e com o prejuízo das bets às famílias brasileiras.
O São Paulo tenta receber na Justiça cerca de R$ 9 milhões de dois ex-patrocinadores que deixaram de pagar seus contratos. O caso mais recente envolve a Vitória Cup, com dívida corrigida de R$ 1,34 milhão, e o maior diz respeito à Integra Assistência Médica, dona da marca Blue Saúde, que deve R$ 7,7 milhões ao clube. A empresa de saúde argumenta que o São Paulo descumpriu o contrato ao retirar a marca da camisa antes do prazo concedido.
Especialistas em marketing e finanças criticam o discurso 'alarmista' dos clubes brasileiros contra o veto às casas de apostas (bets), manifestado em audiência pública no STF. Para os ouvidos pelo UOL, o tom catastrófico encobre a má gestão financeira dos clubes, cujas dívidas são anteriores aos patrocínios das bets. A reportagem traz dados sobre perda de receita, o vício em apostas no Brasil e sugestões de diversificação de patrocinadores.
O comentarista Mauro Cezar Pereira avaliou que a próxima janela de transferências do Flamengo será modesta, sem contratações caras, em razão da perda de receitas e das eliminações precoces na Libertadores e na Copa do Brasil. Ele destacou o impacto financeiro do fim do patrocínio da Betano, que pagava R$ 268 milhões, e apontou dificuldade para rejuvenescer o elenco. Nos bastidores, o colunista observou o início da campanha eleitoral do clube, com a volta de Rodolfo Landim ao Conselho e críticas à gestão de Bap.
O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) suspendeu o aporte de R$ 32 milhões em patrocínios destinados a América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro, recursos que seriam repassados pelas estatais Cemig e Codemig. A decisão atende a pedido do governador eleito Cleitinho Azevedo, que alegou que o estado não tem condições de investir em clubes de futebol diante da crise orçamentária. Os repasses visavam compensar a perda de receita dos clubes após a proibição da publicidade das casas de apostas (bets), principal fonte de arrecadação.
Representantes de clubes brasileiros de futebol defenderam, em audiência pública no STF, o retorno das casas de apostas, proibidas por Medida Provisória publicada em setembro. Os clubes alegam perdas de receitas e insegurança jurídica em contratos de patrocínio, enquanto o Governo Federal sustenta a validade da medida, citando o aumento do endividamento das famílias e os casos de ludopatia. A audiência foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator da ação que questiona a validade da MP.
O Internacional firmou um novo contrato de patrocínio com o Torcedor Premiado, programa de benefícios por assinatura da CRMBonus, com potencial de gerar mais de R$ 60 milhões ao clube, valor que dependerá da adesão dos torcedores. A marca estreia no uniforme colorado contra o Coritiba, e o modelo é semelhante ao adotado por Corinthians, Flamengo e Santos. Além disso, o clube oferecerá créditos mensais de Vale Bônus aos sócio-torcedores quites com suas mensalidades.
O Flamengo lançou nesta terça-feira (3) uma nova camisa exclusiva em parceria com a Shopee, terceiro produto da colaboração entre clube e empresa, disponível por R$ 89,90 no aplicativo. O uniforme, de predominância preta com detalhes em vermelho, traz elementos históricos como o escudo náutico e a frase 'Tua Glória é Lutar', homenagem ao primeiro hino rubro-negro de 1919. O CMO do clube, Ricardo Hinrichsen, destacou o sucesso de vendas das edições anteriores e o compromisso de levar produtos oficiais a torcedores de todo o Brasil.
O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou a renovação do contrato de patrocínio com a Shopee por R$ 14 milhões ao ano para 2027, com reajuste de R$ 1 milhão em relação à temporada atual. A parceria cobre a manga de camisa dos times principal, sub-20 e feminino, além de incluir aumento no percentual de ganhos com venda de produtos de 5% para 8% e parceria para venda de camisa a preço popular no site.
A CBF estima uma perda de R$ 420 milhões em receitas em 2027 com a proibição das casas de apostas (bets) no mercado nacional, número apresentado em audiência pública no STF. O detalhamento aponta o maior impacto no naming rights e na parte comercial da Copa do Brasil, cerca de R$ 120 milhões, antes ocupados pela Betano. A entidade projeta perdas acumuladas de R$ 2 bilhões até 2030 e defende uma transição gradual, citando o modelo da Premier League.
O Conselho Deliberativo do Flamengo vota um aditivo para renovação do contrato de patrocínio com a Shopee, que rende R$ 13 milhões anuais ao clube. A matéria detalha a ausência da marca nos últimos jogos, o processo de negociação e o balanço comercial positivo do clube, que alcançou mais de R$ 500 milhões em receitas comerciais até setembro de 2026.
O jornalista Rodrigo Mattos analisa no UOL News Esporte o cenário financeiro do Flamengo, que pode fechar o ano com déficit de cerca de R$ 40 milhões, principalmente devido à venda fracassada de Gonzalo Plata e à não concretização do naming rights do Maracanã. Ele apresenta dois cenários para 2027: com a volta das bets, o clube teria início de ano conservador mas conseguiria cumprir compromissos; sem elas, seria necessária venda de jogadores e busca de novo patrocinador máster.
A televisão pública chinesa CCTV suspendeu a transmissão de partidas da liga espanhola, incluindo o jogo do Real Madrid contra o Racing de Santander, em resposta às declarações de Kylian Mbappé sobre Mao Tsé-Tung. Três marcas chinesas romperam contratos de patrocínio com o jogador francês, que chegou a pedir desculpas. A polêmica também afetou o serviço de streaming Migu, que não exibiu a partida do Real Madrid, mas transmitiu outros jogos da rodada, como o do Barcelona.
O Vasco anunciou a Brasilux Tintas como patrocinadora para os dois jogos contra o Palmeiras, válidos pela semifinal da Copa do Brasil. A marca estreia no jogo de ida, no Nubank Parque, e a parceria se encerra no jogo de volta, em São Januário. Executivos do clube e da empresa destacaram o potencial comercial da parceria em um momento estratégico da temporada.
Palmeiras e Vasco se enfrentam na semifinal da Copa do Brasil, em busca de uma vaga na final e de uma premiação recorde de até R$ 78 milhões. Em paralelo, os dois clubes vivem incertezas financeiras com patrocínios de casas de apostas após restrições anunciadas pelo governo federal. O Palmeiras tem o acordo com a Sportingbet congelado, enquanto o Vasco conta com proteção financeira do novo investidor da SAF.
O Vasco anunciou a Brasilux Tintas como patrocinadora pontual para os dois jogos contra o Palmeiras, válidos pela semifinal da Copa do Brasil. A parceria foi destacada pelo diretor comercial do clube, que ressaltou a atratividade comercial do Vasco em momentos estratégicos. O primeiro jogo será no Nubank Parque e o segundo em São Januário, definindo um finalista da competição.