O Comitê Olímpico do Brasil (COB) celebrou seu primeiro ano sob a gestão de Marco La Porta e Yane Marques, destacando a consolidação da "Nação Esportiva" e um orçamento recorde. A gestão também enfatizou a aproximação com entes públicos e a destinação de recursos para as confederações, visando o desenvolvimento dos atletas brasileiros.
A Lei Geral do Esporte, sancionada em junho de 2023, ainda não entrou em vigor por completo após dois anos. 397 vetos presidenciais, muitos considerados cruciais, permanecem sem análise do Congresso Nacional, criando um limbo jurídico. Essa situação gera insegurança e um regime normativo híbrido no esporte brasileiro.