O Corinthians empatou com o Vitória por 1 a 1 na Neo Química Arena, em jogo marcado pela primeira vez sem a logo da Fatal Fans no uniforme, devido a decisão liminar da Justiça de São Paulo. A matéria destaca o curioso confronto contra um adversário patrocinado pela Skokka, concorrente direta da Fatal Model no mercado de conteúdo adulto. O processo contra a exposição da marca no clube segue tramitando em segredo de justiça.
A Justiça de São Paulo determinou a suspensão dos efeitos do contrato de patrocínio entre o Corinthians e a Fatal Fans, plataforma de conteúdo adulto, após ação do Ministério Público que apontou riscos de exposição de crianças e adolescentes à publicidade. O clube informou que cumprirá a decisão liminar, considerada provisória, e que apresentará sua defesa no processo. O acordo, anunciado em junho, previa investimentos de R$ 22 milhões a R$ 31 milhões em quatro modalidades do clube.
O Corinthians anunciou que cumprirá a liminar da Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo que suspende o contrato de patrocínio com a Fatal Fans, empresa de conteúdo adulto. A decisão determina a retirada ou cobertura da marca nos uniformes, espaços esportivos e canais digitais do clube em até 15 dias, além da adoção de mecanismos de verificação de idade. O clube afirmou que apresentará sua defesa no processo e reiterou o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes.
A Fatal Model negocia assunção do patrocínio máster do Corinthians com proposta de R$ 120 milhões por temporada, mas ainda não há decisão final entre as partes. Em entrevista ao Lance!, o CBO Samuel Ongaratto admitiu que a empresa não tem capacidade financeira para competir com as bets, cujos investimentos chegam a valores muito superiores. A negociação depende de définções contratuais sobre o atual acordo da Fatal Fans e do cenário regulatório das casas de apostas.
A Justiça de São Paulo determinou a suspensão imediata do contrato de patrocínio da plataforma de conteúdo adulto Fatal Fans com o Corinthians, alegando risco à integridade de crianças e adolescentes. A liminar dá 15 dias para o clube retirar ou cobrir a marca em uniformes e canais oficiais, além de exigir mecanismos de verificação de idade no site patrocinador. O acordo, anunciado em junho, previa investimento inicial de R$ 22 milhões, podendo chegar a R$ 31 milhões.
Coluna opinativa analisa a recusa dos clubes de futebol quanto à medida provisória que proibiu operações de casas de apostas (bets) no Brasil. A autora destaca a proposta da Fatal Model, plataforma de acompanhantes, aos times Flamengo e Corinthians, evidenciando que existe alternativa comercial após o fim das bets. Questiona ainda o moralismo de setores que criticam possíveis patrocínios ligados a sites de acompanhantes enquanto celebravam lucros das casas de apostas.
O Corinthians recebeu uma proposta de R$ 120 milhões da Fatal Model para assumir o patrocínio máster do clube por um ano. A oferta surge após o Governo Federal proibir a operação de casas de apostas (bets) no Brasil, o que ameaça o contrato atual com a Esportes da Sorte. A matéria detalha os impactos financeiros da proibição e as alternativas avaliadas pelo clube.
A Fatal Model confirmou ter feito propostas de patrocínio máster acima de R$ 100 milhões para estampar sua marca nas camisas de Corinthians e Flamengo, com contrato de um ano. A oferta ao Corinthians não substitui o patrocínio da Fatal Fans, empresa do mesmo grupo, que já investe no clube desde junho. A proposta surge em um momento de incerteza dos atuais patrocinadores máster dos clubes, após a restrição do funcionamento das bets pelo Governo Federal.
A crônica retrata um domingo amargo para o Corinthians: o time feminino, as Brabas, perdeu a ida da final do Brasileirão Feminino para o São Paulo, a primeira derrota na Neo Química Arena após 32 jogos de invencibilidade, com cobranças da torcida nas arquibancadas. No masculino, o clube vive o pior aproveitamento da era Arena e ainda arrasta atrasos de premiações desde 2025, dependentes da venda de Letícia Teles ao Al Qadsiah. Completam o quadro uma proposta de R$ 120 milhões de patrocínio da Fatal Model e a polêmica da ausência de pênaltis a favor no Brasileirão.
