O Cruzeiro iniciou o ano de 2026 com investimentos agressivos em contratações e renovações, comprometendo 62% do orçamento total previsto para o ano já em janeiro. A chegada de Gerson, com um valor expressivo, e a manutenção de jogadores chave como Kaio Jorge e Matheus Pereira elevaram a folha salarial, indicando uma estratégia de risco calculado para montar o elenco.
O Corinthians registrou um déficit de R$ 247,8 milhões em 2025, elevando sua dívida total para R$ 2,8 bilhões. O clube planeja um superávit de R$ 12 milhões em 2026 através de cortes de gastos no futebol e social, além de metas de vendas de jogadores e aumento de patrocínios.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) celebrou seu primeiro ano sob a gestão de Marco La Porta e Yane Marques, destacando a consolidação da "Nação Esportiva" e um orçamento recorde. A gestão também enfatizou a aproximação com entes públicos e a destinação de recursos para as confederações, visando o desenvolvimento dos atletas brasileiros.
O Corinthians projeta terminar o Campeonato Brasileiro de 2026 entre os seis primeiros colocados, mas a diretoria evitou transformar essa expectativa em meta formal no orçamento. Essa decisão se baseia na experiência de 2025, quando o clube não atingiu a meta no Brasileirão apesar de ter superado a da Copa do Brasil. O foco financeiro será maior em 2026 com a redução de orçamento.
O Conselho Deliberativo do Fortaleza aprovou o orçamento para 2026 no valor de R$ 225 milhões, uma redução significativa de 42% em relação à temporada anterior. A diminuição é justificada principalmente pela perda nas cotas de televisão e premiações, além da descontinuação de modalidades como o futebol feminino.
O Conselho Deliberativo do Ceará aprovou o orçamento do clube para 2026, com uma receita bruta estimada em mais de R$ 166 milhões. A maior parte dos gastos será destinada ao futebol profissional. A votação contou com 46 participantes, sendo 45 a favor e 1 abstenção.
O Conselho Deliberativo do Vitória aprovou o orçamento para 2026, que prevê R$ 291,2 milhões brutos e R$ 252,734 milhões líquidos. O valor líquido é ligeiramente inferior ao de 2025, mas não inclui um aporte de R$ 68 milhões pela venda de direitos de transmissão. As projeções incluem R$ 181,5 milhões para o futebol profissional e metas esportivas conservadoras.
Comentaristas Domitila Becker e Renan Teixeira apontam preocupações no orçamento do São Paulo para 2026, destacando a alta dependência de venda de jogadores e o alto custo de uma festa junina. A análise sugere que as projeções financeiras do clube podem não ser sustentáveis, especialmente com a implementação do Fair Play financeiro.
O Internacional terá um orçamento limitado de aproximadamente 8 milhões de dólares para reforços em 2026, com quase metade já comprometida com a compra definitiva do atacante Johan Carbonero. A escassez de recursos impõe um desafio ao técnico Paulo Pezzolano, que precisará de criatividade e aproveitamento da base para montar uma equipe competitiva.
O orçamento do São Paulo para 2026 prevê um déficit acumulado de janeiro a novembro, mas um superávit de R$ 37,9 milhões em dezembro, impulsionado por negociações de atletas e premiações. Contudo, a ausência das vendas de jogadores projeta um déficit anual de R$ 126 milhões.
A proposta orçamentária do São Paulo para 2026 projeta um déficit financeiro acumulado entre janeiro e novembro, com expectativa de superávit apenas em dezembro. O clube planeja reduzir gastos no futebol profissional e aumentar investimentos na base, que saltará de R$ 40 milhões para R$ 59 milhões.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o orçamento para 2026 em uma votação apertada, com 112 votos a favor e 107 contra. A aprovação, com uma margem pequena de apenas cinco votos, reflete a pressão interna sobre a diretoria de Júlio Casares após denúncias recentes.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou o orçamento para 2026 em uma votação apertada, prevendo R$ 931,8 milhões em receitas e R$ 893,8 milhões em despesas. A aprovação ocorreu após polêmica envolvendo a exploração clandestina de um camarote do Morumbis, com diretores envolvidos pedindo licença e Ministério Público solicitando inquérito policial.
Uma reunião para aprovação do orçamento do Palmeiras para 2026 foi marcada por uma forte discussão entre a presidente Leila Pereira e o conselheiro José Corona Netto. O conselheiro criticou a gestão de Leila, chamando-a de "perdulária" e "incompetente", e questionou investimentos em jogadores. Leila rebateu as acusações, defendendo sua gestão como a "mais vitoriosa" e ameaçou Corona Netto judicialmente.
O São Paulo projeta encerrar 2026 com um superávit de R$ 37,9 milhões, com receitas totais de R$ 931,8 milhões e despesas de R$ 893,8 milhões. O planejamento financeiro do clube depende fortemente da venda de atletas, que representa R$ 180,6 milhões das receitas do futebol profissional, e da exploração comercial do Morumbis.
O Conselho Deliberativo do São Paulo se reuniu para debater o orçamento de 2026, que prevê receitas de R$ 931,8 milhões e despesas de R$ 893,8 milhões. A reunião foi marcada por protestos de torcedores no Morumbis, insatisfeitos com a revelação de um esquema de venda ilegal de camarotes no estádio.
O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou o orçamento bilionário do clube para 2026, projetando uma arrecadação de R$ 1,2 bilhão e um superávit de R$ 11,2 milhões. O planejamento financeiro detalha as fontes de receita, incluindo negociações de atletas, patrocínios e direitos de TV.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, com algumas objeções de conselheiros. A diretoria apresentou um plano para reorganização financeira, incluindo a separação do futebol das outras modalidades e um corte de R$ 90 milhões nos gastos do departamento de futebol.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou o orçamento para 2026, que prevê um superávit de R$ 12 milhões e uma redução de gastos de 19% em pessoal. A aprovação ocorreu por aclamação, mas com dez conselheiros votando contra.
Fernando Diniz, técnico do Vasco, descreveu o clube como uma "construção infinita" em termos de estrutura e admitiu a dificuldade em competir com Flamengo e Palmeiras devido a orçamentos superiores e investimento em categorias de base. Ele comparou a situação atual com seus trabalhos anteriores no São Paulo e Fluminense, ressaltando a necessidade de tempo para obter consistência.