O artigo discute o crescente investimento de patrocínios exclusivos no futebol feminino brasileiro, destacando como isso fortalece a modalidade como um produto com valor próprio. A análise ressalta a mudança de patrocínios institucionais para parcerias estratégicas, impulsionadas pela audiência e potencial de crescimento.
O Banco de Brasília (BRB) encerrou o patrocínio de R$ 2,5 milhões ao Real Brasília alegando "razões técnicas". Essa decisão inviabilizou a participação da equipe feminina no Brasileirão de 2026, deixando o Distrito Federal sem representantes na competição. O clube também enfrenta problemas financeiros e punições da Fifa.
O Santos anunciou a renovação de contrato da atacante Laryh, artilheira da equipe, até o fim de 2026. A jogadora de 38 anos, que retornou ao clube neste ano, foi fundamental na campanha de reconstrução e celebrou a oportunidade de continuar no projeto em busca de conquistas.
Gabi Zanotti, meia do Corinthians e aos 40 anos, foi eleita a craque do Brasileirão Feminino de 2025. O Corinthians, campeão da competição, dominou as premiações com quatro jogadoras na seleção ideal e a revelação do torneio, Jhonson. O Cruzeiro, vice-campeão, também teve destaque com cinco jogadoras e o melhor técnico.
O Palmeiras e o Corinthians avançaram para a final do Campeonato Paulista Feminino. O dérbi entre as duas equipes decidirá o título, com o Palmeiras buscando igualar os quatro títulos do Corinthians, que já é tetracampeão paulista.