O Flamengo negou oficialmente estar negociando um patrocínio máster com a Fatal Model, classificando como falsa a informação divulgada pela empresa, que alega ter oferecido mais de R$ 100 milhões por um ano de contrato. O clube contestou também a circulação de imagens de sua camisa com a marca e informou que o Departamento Jurídico adotará as medidas cabíveis. A oferta ocorre em um contexto de mudanças no mercado de patrocínios após a proibição das apostas esportivas no Brasil, e o Corinthians confirmou ter sido procurado pela mesma empresa.
O Flamengo divulgou nota oficial negando qualquer negociação de patrocínio máster com a plataforma Fatal Model e informou que acionou seu departamento jurídico contra a veiculação de informações falsas e montagens não autorizadas da camisa. A empresa havia confirmado o envio de propostas acima de R$ 100 milhões para estampar sua marca na camisa rubro-negra, além de R$ 120 milhões ao Corinthians. Internamente, o clube carioca avalia que o e-mail recebido não configura tratativas formais e reforçou que anúncios oficiais serão feitos apenas por seus canais institucionais.
A Fatal Model apresentou propostas de patrocínio máster de R$ 100 milhões ao Flamengo e R$ 120 milhões ao Corinthians, cada uma com contrato de um ano. A oferta ocorre após o governo federal proibir a publicidade de casas de apostas, setor que patrocina grande parte dos clubes da Série A. O diretor Samuel Ongaratto afirmou que seria uma honra estampar a marca nas camisas das duas maiores torcidas do Brasil.
A Fatal Model apresentou propostas de patrocínio máster de R$ 100 milhões ao Flamengo e R$ 120 milhões ao Corinthians para estampar sua marca nas camisas dos dois clubes. A oferta ocorre em um momento em que as casas de apostas foram proibidas pelo governo federal, impactando diretamente as receitas comerciais dos clubes brasileiros. Enquanto o Corinthians confirmou o contato, mas mantém contrato vigente com a Esportes da Sorte até 2029, o Flamengo entende que recebeu apenas um e-mail, e não uma proposta formal.
A Fatal Model, plataforma de serviços de acompanhantes, ofereceu R$ 120 milhões por um ano de patrocínio máster ao Corinthians e também enviou proposta ao Flamengo. A empresa aproveita o vácuo deixado pelo veto do Governo Federal às casas de apostas, que atinge patrocinadoras como a Betano. O Flamengo avalia o acordo como complexo e busca valores superiores aos ofertados, enquanto o Corinthians já mantém contrato com a Fatal Fans no calção.
O Flamengo negou oficialmente estar negociando um patrocínio máster com a Fatal Model, classificando as informações como falsas e anunciando medidas jurídicas contra a divulgação das notícias e de imagens da camisa. O UOL apurou que os responsáveis pelos patrocínios do clube não receberam nenhuma proposta formal da empresa, cujo valor citado seria inferior ao contrato atual com a Betano. Diferentemente, o Corinthians confirmou ter recebido uma oferta de R$ 120 milhões por ano.
O Corinthians considerou um patrocínio com uma plataforma adulta, mas recuou devido a riscos legais e de imagem. A proposta inicial era de R$ 17 milhões, mas o clube estaria aberto a fechar o acordo se o valor subisse para R$ 30 milhões.
A colunista Milly Lacombe critica a hipocrisia da sociedade ao multar empresas ligadas a conteúdo adulto enquanto permite a expansão irrestrita das apostas online. Ela argumenta que explicar o funcionamento das casas de apostas a uma criança é mais complexo e prejudicial do que falar sobre sexo, citando os graves problemas sociais causados pelo vício em apostas, como endividamento e suicídios.
O Clube do Remo anunciou um patrocínio milionário com a Fatal Model, plataforma de anúncios de acompanhantes, no valor de R$ 1 milhão para a temporada de 2026. A parceria é vista pelo clube como um avanço estratégico para o fortalecimento financeiro, e a patrocinadora também já tem acordo com o rival Paysandu.