A brasileira Bruna de Paula foi indicada entre as três melhores jogadoras de handebol do mundo em 2025. Ela concorre com duas jogadoras norueguesas em uma votação que combina júri popular e de especialistas. Bruna já foi eleita a melhor armadora central do último Mundial.
A sexta-feira é decisiva para o futuro de Julio Casares, presidente do São Paulo, com uma sessão no Conselho Deliberativo que pode iniciar um processo de impeachment. A matéria detalha o passo a passo da reunião, os quóruns necessários e as consequências de uma eventual aprovação ou reprovação do pedido de destituição.
O Conselho Deliberativo do São Paulo votará nesta sexta-feira o impeachment do presidente Julio Casares. A votação ocorrerá de forma híbrida no estádio Morumbis, com uma convocação para protesto por parte da torcida Independente.
A notícia detalha o processo de impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, explicando como ocorrerá a votação no Conselho Deliberativo e as possíveis consequências. A análise abrange os requisitos para a destituição, o funcionamento do esquema híbrido de votação e os cenários caso o impeachment seja aprovado ou reprovado.
O Conselho Deliberativo do São Paulo vota o impeachment do presidente Julio Casares em meio a investigações de escândalos. A votação, inicialmente presencial e com regras de quórum específicas, sofreu alterações devido a liminar judicial, permitindo votos híbridos e mantendo o quórum de dois terços para a aprovação. Caso aprovado, Casares será afastado e substituído pelo vice-presidente, Harry Massis Júnior.
A votação do impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, está marcada para hoje, 16 de janeiro de 2026, a partir das 18h30. O Conselho Deliberativo votará o pedido em formato híbrido, necessitando de dois terços dos votos para aprovação. Caso aprovado, o processo segue para a Assembleia Geral dos sócios decidirem sobre a destituição definitiva.
Antônio Donizete Gonçalves, conhecido como 'Dedé do Social', diretor do Departamento Social do São Paulo FC, anunciou publicamente que votará pelo impeachment do presidente Julio Casares. A votação está marcada para sexta-feira e definirá o afastamento imediato de Casares caso atinja dois terços dos votos no Conselho Deliberativo. A decisão de Dedé, um aliado político histórico de Casares, surpreende e enfraquece ainda mais a base de apoio do presidente.
O artigo detalha a possibilidade de Harry Massis Junior assumir a presidência do São Paulo caso o impeachment de Julio Casares seja aprovado. Massis Junior, atual vice-presidente e empresário, tem histórico no clube e confirmou que votará a favor da saída de Casares. A votação para o impeachment ocorrerá hoje à noite e exige 170 votos favoráveis.
O Conselho Deliberativo do São Paulo atingiu o quórum mínimo necessário para iniciar a votação do processo de impeachment contra o presidente Júlio Casares. Caso a destituição seja aprovada por dois terços dos conselheiros, Casares será afastado, mas a decisão final caberá a uma Assembleia Geral de sócios adimplentes.
A oposição do São Paulo vê a gestão do presidente Julio Casares como 'falida' e está buscando judicializar um processo de impeachment. Um líder da oposição avalia que a mudança no quórum e no tipo de votação (híbrida em vez de presencial) aumenta as chances de destituição do atual presidente.
A Justiça de São Paulo rejeitou um recurso do São Paulo Futebol Clube que visava alterar as regras da votação do processo de impeachment do presidente Julio Casares. A decisão mantém a realização da sessão em formato híbrido e estabelece novos critérios de quórum, reduzindo a barreira para o afastamento do presidente.
A Justiça de São Paulo manteve uma liminar que estabelece regras para a votação do processo de impeachment contra o presidente Julio Casares, do São Paulo Futebol Clube. A decisão, que representa uma derrota nos bastidores para Casares, determinou um formato híbrido para a votação e definiu um quórum específico para a aprovação.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, adiou a decisão final sobre negociações de jogadores até a votação de seu futuro, marcada para sexta-feira. Embora o executivo de futebol Rui Costa mantenha as negociações em andamento, a tendência é que nenhuma transferência seja concluída nesta semana, priorizando a definição política do clube.
O São Paulo apresentou recurso contra uma liminar que permitiu a reunião do Conselho Deliberativo em formato híbrido, presencial e virtual. A reunião analisará o pedido de impeachment do presidente Julio Casares e a votação definirá o futuro do dirigente no clube.
A Justiça concedeu uma liminar que altera os critérios para o impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares. A votação, antes marcada para ser totalmente presencial, agora será híbrida e o quórum para aprovação foi ajustado. Caso o impeachment seja aprovado, o vice-presidente assumirá interinamente.
A análise de Arnaldo Ribeiro no UOL News Esporte sugere que o presidente do São Paulo, Julio Casares, tem grandes chances de ser destituído em uma votação de impeachment marcada para sexta-feira (16). Uma liminar judicial aumentou a proporção de votos necessários para o afastamento, facilitando a aprovação pela oposição. A fragilidade de Casares e a insatisfação generalizada agravam sua situação.
O São Paulo enfrenta uma crise política e investigatória que impacta diretamente o futebol. Apesar da derrota na estreia e das denúncias contra seu presidente, o clube parece não assimilar a gravidade da situação, exigindo reações urgentes da diretoria.
Julio Casares, presidente do São Paulo, enfrenta um processo de impeachment e perdeu apoio significativo em seu Conselho Deliberativo. A divisão do colegiado, antes majoritariamente a seu favor, agora apresenta uma maioria contra o dirigente, antecipando uma votação acirrada para sua destituição.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, explicou as mudanças na votação do pedido de impeachment do presidente Julio Casares. Houve alteração no quórum para aprovação da destituição e a reunião será exclusivamente presencial no Morumbis.
Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, defende a legalidade de suas decisões sobre o processo de impeachment de Julio Casares. Ele afirma que a alteração no quórum de votação e a mudança na data da sessão não violam o estatuto do clube.