O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões em 2025, elevando sua dívida total para R$ 2,8 bilhões. O clube planeja um superávit de R$ 12 milhões em 2026 através de cortes de gastos no futebol e social, além de metas de vendas de jogadores e aumento de patrocínios.
O orçamento do São Paulo para 2026 prevê um déficit acumulado de janeiro a novembro, mas um superávit de R$ 37,9 milhões em dezembro, impulsionado por negociações de atletas e premiações. Contudo, a ausência das vendas de jogadores projeta um déficit anual de R$ 126 milhões.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, que prevê um superávit de R$ 12 milhões e uma redução de gastos de 19% em pessoal. A aprovação ocorreu por aclamação, mas com dez conselheiros votando contra.
O Conselho Deliberativo do Santos aprovou o orçamento para 2026, que prevê um déficit contábil de R$ 94.915.24. Apesar disso, o resultado operacional apresentou um superávit de R$ 79.307.556. A aprovação ocorreu por ampla maioria, com recomendações de renegociação de dívidas e cortes de despesas.
O Palmeiras apresentou um déficit financeiro de R$ 32,5 milhões em outubro de 2025, superando a previsão orçamentária. Apesar do resultado mensal negativo, o clube mantém um superávit acumulado de R$ 296,323 milhões no ano, com receitas que já ultrapassam o total de 2024.
O Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras aprovou o orçamento para 2026, projetando R$ 1,2 bilhão em receitas e um superávit de R$ 11,2 milhões. O documento, que aguarda aprovação do Conselho Deliberativo, prevê receitas de negociação de atletas, patrocínios, direitos de TV e bilheteria, com base em resultados esportivos conservadores.
O Santos projeta um aumento de 40% em suas receitas para 2026, alcançando R$ 592 milhões, com expectativa de R$ 178,7 milhões em vendas de jogadores. Apesar disso, o clube prevê um déficit de R$ 94 milhões devido a dívidas e obrigações, embora um superávit de R$ 79 milhões seja projetado se desconsiderados esses pagamentos. O Conselho Fiscal recomenda a aprovação das contas, mas aponta a necessidade de reestruturação financeira e cortes de despesas.