A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) notificou a Ponte Preta para investigar atrasos salariais recorrentes no clube. A diretoria foi solicitada a apresentar um relatório detalhado com demonstrativos de pagamentos até o início de maio. Paralelamente, o Ministério Público do Trabalho também investiga denúncias de atraso salarial e assédio moral contra a Ponte.
A Ponte Preta protagonizou um declínio expressivo em apenas 105 dias, transitando de campeã da Série C do Brasileiro a rebaixada no Paulistão. O rápido contraste foi impulsionado por graves problemas financeiros, incluindo atrasos salariais crônicos que levaram a saídas de jogadores e técnicos, greves e transfer bans, culminando em uma campanha desastrosa no estadual.
Após a segunda derrota seguida no Campeonato Paulista, o meia Elvis da Ponte Preta desabafou sobre a crise financeira, atrasos salariais e a dificuldade do clube em registrar reforços. O jogador criticou a diretoria por promessas não cumpridas e a desorganização, considerando a situação "uma vergonha" que prejudica o desempenho esportivo e os jovens da base.