Um relatório aponta que o Chelsea e outros clubes da Premier League estão utilizando a venda de ativos, como equipes femininas e propriedades, para empresas de seus próprios donos a fim de burlar o fair play financeiro da liga e da Uefa. Essa estratégia visa registrar lucros fictícios e cumprir os índices financeiros exigidos, com o Chelsea sendo pioneiro nesse método.
Este artigo detalha a implementação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) pela CBF, inspirado em modelos europeus como o fair play financeiro. O texto explica os quatro eixos principais do sistema e seus objetivos, como transparência, equilíbrio financeiro e desestímulo ao endividamento excessivo, além das atribuições da CBF e as condicionantes para participação dos clubes nos campeonatos brasileiros.
O prazo para a entrega de informações financeiras dos clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro foi adiado mais uma vez pela ANRESF, que fiscaliza as regras de fair play financeiro. A decisão atende a um pedido dos clubes, que alegaram dificuldade em reunir os dados. As próximas datas para a entrega de relatórios e balanços financeiros também sofreram alterações.
A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) notificou a Ponte Preta para investigar atrasos salariais recorrentes no clube. A diretoria foi solicitada a apresentar um relatório detalhado com demonstrativos de pagamentos até o início de maio. Paralelamente, o Ministério Público do Trabalho também investiga denúncias de atraso salarial e assédio moral contra a Ponte.
O Juventude apresentou um balanço financeiro positivo em 2025, com receita histórica e redução significativa em suas dívidas. O clube encerrou o ano com superávit de R$ 25,4 milhões, operando em conformidade com os princípios do fair play financeiro.
O Fair Play Financeiro no futebol brasileiro exigirá que os balanços dos clubes sejam auditados por organizações confiáveis e aceitas pela CVM. Essa medida visa aumentar o rigor dos relatórios financeiros, combater a superficialidade e garantir a sustentabilidade dos clubes.
O artigo de Juca Kfouri discute a implementação do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro pela CBF, destacando os desafios de lidar com as desigualdades entre os clubes. A análise contrapõe a introdução do sistema em diferentes momentos históricos, ilustrando como isso poderia ter beneficiado ou prejudicado times como São Paulo e Flamengo.
O artigo discute a importância do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro, argumentando que a atividade esportiva deveria ser um tema de Estado com políticas públicas para desenvolvimento social e econômico. O autor critica a falta de um pensamento de Nação nas leis recentes e a crise sistêmica dos clubes, propondo a criação de uma liga forte e a adoção do Fair Play Financeiro para garantir a sustentabilidade.
O Vasco e o empresário Marcos Lamacchia, enteado da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, buscam discutir com a CBF uma solução para a venda da SAF do clube. A negociação, estimada em R$ 2 bilhões, esbarra nas regras de Fair Play Financeiro da entidade, que proíbem parentes de segundo grau de controlarem dois clubes da mesma divisão.
O Vasco da Gama está envolvido em negociações complexas para a venda de sua SAF, buscando adequação ao Fair Play Financeiro e a participação de investidores. Paralelamente, o clube se prepara para a estreia na Sul-Americana, com o técnico Renato Gaúcho avaliando a escalação para lidar com um calendário apertado.
O artigo discute a possibilidade de venda da SAF do Vasco por cerca de 2 bilhões, com o envolvimento de Marcos Lamacchia e uma ligação com Leila Pereira, presidente do Palmeiras, o que levanta questões sobre conflito de interesses e fair play financeiro. Paralelamente, em campo, a chegada de Renato Gaúcho melhorou significativamente o desempenho ofensivo da equipe.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, prometeu ações firmes contra o racismo no futebol sul-americano e a implementação de um projeto de fair play financeiro. As declarações foram feitas durante o sorteio dos grupos da Libertadores 2026, buscando combater a violência e garantir que atletas e funcionários recebam seus salários em dia. A fala sobre racismo surge após um incidente envolvendo um jogador do Palmeiras e um pedido de desculpas do próprio Domínguez.
A UEFA abriu uma investigação contra o Fenerbahçe por suspeita de contratos irregulares, incluindo o do técnico José Mourinho. A entidade examinou as contas do clube e encontrou possíveis irregularidades nos contratos de Mourinho, Kerem Akturkoglu e Diego Carlos, com a possibilidade de multas e punições.
O presidente da ANRESF, Caio Cordeiro de Resende, prevê decisões rápidas no sistema de fair play financeiro do futebol brasileiro, mas alerta para um mercado "em ajuste". Ele destaca a importância da educação e comunicação para a correta aplicação do regulamento, que busca evitar a repetição de práticas de gestão irresponsáveis por parte dos clubes.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), criticou a gestão do futebol brasileiro, afirmando que o clube é uma "ilha" no país devido à sua boa administração. Ele também condenou equipes que não aderem ao Fair Play Financeiro e criticou o uso de gramados sintéticos em estádios.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) arcará com despesas estruturais da Série B, como arbitragem e VAR, em troca da adoção de novas diretrizes de gestão pelos clubes. Especialistas em governança e direito desportivo veem a medida como positiva para a profissionalização e equilíbrio da competição, desde que as regras sejam claras e justas. A iniciativa visa induzir práticas mais sustentáveis e aumentar a credibilidade das equipes.
A CBF anunciou a criação da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), que implementará o Fair Play Financeiro no Brasil. O órgão visa controlar e fiscalizar a saúde financeira dos clubes, promovendo integridade e evitando endividamento excessivo.
A CBF manterá a ajuda de custos de logística para os clubes da Série B em 2026, mas com a contrapartida de que os salários dos jogadores estejam em dia, além de outras regras do Fair Play Financeiro. O novo formato da competição inclui playoffs para definir duas vagas de acesso à Série A, além de um limite de 12 jogos para transferência de jogadores na mesma edição.
O artigo discute a proposta da CBF de implementar o fair play financeiro no futebol brasileiro, ressaltando a necessidade de fiscalização rigorosa sobre a origem do dinheiro dos clubes. O autor critica a "farra de lavagem de dinheiro" na Premier League e aponta exemplos de patrocínios e envolvimentos controversos de clubes como Flamengo e Palmeiras, exigindo que a exigência de lisura se aplique a todos os envolvidos no sistema.
A CBF visitou a sede da LaLiga, em Madri, para estudar o modelo de Controle Econômico e Fair Play Financeiro. A entidade brasileira busca implementar um sistema similar no futebol nacional, com aplicação progressiva a partir de 2026. A delegação incluiu dirigentes da CBF, representantes de federações estaduais e executivos de clubes.