A colunista Alicia Klein narra a final épica da Libertadores Feminina, em que o Cruzeiro empatou em 4 a 4 com o Corinthians após estar perdendo por 3 a 0 e venceu nos pênaltis, conquistando seu primeiro título continental em sua primeira participação. O texto critica a Conmebol por oferecer às mulheres pouco tempo de preparação, premiação menor, estádios vazios e estrutura inferior à do futebol masculino. Klein conclui defendendo investimento na modalidade que mais cresce no planeta, às vésperas de uma Copa do Mundo na região, e emenda mensagem direta ao presidente Alejandro Domínguez.
O Cruzeiro venceu o Corinthians por 5 a 4 nos pênaltis, após empate espetacular em 4 a 4 no tempo regulamentar, e conquistou a Copa Libertadores feminina pela primeira vez em Quito, no Equador. O título interrompe a hegemonia corintiana na competição, que havia vencido cinco das últimas edições. A Conmebol premiará o Cruzeiro com US$ 2 milhões, enquanto o Corinthians ficará com US$ 600 mil como vice.
Corinthians e Cruzeiro se enfrentam na final da Copa Libertadores Feminina de 2026, disputada no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito, no Equador. O Corinthians busca o sétimo título e um tetracampeonato inédito, com 100% de aproveitamento na edição. O Cruzeiro, em sua primeira participação, tenta fazer história e o vencedor garante vaga na Copa dos Campeões Feminina da Fifa de 2027.
O Cruzeiro conquistou o título inédito da Libertadores Feminina ao vencer o Corinthians por 5 a 4 nos pênaltis, após empate em 4 a 4 no tempo regulamentar, em partida disputada em Quito, no Equador. A matéria relata todos os gols da decisão eletrizante, na qual as Cabulosas buscaram uma desvantagem de dois gols e frustraram o sonho do tetracampeonato das Brabas.
O Cruzeiro venceu o Corinthians na final da Libertadores de futebol feminino, buscando empate em 4x4 após estar perdendo por 3x0 e vencendo nos pênaltis. A virada encerrou a hegemonia corintiana na competição, com destaque para as atuações de Gabi Zanotti e Vic Albuquerque. A decisão foi disputada no estádio Casa Blanca, da LDU, e serve de prévia para a Copa do Mundo que será realizada pela primeira vez na América do Sul.
O colunista Walter Casagrande escreve sobre a final da Copa Libertadores Feminina de 2026 entre Corinthians e Cruzeiro, que será disputada em Cali, na Colômbia. O texto mistura memórias pessoais do autor em defesa do futebol feminino nos anos 1980 com a análise da partida e destaque para jogadoras como Gabi Zanotti e Byanca Brasil. Casagrande aponta o Corinthians como favorito, mas credita ao Cruzeiro chances reais de conquistar o título inédito.
Juca Kfouri narra a final da Copa Libertadores Feminina entre Corinthians e Cruzeiro, decidida nos pênaltis a favor das Brabas, que conquistaram o heptacampeonato, quarto título seguido. A coluna destaca a virada dramática das Cabulosas, que empataram em 4 a 4 após estarem em desvantagem de 4 a 2, transformando uma decisão que parecia humilhante em partida épica. O autor aponta que o título corintiano é um aviso de que tudo será diferente no Brasil e no continente daqui para frente.
O Corinthians perdeu a final da Libertadores feminina para o Cruzeiro nos pênaltis, após empate em 4 a 4 no tempo normal, desperdiçando vantagem de 3 a 0. Gabi Zanotti, que marcou dois gols e atingiu seu 100º gol na carreira, classificou o vice como 'inadmissível' e lamentou mais uma perda de título em um 'ano para esquecer', após também ter perdido a final do Brasileirão para o São Paulo.
O Corinthians goleou o Independiente Dragonas Del Valle por 5 a 0 e garantiu vaga na semifinal da Libertadores Feminina. Duda Sampaio, Vic Albuquerque e Gabi Zanotti marcaram os gols na vitória em Quito, no Equador. Na semifinal, o time paulista enfrentará o Santa Fe, da Colômbia, em busca do quarto título consecutivo.
O Corinthians viveu um dia de extremos: as Brabas golearam o Independiente Dragonas por 5 a 0 nas quartas da Libertadores Feminina e avançaram à semifinal, com dois gols de Gabi Zanotti, que ficou a um gol dos 100 pelo clube. No masculino, o time perdeu por 3 a 2 para o Vasco na estreia de Seedorf, ampliou para dez jogos a sequência sem vitória no Brasileirão e entrou no Z4. Fora de campo, Osmar Stabile negou ruptura com o elenco e abordou as dificuldades financeiras, enquanto o próximo compromisso será um confronto direto contra o Mirassol.
