O Palmeiras projetou R$ 400 milhões em vendas de atletas para 2026, e já atingiu quase metade desse valor em janeiro. As principais negociações incluem Aníbal Moreno e Facundo Torres, além de lucros com participações em direitos de transferência de outros jogadores.
O artigo detalha o impacto de Lucas Paquetá no Flamengo, desde sua estreia em 2016, quando o clube se tornou financeiramente solvente, até sua recente e histórica contratação de volta. A venda do jogador e de Vinícius Júnior foi fundamental para a montagem do elenco vitorioso de 2019 e para impulsionar as receitas do clube para mais de R$ 2 bilhões.
O Palmeiras encerra janeiro de 2026 com um forte desempenho em receitas de vendas de atletas, projetando 400 milhões de reais para o ano. A matéria detalha as principais negociações, como as de Aníbal Moreno e Luis Guilherme, e destaca a adaptação do reforço Marlon Freitas sob o comando do técnico Abel Ferreira. O clube também reforça sua aposta na base e prepara o time para o próximo desafio no Campeonato Paulista.
O artigo apresenta um ranking atualizado de sócios adimplentes de clubes das Séries A e B do Brasileirão, com Palmeiras liderando, seguido por Atlético-MG e Corinthians em ascensão. O texto detalha o crescimento de alguns clubes e a queda de outros, destacando estratégias de programas de sócios e a importância dessa receita para o futebol brasileiro.
O artigo analisa o abismo financeiro e de gestão no futebol brasileiro, contrastando a oferta bilionária do Flamengo por Paquetá com a situação de clubes como Corinthians e São Paulo, que enfrentam investigações criminais e dívidas crescentes. A matéria destaca a disparidade de receitas e premiações entre os clubes, evidenciando os desafios estruturais do esporte no país.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões nos primeiros dez meses de 2025, elevando sua dívida bruta para R$ 2,8 bilhões. As despesas operacionais superaram as receitas, com destaque para os gastos com pessoal no departamento de futebol. O prejuízo projetado para 2025 triplicou o valor inicial, apontando para o pior resultado financeiro da história do clube.
A Deloitte Football Money League divulgou seu ranking de 2025, destacando o futebol europeu com as maiores receitas globais. O estudo aponta um recorde de mais de 12 bilhões de euros gerados pelos 20 clubes de maior faturamento. O Real Madrid lidera com mais de 1 bilhão de euros, enquanto o Flamengo é o único clube não europeu na lista, ocupando a 29ª posição.
Um estudo da Deloitte Football Money League colocou o Flamengo na 29ª posição entre os clubes de maior faturamento mundial. O clube carioca registrou 202,7 milhões de euros em receitas, sendo o único brasileiro na lista.
A diretoria do Sport divulgou um panorama financeiro detalhando dívidas e antecipação de receitas. O ex-presidente Yuri Romão rebateu os números apresentados, questionando a classificação de certas operações como antecipação de receitas e contestando os valores de dívidas.
O novo formato do Paulistão, inspirado na Champions League, aumentará o valor pago por partida aos clubes grandes, mesmo com a redução de jogos. Cada equipe grande já garante cerca de R$ 35 milhões em receitas com oito partidas asseguradas, um crescimento de 17% por jogo em relação a 2025.
O Conselho Deliberativo do Vitória aprovou o orçamento para 2026, que prevê R$ 291,2 milhões brutos e R$ 252,734 milhões líquidos. O valor líquido é ligeiramente inferior ao de 2025, mas não inclui um aporte de R$ 68 milhões pela venda de direitos de transmissão. As projeções incluem R$ 181,5 milhões para o futebol profissional e metas esportivas conservadoras.
O Flamengo atingiu a marca histórica de R$ 2 bilhões em receitas na temporada de 2025, impulsionado por quatro títulos importantes. Os números, que superaram a previsão inicial de R$ 1,3 bilhão, foram impulsionados por premiações, vendas de atletas e um novo patrocínio master. Os valores arrecadados com prêmios, R$ 375,7 milhões, são os maiores da história do futebol brasileiro.
O artigo discute a noção de grandeza de clubes de futebol, argumentando contra comparações superficiais baseadas em títulos mundiais ou formação de base. O autor defende que a grandeza reside na capacidade dos dirigentes em potencializar receitas e talentos, citando Palmeiras e Flamengo como exemplos.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), projetou um futuro de domínio financeiro para o clube, afirmando que o Flamengo se tornará um 'monstro das Américas' em receitas. Ele detalhou os números de 2025, com faturamento de R$ 2,07 bilhões e saldo positivo de R$ 328 milhões, e apresentou projeções ambiciosas para os próximos anos.
A Fifa anunciou os valores de premiação para a Copa do Mundo de 2026, que serão inferiores aos pagos no recente Mundial de Clubes. O campeão da Copa do Mundo receberá US$ 50 milhões, enquanto o quarto colocado no Mundial de Clubes, o Fluminense, faturou US$ 60,8 milhões. Essa diferença se deve à necessidade de atrair grandes clubes europeus para o novo formato do Mundial de Clubes.
A proposta orçamentária do São Paulo para 2026 projeta um déficit financeiro acumulado entre janeiro e novembro, com expectativa de superávit apenas em dezembro. O clube planeja reduzir gastos no futebol profissional e aumentar investimentos na base, que saltará de R$ 40 milhões para R$ 59 milhões.
O Corinthians apresentou um déficit financeiro de R$ 204,2 milhões nos primeiros dez meses de 2025, com dívida bruta alcançando R$ 2,7 bilhões. As despesas com futebol foram o principal ponto de atenção, totalizando R$ 377,7 milhões apenas com pessoal. O clube projeta encerrar o ano com um prejuízo de R$ 83,3 milhões, contando com receitas futuras e a possibilidade de um empréstimo.
O São Paulo projeta encerrar 2026 com um superávit de R$ 37,9 milhões, com receitas totais de R$ 931,8 milhões e despesas de R$ 893,8 milhões. O planejamento financeiro do clube depende fortemente da venda de atletas, que representa R$ 180,6 milhões das receitas do futebol profissional, e da exploração comercial do Morumbis.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, com algumas objeções de conselheiros. A diretoria apresentou um plano para reorganização financeira, incluindo a separação do futebol das outras modalidades e um corte de R$ 90 milhões nos gastos do departamento de futebol.
O Corinthians enfrenta uma grave crise financeira em 2025, com um déficit estimado em R$ 272 milhões. Para 2026, a diretoria planeja um corte de R$ 90 milhões no futebol, focado na redução da folha salarial e na priorização da venda de atletas para aliviar as contas.