Gabi Zanotti marcou dois gols na vitória do Corinthians por 5 a 0 sobre o Independiente del Valle, pelas quartas de final da Libertadores feminina. Aos quase 42 anos, a jogadora está a um gol de atingir a marca de 100 gols pelo clube, onde é a atleta mais premiada da história, com 18 títulos. O Corinthians enfrenta o Independiente Santa Fe na semifinal, quando Zanotti poderá alcançar a centena de gols.
Gabi Zanotti marcou dois gols na goleada do Corinthians por 5 a 0 sobre o Independiente Dragonas, do Equador, nas quartas de final da Libertadores Feminina, chegando ao 99º gol pelo clube. O jornal espanhol Mundo Deportivo exaltou a jogadora de quase 42 anos, chamando-a de 'lenda' e destacando sua longevidade e talento. Zanotti terá a chance de alcançar os 100 gols na semifinal contra o Santa Fé, da Colômbia.
O Corinthians goleou o Independiente del Valle por 5 a 0 nas quartas de final da Libertadores Feminina e avançou às semifinais da competição. Gabi Zanotti e Vic Albuquerque marcaram dois gols cada, e Duda Sampaio completou o placar. Com 100% de aproveitamento no torneio, o time enfrentará o Independiente Santa Fe na próxima fase.
O artigo compara duas situações quase idênticas vividas pelo Corinthians masculino e feminino, em que os camisas 10 Memphis Depay e Gabi Zanotti desperdiçaram pênaltis decisivos em um intervalo de menos de três semanas. Memphis errou contra o Estudiantes e o Timão foi eliminado da Libertadores, enquanto Zanotti falhou diante do São Paulo, que ficou com o título do Brasileirão Feminino. A matéria contrasta ainda as posturas dos dois jogadores: Zanotti assumiu a responsabilidade e pediu desculpas, enquanto Memphis não foi à zona mista e rendeu multa ao clube.
O Corinthians envelopou o vestiário do Morumbis em preto e branco, com frases motivacionais e desenhos de taças, antes da final do Campeonato Brasileiro Feminino contra o São Paulo. Após a derrota por 2 a 1 no jogo de ida, a equipe comandada por Emily Lima precisa vencer por dois gols de diferença para conquistar o título. A decisão acontece neste sábado, às 16h30.
Corinthians e São Paulo empataram por 1 a 1 no Morumbis, e o agregado de 3 a 2 deu ao São Paulo o título do Brasileirão Feminino, encerrando a série de seis conquistas seguidas do Corinthians diante de público recorde. A matéria destaca o pênalti perdido por Gabi Zanotti, a frustração do elenco e críticas à gestão do clube por atrasos de pagamentos e instabilidade técnica. No masculino, Yuri Alberto, Garro e Memphis Depay voltam à disposição de Fernando Diniz, enquanto o clube sofre pressão na tabela e nos patrocínios após a proibição das bets.
Por Caê Vasconcelos e Letícia Landim em 2026-10-03
Gabi Zanotti, camisa 10 do Corinthians, minimizou a derrota na final do Campeonato Brasileiro feminino e afirmou que o time 'incomoda' os adversários. Ela admitiu que os atrasos salariais geraram desgaste no elenco, mas destacou o foco das jogadoras na torcida. As Brabas ficaram com o vice após empate em 1 a 1 no Morumbis, encerrando sequência de seis títulos nacionais, e agora miram Libertadores e Paulista.
A meia Gabi Zanotti assumiu a responsabilidade pelo pênalti perdido na final do Campeonato Brasileiro feminino e pediu desculpas à torcida do Corinthians após o vice-campeonato diante do São Paulo. Com o empate por 1 a 1 no Morumbis, o Corinthians perdeu a decisão por 3 a 2 no agregado, encerrando uma sequência de seis títulos consecutivos. A jogadora rechaçou a ideia de fim da hegemonia corintiana e destacou os próximos desafios da temporada, como a Libertadores e o Campeonato Paulista.
Duda Sampaio, meio-campista do Corinthians, lamentou o vice-campeonato do Brasileirão Feminino após o empate em 1 a 1 com o São Paulo no Morumbis, resultado que confirmou a derrota por 3 a 2 no placar agregado. A jogadora, no entanto, valorizou o público recorde de 49.405 torcedores, maior audiência de uma partida de futebol feminino entre clubes na América do Sul. Agora o time se prepara para a Libertadores feminina, com estreia marcada contra o Colo-Colo em Quito.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians e conquistou o primeiro título do Brasileiro feminino de sua história, com placar agregado de 3 a 2. A goleira Carlinha falhou no primeiro gol, mas se redimiu com defesas decisivas, incluindo um pênalti cobrado por Gabi Zanotti. Com a conquista, as Soberanas garantiram vaga na Libertadores e encerraram a sequência de títulos do rival.